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Novo Marco nas Exportações: Brasil Atinge 246 Novos Mercados para o Agro

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O mês de outubro inicia-se com uma importante conquista para o governo brasileiro, marcando um novo patamar nas exportações agrícolas sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Em apenas 21 meses, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) alcançou a abertura de 246 novos mercados internacionais em 60 destinos, superando a marca de 239 aberturas registrada na gestão anterior, que durou quatro anos.

“Esse resultado reflete nosso compromisso em fortalecer a agropecuária brasileira e abrir novas oportunidades para agricultores e pecuaristas. As aberturas de mercado são uma vitória não apenas para o setor, mas para toda a economia do país. Nosso trabalho continua, e temos certeza de que ainda há muito a conquistar”, enfatizou o ministro Carlos Fávaro.

Setembro de 2023 destacou-se como o mês com o maior número de mercados abertos, totalizando 50 novos destinos em 14 países, superando o recorde anterior de junho deste ano, que registrou 26 aberturas em um único mês. Neste início de outubro, já ocorreram novas aberturas de mercado em Cuba, para a exportação de sêmen e embriões bovinos e caprinos, e no Japão, onde foram autorizados produtos como farelo de mandioca, feno, polpa cítrica desidratada, flor seca de cravo-da-índia, flor seca de erva-mate e fruto seco de macadâmia, com ou sem casca.

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O crescimento contínuo é notável. Em 2023, o Mapa já havia aberto 78 mercados em 39 países; em 2022, foram 53 em 26 países; em 2021, 77 em 33 países; em 2020, 74 em 24 países; e, em 2019, 35 em 18 países. Este ano, até agora, foram estabelecidos 168 novos mercados, com recordes quase mensais. A diversificação abrange uma ampla gama de produtos além dos tradicionais, como carnes e soja, incluindo pescados, sementes, colágeno, café verde e açaí em pó.

“Esse recorde de novas aberturas de mercado é resultado da retomada do diálogo internacional e das boas relações diplomáticas, lideradas pelo presidente Lula e pelo ministro Carlos Fávaro. Isso cria novas oportunidades para os produtores do agro nacional exportarem dezenas de produtos e acessarem destinos até então inéditos, gerando renda e emprego em todo o país”, ressaltou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.

Esse resultado positivo é fruto dos esforços conjuntos entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do leite UHT dispara mais de 20% no Sudeste e amplia pressão sobre a cesta básica em abril

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Os consumidores sentiram no bolso o aumento dos preços de alimentos essenciais em abril. Levantamento realizado pela Neogrid apontou que o leite UHT liderou as altas nos supermercados brasileiros, refletindo uma menor oferta de matéria-prima e pressionando ainda mais o custo da cesta básica.

De acordo com o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, o preço médio do leite UHT avançou 18,3% no país durante o mês, passando de R$ 4,75 em março para R$ 5,62 em abril. Na região Sudeste, principal mercado consumidor do país, a valorização foi ainda mais expressiva, alcançando 20,19%.

Menor captação de leite sustenta alta dos preços

A escalada dos preços está diretamente relacionada à redução da produção nacional de leite. Dados do Índice de Captação de Leite (ICAP-L) mostram que a coleta recuou 3,9% entre fevereiro e março, acumulando queda de 11,1% no primeiro trimestre de 2026.

Entre os fatores que explicam o cenário estão a menor disponibilidade de pastagens durante o período e a cautela dos produtores diante das margens mais apertadas observadas ao longo de 2025.

A combinação entre oferta reduzida e demanda constante elevou os preços dos lácteos no varejo, tornando o leite um dos principais responsáveis pela inflação alimentar registrada no mês.

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Feijão, pão e legumes também ficaram mais caros

Além do leite, outros produtos básicos da alimentação apresentaram aumento de preços em abril.

Os queijos registraram alta de 2,4%, passando de R$ 63,61 para R$ 65,12. O feijão avançou 2,1%, enquanto os legumes tiveram valorização de 2%. Já o pão apresentou aumento de 1,8% no período.

Segundo Marcelo Alves, Head de Insights da Neogrid, os reajustes estão concentrados justamente em categorias mais sensíveis às condições climáticas e à sazonalidade da produção.

“O comportamento dos preços mostra uma pressão concentrada em produtos essenciais da alimentação, especialmente lácteos e hortifrúti, exigindo maior atenção dos consumidores na composição das compras”, avalia.

Legumes lideram inflação alimentar em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e abril de 2026, os legumes aparecem como os produtos com maior valorização no varejo alimentar brasileiro.

O grupo registrou alta de 25,3%, com o preço médio passando de R$ 5,50 para R$ 6,89. Em seguida aparecem:

  • Leite UHT: +21,7%;
  • Feijão: +20,5%;
  • Ovos: +13,4%;
  • Carne bovina: +6,6%.

Os números reforçam a pressão sobre os itens que compõem a base da alimentação das famílias brasileiras.

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Sudeste registra altas e quedas relevantes em abril

Na análise regional, o Sudeste apresentou comportamento misto entre alimentos e produtos de consumo diário.

As maiores altas registradas foram:

  • Leite UHT: +20,19%;
  • Pão: +4,1%;
  • Creme dental: +1,6%;
  • Água sanitária: +1,6%;
  • Arroz: +1,4%.

Por outro lado, algumas categorias apresentaram alívio nos preços ao consumidor:

  • Carne suína: -5,9%;
  • Ovos: -4,8%;
  • Açúcar: -3,1%;
  • Café em pó e em grãos: -3%;
  • Desinfetante: -1,8%.
Mercado deve seguir atento à oferta e ao clima

A expectativa para os próximos meses é de continuidade da volatilidade em produtos mais dependentes das condições climáticas e da oferta agrícola, especialmente lácteos, hortifrúti e itens básicos da alimentação.

Em contrapartida, categorias industrializadas e algumas proteínas tendem a apresentar maior estabilidade, favorecidas pela competição entre varejistas e pela acomodação dos custos de produção.

O comportamento desses mercados continuará sendo um dos principais fatores de influência sobre a inflação dos alimentos ao longo de 2026, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras e as estratégias da cadeia de abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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