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LEAD 2023: Produtores de Aves e Suínos Unem Forças em Itatiba para Explorar Tendências do Setor

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Na última semana de agosto, mais de 50 produtores de aves e suínos se reuniram em Itatiba (SP), no Hotel Fazenda Dona Carolina, para a primeira edição do evento LEAD, promovido pela MSD Saúde Animal. A iniciativa teve como objetivo fomentar a interação entre produtores e profissionais do setor, promovendo a troca de experiências, networking, plenárias e rodas de conversa sobre as inovações e tendências do agronegócio.

“Este evento proporcionou uma experiência única e exclusiva, fortalecendo o mercado de aves e suínos ao discutir as melhores práticas e tendências. Trabalhamos para multiplicar conhecimento e inovação, promovendo a evolução contínua do setor”, afirma Fernando Chucid, diretor da unidade de negócios de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

A programação incluiu palestras de especialistas renomados em áreas como marketing e sustentabilidade. João Branco, com mais de 20 anos de experiência, discutiu as tendências de marketing, enquanto Daniel Boer, com uma trajetória de 14 anos em Supply Chain e sustentabilidade, abordou questões relevantes para o setor agro, especialmente em relação ao McDonald’s.

Os debates contaram ainda com a participação de Todd Thurman, consultor internacional em produção global de proteína animal, e Sandro Magaldi, especialista em gestão estratégica e coautor do livro “Gestão do Amanhã”. “O evento foi de altíssimo nível, promovendo uma interação enriquecedora entre líderes da indústria”, elogia Fernando Vieira, diretor comercial do Grupo Alvorada.

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Para Daniel Dalla Costa, gerente de divisão Pecuária da LAR Cooperativa, o LEAD transcendeu as discussões técnicas. “Foi um encontro que abordou gestão, inovação e liderança, expandindo nossas conversas para esferas importantes para nossas atividades.”

Oficinas e Discussões Interativas

O evento também incluiu oficinas de tendências MSD, que proporcionaram debates mais íntimos e temas de relevância para o setor, incentivando a participação ativa de todos os presentes. Os tópicos abordados incluíram Certificação em Bem-estar Animal, Impactos da Falta de Mão de Obra e Doenças Emergentes na Avicultura. “Executivos e especialistas da MSD conduziram as discussões, promovendo uma reflexão crítica entre os participantes”, destaca Rafael Sonada, gerente de marketing das unidades de negócios de Avicultura e Aquicultura.

Com o sucesso desta edição, a MSD Saúde Animal já planeja novas edições do LEAD. “Os momentos de troca de conhecimento e interação foram extremamente valiosos. Queremos expandir a realização do LEAD e trazer cada vez mais parceiros e clientes”, afirma Rafael.

Foco no Bem-Estar Animal

O bem-estar animal foi um tema central durante o evento. As discussões contaram com depoimentos de Douglas Danieleviz e Adilson Felipe Matias, representantes da Master Agroindustrial S/A, que compartilharam suas experiências na conquista da Certificação em Bem-Estar Único. “A adoção do bem-estar animal trouxe melhorias significativas nos manejos, facilitando o trabalho diário e aumentando a aceitação das novas práticas”, explica Filipe Dalla Costa, coordenador de Bem-Estar Animal na MSD.

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Os representantes da Master relataram que a certificação abriu novas oportunidades no mercado, especialmente em países que importam carne suína. “Um incidente durante o processo de renovação da certificação destacou sua importância para o reconhecimento no mercado e a viabilização da exportação”, concluiu Douglas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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