AGRONEGÓCIO

Netafim Destaca Tecnologia de Irrigação na Hortitec com Foco em Qualidade e Sustentabilidade

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Na 29ª edição da Hortitec em Holambra/SP, a Netafim Brasil reforçou sua posição de liderança com soluções avançadas em irrigação por gotejamento. Durante os três dias do evento, a empresa apresentou um estande que combinou tecnologia de ponta com seu compromisso em melhorar a produtividade e a experiência de seus clientes e parceiros.

A Netafim, conhecida por sua participação constante na Hortitec, trouxe um portfólio completo que inclui tubos gotejadores, aspersores, microaspersores, filtros, além de produtos exclusivos como o NetBow, FlexNet e o sistema operacional GrowSphere, destinados à gestão precisa de irrigação e fertirrigação em atividades agrícolas. Essas soluções são desenvolvidas para otimizar o uso de recursos hídricos e promover práticas agrícolas sustentáveis.

Henrique Japur, Diretor de Suprimentos da Netafim, destacou a amplitude das tecnologias oferecidas pela empresa: “Nosso portfólio é o mais completo do mercado e nossa tecnologia é aplicada com sucesso em diversas culturas, oferecendo resultados impressionantes. A diversidade de soluções foi um dos pontos altos do estande, atraindo produtores interessados nas últimas inovações em irrigação localizada.”

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Um dos grandes atrativos foi a degustação de frutas irrigadas por clientes que utilizam os produtos e soluções da Netafim. Durante o evento, os visitantes puderam saborear manga da Agrodan, figo e goiaba da Adelpho Frutas, melão da Frutas Bollo, uvas da Coopexfruit e suco de uva da Vinícola Lattarini. Essas demonstrações práticas evidenciaram os benefícios diretos da tecnologia de gotejamento na qualidade e sabor dos produtos agrícolas.

Rodrigo Schink, Gerente Regional de Vendas da Netafim Brasil, ressaltou a importância estratégica da Hortitec: “Este evento é crucial para o setor de horticultura e fruticultura no Brasil. Para a Netafim, representa uma oportunidade única para demonstrar nossas soluções robustas e como podemos ajudar os produtores a alcançar maior eficiência e produtividade.”

Além das degustações, a Netafim apresentou produtos que prometem revolucionar o mercado de irrigação, como os filtros automáticos de discos, SpinKlin 1×2” e AlphaDisc Single, além do FlexNet, um tubo flexível que oferece vantagens sobre o PVC. O Timer Wi-Fi, recém-incorporado ao portfólio da empresa, também se destacou por permitir a automação remota do controle de válvulas de irrigação.

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A participação da Netafim na Hortitec reafirma seu compromisso com a inovação tecnológica e a sustentabilidade na agricultura, demonstrando como é possível aumentar a produção agrícola de forma eficiente e responsável. A empresa continua sendo uma referência global em soluções de irrigação, colaborando com produtores ao redor do mundo para otimizar operações e maximizar resultados.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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