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Em período de vacinação, tecnologia de um becksafe permite otimizar custos e potencializar resultados nas fazendas

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O período de vacinação contra febre aftosa continua sendo um momento crucial da atividade pecuária, principalmente no que diz respeito a tornar o Brasil uma zona livre dessa doença. A maior parte dos estados ainda requer a realização desse manejo, o que exige do pecuarista olhar para sua propriedade e avaliar a estrutura para essa tarefa. Nesse sentido, o becksafe é o principal aliado do produtor, pois garante segurança e bem-estar ao animal e aos profissionais na hora da contenção.

O manejo individual é a estratégia recomendada para a vacinação do bovino, o que permite um maior controle da situação por parte dos profissionais envolvidos, desde operadores da contenção até aplicadores da vacina. Dessa forma, contar com a tecnologia de um becksafe na propriedade garante melhores resultados para esse processo.

“Hoje vivemos uma era de otimização de custos e recursos para potencializar as ações realizadas nas fazendas. No que diz respeito à contenção dos animais, um becksafe é a ferramenta ideal para a produção e a condução de manejos de forma eficiente e consciente. Ou seja, produtividade, qualidade e bem-estar animal e humano podem coexistir em harmonia”, explica o Gerente Comercial da Beckhauser, Gustavo Lazarin.

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Essa campanha de vacinação ainda é uma realidade para mais de 50% do rebanho brasileiro e faz parte do Plano Estratégico 2017-2026, do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa do Ministério da Agricultura e da Pecuária (MAPA). Na prática, para o produtor, com a exigência por melhores condições sanitárias na produção de carne bovina, ele deve buscar os instrumentos adequados para atender a essa demanda.

Como a tecnologia ajuda?

Para que um becksafe seja efetivo em sua função de oferecer segurança, praticidade e conforto na hora de conter os animais e realizar os manejos, ele deve conter elementos que sejam adequados à atividade que está sendo realizada.

A começar pelo tipo de contenção central, que impacta na forma que o bovino se mantém na posição adequada dentro do equipamento. Cabine do veterinário e portão de duas folhas também contribuem para separar o ambiente destinado ao animal daquele que será utilizado pelos profissionais, o que aumenta a proteção para todos os envolvidos nesse processo.

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“Ainda temos os protetores contra coice, essenciais para que o gado não machuque a si próprio e o aplicador de vacinas. Por ser uma estrutura robusta e resistente, é fundamental que todas as etapas do manejo sejam contempladas pela segurança do becksafe, dessa forma proporcionando ganhos em resposta imunológica, qualidade de carcaça e potencial de negociação com os frigoríficos”, salienta Lazarin.

Segundo o Gerente Comercial, a automação do becksafe oferece ainda mais praticidade e benefícios à condução dessa tarefa. “Se um pecuarista lida com um elevado número de animais, ou mesmo busca ainda mais formas de proteção e garantia do sucesso do manejo vacinal, a automação é de grande ajuda, pois oferece operação ágil, com conforto e segurança, para os profissionais e os bovinos”, encerra.

A Beckhauser possui uma linha completa e customizável de becksafes para impulsionar os resultados das propriedades, oferecendo soluções adaptadas à realidade de cada pecuarista.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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