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Megaleite 2025 abre inscrições e celebra 20 anos como referência da pecuária leiteira na América Latina

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Evento consolida-se como a maior feira da pecuária leiteira da América Latina

A Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite) chega à sua 20ª edição em 2025, reforçando sua posição como a maior feira do setor leiteiro da América Latina. O evento ocorrerá entre os dias 10 e 14 de junho, em Belo Horizonte (MG), e deve atrair visitantes de vários países da região, interessados na excelência da genética bovina brasileira e nas mais recentes tecnologias para aprimorar a produção de leite.

Inscrições para a raça Girolando abrem em abril

A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando informou que as inscrições de animais da raça Girolando para a 34ª Exposição Nacional de Girolando, parte integrante da programação da Megaleite, estarão disponíveis a partir de 7 de abril. Os criadores poderão realizar as inscrições por meio do Portal Web Girolando (www.girolando.com.br). Ao todo, serão oferecidas 600 vagas para o julgamento da raça.

Torneio Leiteiro Nacional de Girolando terá condições especiais

Também será realizado o 34º Torneio Leiteiro Nacional de Girolando, cujas inscrições vão de 7 de abril a 16 de maio. Os expositores com rebanhos cadastrados no Serviço de Controle Leiteiro há pelo menos três meses, contados a partir da data da inscrição na Megaleite, e que estejam enviando regularmente os dados e análises de leite à entidade, terão direito a um desconto de 50% na taxa de participação.

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Outras raças leiteiras também terão espaço garantido

Além da tradicional participação da raça Girolando, a Megaleite 2025 contará com exposições de diversas outras raças leiteiras. As inscrições para essas raças serão organizadas diretamente por suas respectivas associações de criadores, garantindo uma programação ampla e diversificada.

Programação inclui leilões, palestras e atrações para todas as idades

A feira oferecerá uma extensa programação que inclui leilões de animais, exposições, palestras técnicas, área gourmet, atrações lúdicas voltadas para crianças e adolescentes, além de uma ampla mostra de tecnologias voltadas à pecuária leiteira. Mais de 100 empresas do setor já confirmaram presença como expositoras.

Parceiros e apoiadores reforçam a relevância do evento

A Megaleite 2025 conta com o apoio de importantes marcas do setor agropecuário. O Parceiro Premium da feira é a Alvoar Lácteos. Entre os Parceiros Master estão empresas como Allflex, Agener União, UCBVET Saúde Animal, Agroceres Multimix, Zoetis, Alta, Genex Brasil, Boehringer Ingelheim, CRV Lagoa, Nutron, Semex e Select Sires. O Canal Master oficial do evento é a TV Terraviva e o Apoio Master é da Bebamaisleite.

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A Megaleite 2025 promete, mais uma vez, ser um ponto de encontro essencial para criadores, técnicos, empresas e entusiastas da pecuária leiteira, consolidando o protagonismo do Brasil no cenário agropecuário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto testa seis espécies de mandiocas com objetivo de fortalecer a cadeia alimentar

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Equipes técnicas da Secretaria Adjunta de Agricultura realizaram, na quinta-feira (2), a colheita e o replantio de mandioca em uma área experimental instalada na Vitrine Tecnológica da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Trabalho e Agricultura (SDTA), em Cuiabá, no Parque de Exposições Jonas Pinheiro, onde o projeto é desenvolvido em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá. Já foram realizadas três colheitas desde a implementação do projeto, apresentando bons resultados. O produto colhido tem sido destinado, por meio de doação, ao Hospital do Câncer, em Cuiabá.

A atividade integra um experimento agronômico voltado ao cultivo de seis espécies de mandioca, sendo Camanducaia, Liberata, São Félix, Juína, Broto Branco e BRS 429, visando ao fortalecimento da cadeia produtiva da mandioca na Baixada Cuiabana, onde a cultura é considerada uma das principais atividades agrícolas. O experimento é desenvolvido no Parque de Exposições Jonas Pinheiro, em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá. No local, tem apresentado bons resultados.

Wanderlei Aparecido dos Santos, engenheiro agrônomo da Secretaria Municipal de Agricultura, explicou que as várias espécies cultivadas têm como objetivo multiplicar e distribuir opções aos pequenos produtores.

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“A espécie Camanducaia é uma variedade que se tornou dominante por ser precoce, pois permite a colheita entre 4 e 6 meses após o plantio e, consequentemente, gera renda mais rápida. Mas tem desvantagens, pois não serve para produção de farinha (por ter pouco amido) e também não pode ficar muito tempo no solo. Com isso, os produtores perdem a possibilidade de produzir farinha e de ter mandioca disponível o ano todo. Não é o caso da variedade Liberata, que é boa para farinha, mas mais demorada para colheita”, explicou o profissional.

De acordo com o secretário adjunto de Agricultura, o objetivo é testar e expandir outras variedades que permitam tanto a produção de farinha quanto o armazenamento no solo, garantindo renda contínua e fortalecendo a cultura alimentar local.

O replantio ocorre no mesmo espaço onde ocorreu a colheita, já visando à demonstração no período da Expoagro 2026. Também foram repassadas técnicas de plantio, entre elas o espaçamento entre as manivas (mudas que são cortadas da haste/pé da mandioca) e o seu tamanho.

Renda para o produtor

Além de seu papel estratégico na segurança alimentar, a mandioca contribui para a geração de renda da agricultura familiar e para o abastecimento dos mercados locais. Nesse contexto, a iniciativa avalia alguns desafios da produção, como as condições climáticas e solos de média e baixa fertilidade, o que acaba exigindo adaptação de outras tecnologias. Também possibilita observar o desempenho agronômico dos diferentes genótipos, incluindo variedades tradicionais, já utilizadas por produtores locais, e cultivares melhoradas desenvolvidas por instituições de pesquisa. Nesse trabalho, o experimento é conduzido pelo engenheiro agrônomo e coordenador de Agricultura da SDTA, Pedro Mello Damasceno.

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O projeto também prevê a formação de um banco de germoplasma a campo, com a finalidade de ampliar a difusão de materiais mais produtivos e resilientes. Conduzido em condições controladas, o estudo busca comparar o desempenho produtivo, a adaptação às condições locais, a resistência a fatores bióticos e as características físico-químicas das variedades analisadas.

Os resultados obtidos deverão subsidiar produtores, técnicos e gestores públicos na tomada de decisões, contribuindo para o aumento da eficiência produtiva, sustentabilidade e inovação no cultivo da mandioca na região.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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