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Elanco registra crescimento contínuo de receita pelo quarto trimestre seguido

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A Elanco Saúde Animal (NYSE: ELAN) anunciou hoje seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2024, revelando um desempenho positivo com um crescimento de receita pelo quarto trimestre consecutivo. A empresa obteve uma receita global de US$ 1,184 bilhões e um lucro líquido ajustado de US$ 147 milhões, equivalente a US$ 0,30 por ação diluída, representando um aumento de 67% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITIDA ajustado foi de US$ 275 milhões, correspondendo a 23,2% da receita.

Em virtude desse desempenho, a Elanco revisou sua previsão de crescimento para 2024, ajustando-a para uma faixa de 3% a 4%, com uma expectativa de receita entre US$ 4,410 bilhões e US$ 4,460 bilhões. Esta projeção considera a venda de seu negócio de aquicultura, concluída em julho, e o impacto positivo das novas soluções em seu portfólio, incluindo Experior, Adtab e Credelio Plus.

Jeff Simmons, Presidente e CEO da Elanco, destacou os avanços da empresa em suas três principais metas estratégicas: crescimento da receita, inovação e melhoria do caixa. “Este é o nosso quarto trimestre consecutivo de aumento da receita em moeda constante, com um crescimento acumulado de 4% no ano, impulsionado tanto pela divisão de animais de estimação quanto pela de animais de produção,” afirmou Simmons.

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Ele também ressaltou que a inclusão de novos produtos tem sido crucial para o fortalecimento do portfólio da empresa, o que contribui para a estabilidade e o crescimento geral da companhia. “Os resultados do primeiro semestre nos permitiram revisar para cima nossa previsão de receita para o ano, mantendo a orientação de EBITDA ajustado e EPS ajustado, com despesas de juros e impostos mais baixas compensando a venda do negócio de aquicultura,” acrescentou.

Com a venda do negócio de aquicultura e o fluxo de caixa operacional acumulado, a Elanco conseguiu pagar aproximadamente US$ 1,3 bilhões de dívida bruta. “Estamos satisfeitos com o progresso na redução da nossa alavancagem após a transação de aquicultura,” disse Simmons.

A receita gerada por novos produtos atingiu US$ 209 milhões no primeiro semestre de 2024, e a expectativa é que este valor alcance entre US$ 400 milhões e US$ 450 milhões até o final do ano, impulsionado por soluções inovadoras como Bovaer, Zenrelia e Credelio Quattro. “Estamos confiantes no potencial revolucionário dessas soluções e acreditamos que elas contribuirão para a melhoria da rentabilidade e do fluxo de caixa operacional, promovendo a redução contínua da alavancagem e a criação de valor ao longo do tempo,” concluiu Simmons.

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No Brasil, a Elanco continua avançando com um pipeline de lançamentos e reforçando seu posicionamento de mercado, além de ser reconhecida como uma empresa amiga do Bem-Estar Animal. A companhia conta com uma série de produtos, tanto para animais de estimação quanto para animais de produção, certificados pela FairFood como alinhados às premissas de bem-estar animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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STF destrava Ferrogrão e Neri Geller projeta transformação da Baixada Cuiabana

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Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana
Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a retomada dos estudos da Ferrogrão (EF-170) foi recebida como um marco estratégico para o futuro econômico de Mato Grosso. Para o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, o avanço do projeto representa mais do que uma solução logística para o agronegócio: abre caminho para um novo ciclo de desenvolvimento regional baseado na industrialização, geração de empregos e integração econômica da Baixada Cuiabana.

Defensor histórico da ampliação da infraestrutura ferroviária no país, Neri avalia que Mato Grosso vive um momento decisivo de transformação econômica, em que logística, agroindústria e planejamento regional passam a caminhar juntos.

“A Ferrogrão representa uma mudança estrutural para Mato Grosso. Não estamos falando apenas de transporte de grãos, mas da construção de um ambiente econômico capaz de atrair indústrias, ampliar investimentos e gerar desenvolvimento sustentável para várias regiões do estado, especialmente a Baixada Cuiabana.”

O STF formou maioria para validar a constitucionalidade da Lei nº 13.452/2017, permitindo a continuidade dos estudos técnicos da ferrovia que ligará Sinop (MT) ao terminal de Miritituba (PA), consolidando um novo corredor de exportação pelo Arco Norte.

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Baixada Cuiabana pode viver novo ciclo econômico

Segundo Neri Geller, o fortalecimento da malha logística estadual tende a impactar diretamente a dinâmica econômica da Baixada Cuiabana, região que historicamente concentra importante papel político, administrativo e populacional no estado, mas que ainda possui enorme potencial de expansão industrial.

“O desenvolvimento de Mato Grosso precisa chegar de forma mais equilibrada às regiões. A Baixada Cuiabana possui localização estratégica, mão de obra, mercado consumidor e capacidade para receber agroindústrias ligadas ao processamento de alimentos, etanol de milho, biocombustíveis, armazenagem e logística.”

Para o ex-ministro, a melhoria da infraestrutura ferroviária cria um ambiente mais competitivo para atração de investimentos privados de médio e longo prazo.

“Quando o estado reduz custo logístico, melhora previsibilidade e amplia corredores de exportação, automaticamente cria segurança para novos investimentos industriais no. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento social. É esse modelo que defendemos para a Baixada Cuiabana.”

Agroindustrialização como vetor de geração de empregos

Neri Geller também defende que Mato Grosso avance para uma nova etapa econômica baseada na agregação de valor da produção agropecuária dentro do próprio estado.

Hoje, Mato Grosso lidera a produção nacional de soja, milho e algodão, além de possuir forte participação na pecuária brasileira. Apesar disso, grande parte da produção ainda sai do estado in natura, sem processamento industrial local.

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“A riqueza produzida em Mato Grosso precisa permanecer mais dentro do estado. A agroindustrialização fortalece a economia regional, amplia arrecadação, gera empregos qualificados e melhora a distribuição do desenvolvimento.”

Segundo ele, a Baixada Cuiabana pode se transformar em um importante polo de processamento e distribuição ligado às novas rotas logísticas que vêm sendo estruturadas no estado.

Logística e desenvolvimento caminham juntos

O avanço da Ferrogrão ocorre em um momento em que Mato Grosso consolida diversos projetos estruturantes, como a Ferrovia Estadual, a FICO, a expansão da Ferronorte e novos corredores multimodais voltados ao Arco Norte.

Especialistas apontam que a integração entre ferrovias, rodovias e hidrovias será determinante para sustentar o crescimento da produção agropecuária nas próximas décadas.

“O futuro de Mato Grosso passa pela integração logística, pela industrialização e pela geração de oportunidades. Precisamos preparar o estado para os próximos 20 ou 30 anos. E a Baixada Cuiabana pode ser protagonista nesse novo ciclo econômico.

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