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Raízen alcança recorde de moagem de cana na safra 23/24 com aumento de 15%

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A Raízen, líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana, anunciou nesta terça-feira que encerrou a safra 2023/24 (abril a março) com um recorde de moagem de 84,2 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação à safra anterior. Esse resultado impressionante reflete não apenas o desempenho excepcional da Raízen, mas também uma safra recorde no centro-sul do Brasil, a principal região produtora de cana do país. Segundo dados da associação de usinas, a Unica, a moagem nessa região cresceu 19% em comparação com o ciclo anterior.

O sucesso da safra é atribuído a condições climáticas favoráveis e investimentos em recuperação de produtividade, fatores que contribuíram para o aumento da produção. A Raízen registrou um crescimento significativo no final da safra, com uma moagem de 1,1 milhão de toneladas no quarto trimestre, em comparação com 0,3 milhão no mesmo período do ano anterior.

Em relação às vendas de açúcar, a Raízen não divulgou números anuais, mas informou que elas subiram no quarto trimestre para 2,92 milhões de toneladas, em comparação com 2,33 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior. A empresa atribuiu o aumento ao alinhamento com sua estratégia de comercialização.

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As vendas de etanol também apresentaram crescimento no quarto trimestre, atingindo 1,675 bilhão de litros, frente a 1,6 bilhão de litros no mesmo período do ano anterior. No entanto, os preços do etanol registraram queda devido ao aumento da oferta e à paridade no mercado de distribuição de combustíveis.

O recorde de moagem alcançado pela Raízen é um sinal positivo para o setor sucroalcooleiro brasileiro, indicando uma safra promissora e um bom desempenho das empresas no setor. A empresa demonstrou que, mesmo em um ambiente de mercado desafiador, é possível alcançar crescimento e manter uma estratégia de comercialização sólida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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