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Veja as 242 vagas de emprego do Sine de Cuiabá nesta quinta-feira (24)

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O Sine Municipal, vinculado à Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, está com 242 oportunidades distribuídas em mais de 30 funções. O serviço também está sempre atento para ampliar a oferta e fazer a ponte entre empregados e empregadores. Para isso, mantém canal exclusivo para que os empresários possam divulgar as vagas, por meio dos telefones (65) 3645-7216 e 3645-7237, WhatsApp (65) 99255-2450 e e-mail: [email protected].

Para esta quinta-feira (24), a função de eletricista lidera com o maior número de vagas disponíveis: 34, com salário de R$ 2.200,00, vale-transporte, assistência médica e odontológica, adicional de 30% de periculosidade, refeição no local de trabalho e assistência psicológica via sistema online. A exigência é possuir Ensino Médio completo, ter experiência comprovada e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B.

Também há muitas vagas (30) para atendente de balcão/balconista, com salário acima de R$ 1.500,00, além de benefícios. Não é exigida experiência. Quanto à escolaridade, há oportunidades para candidatos com nível fundamental ou médio.

Entre as diversas áreas, há vagas que contemplam pessoas com deficiência (PCD).

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Para mais informações, os interessados devem procurar o Sine na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, das 8h às 17h, ou pelo telefone/WhatsApp: (65) 99251-7480.

Vale lembrar que o espaço do Sine também oferece atendimento sobre o Microempreendedor Individual (MEI), auxiliando na abertura, regularização e encerramento.

Confira as funções com o número de vagas disponíveis:

  • Agente de pesquisa – 12

  • Ajudante de carga e descarga de mercadorias – 29

  • Ajudante de eletricista – 5

  • Ajudante de serralheiro – 1

  • Almoxarife – 1

  • Atendente de balcão/balconista – 26

  • Atendente de padaria – 4

  • Auxiliar de contabilidade – 1

  • Auxiliar de cozinha – 3

  • Auxiliar de linha de produção – 3

  • Auxiliar de manutenção predial – 2

  • Auxiliar de pizzaiolo – 2

  • Consultor de vendas – 6

  • Copeiro de bar – 2

  • Digitador – 7 (PCD)

  • Eletricista – 34

  • Farmacêutico – 15

  • Gestor de manutenção – 1

  • Instalador de sistemas eletrônicos de segurança – 2

  • Massagista – 1

  • Instalador de estrutura metálica – 8

  • Montador instalador de acessórios – 3

  • Motorista entregador – 1

  • Operador de caixa – 4

  • Panfleteiro – 5

  • Promotor de vendas – 2

  • Repositor de mercadorias – 14 (sendo 11 temporárias)

  • Serralheiro – 1

  • Técnico em manutenção de máquinas – 1

  • Vendedor interno – 12 (4 delas PCD)

  • Vendedor pracista – 1

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SERVIÇOS DO SINE

O Sine Municipal faz a intermediação de vagas de emprego e realiza o atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador:

  • Mantenha seu cadastro atualizado nos postos do Sine ou pelos canais digitais.

  • Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

  • Seguro-desemprego online: pelo app “Carteira de Trabalho Digital” ou pelo site acima.

Atendimento exclusivo às empresas para abertura de vagas pelos contatos:
(65) 3645-7216 / 3645-7237
WhatsApp: (65) 99255-2450
E-mail: [email protected]

#PraCegoVer
A foto mostra a fachada da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, no bairro Poção, onde funciona o Sine Municipal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Crédito para silos terá juros de 8% em país com gargalo crescente

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Produtores e cooperativas que pretendem construir, ampliar ou modernizar armazéns já conhecem as condições do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para o ano agrícola 2026/27. O crédito, porém, ainda não pode ser contratado: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informa que a data de abertura dos pedidos será comunicada posteriormente às instituições financeiras.

Projetos de armazenagem de grãos com capacidade de até 12 mil toneladas terão taxa prefixada de até 8% ao ano. Nos demais empreendimentos enquadrados no programa, os juros poderão chegar a 9,5% ao ano.

O limite é de R$ 50 milhões por produtor e por ano agrícola para armazenagem de grãos. Para cooperativas de produção, o teto sobe para R$ 200 milhões. Nos projetos destinados a outros produtos financiáveis, o máximo é de R$ 25 milhões. A participação do BNDES pode alcançar 100% dos itens aprovados.

O prazo de pagamento será de até dez anos, com carência máxima de dois anos. As garantias serão negociadas entre o interessado e a instituição financeira credenciada. O programa ficará vigente até 30 de junho de 2027.

Além dos grãos, o PCA permite financiar armazéns e câmaras frias destinados a frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras, açúcar e determinados derivados. Também podem ser apoiadas reformas, ampliações e modernizações, desde que os equipamentos atendam aos critérios estabelecidos pelo banco.

As novas condições são divulgadas em um momento de pressão crescente sobre a infraestrutura. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira de grãos da safra 2025/26 em 360,8 milhões de toneladas. Já a capacidade útil de armazenagem alcançou 233,8 milhões de toneladas no segundo semestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A diferença entre os dois números, contudo, não representa automaticamente o déficit nacional. A produção ocorre ao longo de diferentes safras, e uma mesma estrutura pode receber e expedir mais de um lote durante o ano. Parte dos grãos também segue diretamente para indústrias, portos e consumidores. Ainda assim, a distância entre o crescimento das colheitas e a expansão dos armazéns revela um gargalo estrutural.

Entre 2010 e 2025, a capacidade estática brasileira cresceu, em média, 2,8% ao ano, enquanto a produção avançou 5% ao ano, segundo levantamento do Observatório Nacional de Transporte e Logística, ligado à Infra S.A. Com base na produção de 2023/24, o estudo calculou um déficit potencial de 88,5 milhões de toneladas.

A situação varia fortemente entre as regiões. Naquele levantamento, o Sudeste apresentava capacidade equivalente a 126,8% da produção regional, beneficiado principalmente pela estrutura existente em São Paulo. O Sul atingia 88,2%. No Centro-Oeste, principal região produtora do país, a proporção caía para 57,9%. Nordeste e Norte apresentavam os menores índices, de 54,2% e 45%, respectivamente.

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Mato Grosso mostra com clareza essa contradição. O Estado possui a maior capacidade instalada do Brasil, com 64,2 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do IBGE. Mesmo assim, por liderar a produção nacional de soja e milho, apresentou no estudo da Infra S.A. a maior necessidade absoluta de armazenagem, estimada em aproximadamente 40,9 milhões de toneladas.

Goiás aparecia com carência próxima de 13 milhões de toneladas. Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí também estavam entre os pontos de maior pressão, refletindo o crescimento da produção em áreas nas quais a infraestrutura não avançou na mesma velocidade. No Sul, apesar da situação comparativamente melhor, Paraná e Rio Grande do Sul ainda registravam insuficiência de capacidade.

Para o produtor, o silo próprio pode reduzir a dependência de armazéns de terceiros, evitar filas durante a colheita e permitir que a venda seja feita em um momento mais favorável. A estrutura também pode diminuir gastos com transporte emergencial e perdas de qualidade.

A decisão exige, porém, um cálculo que vá além da taxa de juros. Construção, secagem, energia, manutenção, seguro, mão de obra, licenciamento e capacidade de utilização ao longo do ano interferem no retorno do investimento. Com as condições já divulgadas, o próximo passo será a abertura efetiva das contratações pelo BNDES.

Fonte: Pensar Agro

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