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Café de Simonésia Conquista o Mundo com Qualidade Excepcional

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Desde 2003, Horácio Antônio de Moura tem se dedicado à produção de cafés especiais no Sítio Três Barras, localizado em Simonésia, na região das Matas de Minas. Anualmente, ele produz cerca de 800 sacas de café com um rigoroso foco na qualidade, o que tem conquistado reconhecimento tanto no Brasil quanto no exterior. Este mês, Horácio participará da feira de cafés especiais europeia Word of Coffee Copenhagen, na Dinamarca, nos dias 27 e 28 de junho.

Os cafés de Horácio já chegaram a diversas regiões do Brasil e foram exportados para 11 países europeus, incluindo Portugal, Espanha, Dinamarca e Turquia, além de destinos na China e Japão. “Decidi produzir café especial quando provei pela primeira vez. Cuidar da qualidade é trabalhoso, mas vale a pena”, afirma o produtor.

A dedicação de Horácio tem sido recompensada com várias premiações em concursos regionais, nacionais e internacionais. A conquista mais recente foi o primeiro lugar geral no 7º Cupping AteG Café+Forte, promovido pelo Sistema Faemg Senar em 2023, repetindo o feito alcançado em 2018. O café vencedor deste ano atingiu 89,05 pontos no protocolo da Specialty Coffee Association (SCA) e foi vendido por R$ 15 mil. “Vendi para a cafeteria Café do Sonho, de Manhuaçu. R$ 5 mil do valor da venda foram doados para a Apae, na campanha Café do Bem”, relata Horácio. Em 2023, ele também conquistou o segundo lugar no Cup of Excellence.

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Intercâmbio Internacional

O Sítio Três Barras é frequentemente visitado por produtores e compradores de café, muitos dos quais estrangeiros, interessados em conhecer o método de produção e o ambiente das lavouras. “A qualidade do grão chama a atenção. Eles ficam impressionados e querem ver e provar de perto”, comenta Horácio.

Programa ATeG Café+Forte

Horácio participou do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Café+Forte do Sistema Faemg Senar, e da turma pós-ciclo do programa. Ele ressalta que o acompanhamento técnico foi um diferencial crucial para seu progresso na atividade. “O ATeG soma forças com o produtor”. O técnico de campo Jorge Araújo, que acompanhou Horácio por seis anos no ATeG, destaca que além do cuidado com a produção, colheita e pós-colheita, o produtor se sobressai no manejo do solo e conservação das águas, promovendo a sustentabilidade.

Variedades e Inovação

Jorge Araújo também enfatiza a busca contínua de Horácio por novas cultivares, mais produtivas e resistentes, garantindo aumento da produtividade, “chegando a até 120 sacas por hectare”. Horácio está sempre atento às novidades e demandas do mercado, investindo em diferentes cultivares para explorar o potencial das plantas em sua propriedade. Atualmente, ele cultiva 22 variedades de café, das quais cerca de 10 estão em escala comercial.

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Com seu compromisso inabalável com a qualidade e a sustentabilidade, Horácio Antônio de Moura continua a elevar o nome de Simonésia e das Matas de Minas no cenário global do café especial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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