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Análise do Mercado Suinícola em fevereiro: Desafios e Oportunidades

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O Boletim Mensal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), referente ao mês de fevereiro, traz importantes análises sobre o mercado suinícola, evidenciando os desafios e as oportunidades enfrentados pelos produtores.

Mercado em Fevereiro

No início do mês, os preços do suíno vivo apresentaram uma ascensão significativa, porém, não o suficiente para superar a média registrada em janeiro. Isso se deveu às quedas mais acentuadas observadas na segunda metade de fevereiro.

Preços e Exportações

Embora as exportações de carne suína tenham apresentado uma leve diminuição de janeiro para fevereiro, tal queda está relacionada ao menor número de dias úteis no último mês. Não obstante, tanto o volume exportado quanto a receita – em moeda nacional e em dólar – foram os maiores já registrados para o período, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Relação de Troca e Insumos

Em fevereiro, as desvalorizações do milho e do farelo de soja, principais insumos na suinocultura, superaram as observadas para o suíno vivo no mercado independente. Isso resultou em um aumento do poder de compra dos produtores paulistas em comparação ao mês anterior.

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Carnes Concorrentes

Durante o mesmo período, os preços da carne suína e bovina apresentaram quedas, sendo mais expressivas no caso da carne bovina. Em contrapartida, a carne de frango valorizou-se, refletindo o bom desempenho das exportações, que contribuíram para reduzir a oferta no mercado doméstico. Essa dinâmica resultou em um aumento da competitividade da carne suína em relação à de frango, porém, uma diminuição frente à carne bovina.

Confira o Boletim do Suíno do Cepea

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura debate regras para moradias populares e ocupação urbana em Cuiabá

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A ocupação do solo urbano e as condições mínimas para construção de moradias de interesse popular pautaram uma audiência pública conduzida pelo prefeito de Abilio Brunini e pelo secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Portocarrero, na noite desta quinta-feira (21), em Cuiabá. O encontro debateu alterações na Lei Complementar 389/2015, que trata do uso e ocupação do solo no município.

Realizada no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME), a audiência reuniu representantes do setor imobiliário, arquitetos, urbanistas, empresários, especialistas e moradores da capital. O debate se estendeu por mais de quatro horas, marcado por apresentações técnicas, manifestações da sociedade civil e discussões sobre os impactos urbanísticos e sociais da proposta.

Entre os principais pontos discutidos esteve a previsão de parcelamento mínimo dos lotes em 200 metros quadrados. A proposta, segundo os gestores municipais, busca garantir melhores condições de habitabilidade, qualidade urbana e dignidade às famílias contempladas por empreendimentos habitacionais populares.

Durante a audiência, o prefeito Abilio Brunini defendeu que o crescimento urbano de Cuiabá precisa estar alinhado à qualidade de vida da população. Segundo ele, a cidade possui espaço e demanda para diferentes modelos de construção e faixas habitacionais, sem abrir mão de critérios urbanísticos que assegurem conforto, infraestrutura e bem-estar aos moradores.

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“O desenvolvimento da cidade precisa ser pensado para as pessoas. Cuiabá tem um mercado imobiliário forte e capacidade para atender todas as faixas de construção, mas é necessário garantir condições adequadas para quem vai morar nesses espaços”, resumiu o prefeito durante o debate.

O secretário José Portocarrero ressaltou que a discussão integra o planejamento urbano defendido pela gestão municipal e reforçou que a audiência pública representa o início de um amplo diálogo com a sociedade antes do encaminhamento da proposta à Câmara Municipal.

“Estamos abrindo esse debate para ouvir especialistas, empresários e a população antes que o projeto siga para análise do Legislativo. O objetivo é construir uma cidade mais equilibrada, sustentável e com melhores condições urbanas para todos”, destacou o secretário.

As contribuições apresentadas durante a audiência passarão por análise técnica antes da elaboração final da minuta do projeto de lei, que ainda será apreciada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE) e posteriormente encaminhada à Câmara Municipal de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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