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Receita da Kepler Weber cresce 17,7% impulsionada por “Mix de Vendas mais favorável”

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A Kepler Weber (KEPL3) anunciou um crescimento de 17,7% em sua receita líquida no primeiro trimestre de 2024, atingindo R$ 380,3 milhões. O resultado representa um avanço significativo em relação ao mesmo período de 2023, quando a receita foi de R$ 323,1 milhões. O crescimento da receita refletiu-se no EBITDA ajustado, que subiu 18%, passando de R$ 77,4 milhões para R$ 91,3 milhões. “Foi um trimestre forte com rentabilidade robusta”, destacou a companhia em seu comunicado ao mercado nesta segunda-feira (29).

O lucro líquido do primeiro trimestre atingiu R$ 52,2 milhões, um crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. A margem líquida ficou em 13,7%, representando uma queda de 2,1 pontos percentuais. Mesmo assim, a empresa vê perspectivas positivas para os próximos trimestres, apontando oportunidades em Agroindústrias, Portos e Terminais, além do crescimento em Fazendas, apesar dos desafios macroeconômicos.

Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) e Caixa

O Retorno sobre o Capital Investido (ROIC) fechou o trimestre em 43%, mantendo um nível consistente para esse indicador. A empresa também destacou um caixa de R$ 319,7 milhões, apesar da amortização de R$ 50 milhões em financiamentos e um consumo de R$ 42,5 milhões em capital de giro, atribuível ao período de inflexão negativa na sazonalidade das vendas.

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Segmento de Fazendas

O segmento de Fazendas, que atende produtores rurais, teve um crescimento de 22,8% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. A empresa atribui esse aumento a uma carteira sólida no início do ano, que sustentou o faturamento no primeiro trimestre de 2024. A diversificação geográfica também contribuiu para o desempenho, com destaque para a região sul do Brasil.

Negócios Internacionais

O segmento internacional da Kepler Weber, que exporta soluções de pós-colheita, cresceu 70,2% no primeiro trimestre. A empresa registrou vendas significativas para Paraguai, Venezuela e Equador. Esse aumento foi impulsionado por projetos de maior porte fechados no quarto trimestre de 2023 e pela robustez da carteira no início de 2024.

Portos e Terminais

O segmento de Portos e Terminais fechou o trimestre com uma receita 46,5% maior que no mesmo período do ano passado, impulsionado por três grandes projetos na Bahia, Pará e Mato Grosso. Além disso, a empresa tem projetos em andamento em Paranaguá, um dos principais portos de grãos do Brasil.

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Reposição e Serviços

O segmento de Reposição e Serviços cresceu 11,8% no primeiro trimestre em relação ao ano passado, totalizando R$ 57 milhões. Esse crescimento se deve, em parte, à consolidação da Procer, que contribuiu com R$ 9,5 milhões. A empresa também cresceu 6,3% no número de clientes atendidos, totalizando 1,8 mil, e processou 3,6 mil pedidos, 10% a mais que no mesmo período do ano anterior.

Mercado de Capitais

As ações da Kepler Weber tiveram uma liquidez média diária de R$ 11,3 milhões em março, embora o valor dos papéis tenha registrado uma redução de 3,3% em relação a dezembro de 2023. Mesmo assim, a empresa mostrou resultados sólidos em diversos segmentos, indicando uma trajetória de crescimento sustentado para o ano de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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