AGRONEGÓCIO

Sakata Seed adquire Agritu Sementes e amplia presença no mercado de cebola na América do Sul

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A Sakata Seed Sudamerica, empresa com mais de 55 anos de atuação na América do Sul, anunciou a aquisição total das ações da Agritu Sementes, em operação concluída no dia 30 de maio de 2025. A transação foi realizada por meio da Sakata Seed Corporation e representa um movimento estratégico para ampliar sua atuação no segmento de cebolas — considerado altamente relevante para o grupo.

Agritu agrega experiência e tecnologia ao portfólio da Sakata

Com mais de 30 anos de trajetória no mercado, a Agritu Sementes é reconhecida por sua contribuição à evolução da cebolicultura brasileira. A empresa, sediada em Ituporanga (SC), conta com infraestrutura de ponta, tecnologia avançada em produção e beneficiamento de sementes, além de uma equipe técnica altamente qualificada. Sua incorporação promete agregar valor ao portfólio da Sakata, oferecendo aos produtores novas variedades de alta performance.

Operação preserva a identidade das duas marcas

Apesar da aquisição, ambas as empresas seguirão operando de forma independente, mantendo suas marcas, estruturas de gestão, equipes e relacionamentos com clientes e fornecedores. A estratégia visa preservar os valores, a identidade e os diferenciais de cada companhia no mercado.

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Posicionamento estratégico da Sakata no mercado sul-americano

Segundo Marcello Takagui, presidente da Sakata Seed Sudamerica, a aquisição consolida a presença da empresa no setor de cebolas, ampliando o número de variedades oferecidas e fortalecendo sua capilaridade no atendimento aos produtores sul-americanos.

“A genética de alta performance da Agritu, somada à cobertura territorial e à excelência em serviços da Sakata, representa um grande avanço para o setor”, destacou Takagui.

Legado e expansão: visão dos fundadores da Agritu

Para Arno Zimmermann e Sebastião Müller, cofundadores da Agritu, a integração com o Grupo Sakata representa uma evolução natural do legado construído ao longo de décadas.

“Saber que nosso trabalho será potencializado por um grupo centenário, que compartilha nossos valores de qualidade, confiança e inovação, nos dá segurança sobre essa decisão. É um passo que trará inúmeros benefícios para nossos clientes, parceiros e colaboradores”, afirmaram.

Novas cultivares e mais inovação no horizonte

A Sakata já planeja acelerar o desenvolvimento de novas cultivares de cebola com genética superior. A expectativa é oferecer soluções que garantam maior rentabilidade e segurança aos produtores da América do Sul.

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“Com essa união, o setor será amplamente beneficiado. Os agricultores terão acesso a sementes de altíssima qualidade, o que se traduz em mais produtividade e competitividade”, finalizou Takagui.

Próximos passos: comunicação com clientes e parceiros

Nos próximos meses, as duas empresas entrarão em contato direto com seus respectivos clientes e parceiros comerciais para fornecer mais detalhes sobre a operação e esclarecer eventuais dúvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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