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MP apoia projeto de segurança digital para estudantes da rede pública

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães, por meio do Banco de Projetos e Entidades (Bapre), apoia o projeto “Por Trás da Tela”, iniciativa voltada à conscientização de jovens sobre segurança digital e uso responsável da internet. Desenvolvido pela plataforma educacional New School, o curso integra o projeto Jovens Conectados e busca ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.A formação aborda temas como proteção de dados, golpes virtuais, desinformação, cyberbullying, inteligência artificial e convivência segura nas redes sociais. Ao longo de seis módulos, os participantes são incentivados a desenvolver o senso crítico e a adotar comportamentos mais seguros no ambiente digital.Segundo o promotor de Justiça Leandro Volochko, a iniciativa aproxima os jovens de situações presentes em seu cotidiano.“Nossa preocupação é levar orientações sobre situações que os estudantes enfrentam diariamente no ambiente digital, para que possam usar a tecnologia com consciência e segurança”, destacou.Parceira do projeto, a New School produz conteúdos educacionais voltados principalmente a estudantes da rede pública e de comunidades em situação de vulnerabilidade social. O objetivo é ampliar o acesso à informação de qualidade e contribuir para a formação cidadã dos jovens.Além de alertar sobre os perigos do ambiente digital, o projeto estimula a reflexão sobre o comportamento on-line, o respeito ao próximo e a responsabilidade no uso da tecnologia. De acordo com os organizadores, a receptividade dos estudantes demonstra que a linguagem adotada e o formato das atividades estão alinhados à realidade dos jovens, favorecendo a aprendizagem e a conscientização.A iniciativa alcança estudantes do ensino fundamental e médio em Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra. Ao todo, 13 escolas participam das ações de orientação e prevenção voltadas à promoção de uma cultura digital mais segura entre crianças e adolescentes.Os jovens também podem participar gratuitamente do curso por meio da plataforma on-line da New School.
Acesso à plataforma: Curso Por Trás da Tela

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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