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Unium se mantém entre as três maiores indústrias de lácteos do Brasil e reforça crescimento sustentável

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Destaque no ranking ABRALEITE 2025

A Unium reafirma sua posição de destaque no setor lácteo brasileiro ao conquistar, mais uma vez, o 3º lugar no Ranking ABRALEITE 2025, que reúne as maiores indústrias de laticínios do país com base no volume de captação de leite. O resultado evidencia a consistência do modelo cooperativista da Unium, que integra crescimento produtivo dos associados e investimentos industriais estratégicos.

De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Leite (ABRALEITE), as empresas do ranking concentram 59% de todo o leite captado no Brasil, reforçando a importância das principais indústrias para o avanço do setor.

Modelo cooperativista garante crescimento sustentável

Para Rogério Marcus Wolf, coordenador Comercial Lácteos da Unium, o desempenho é reflexo da solidez do modelo cooperativista:

“O negócio se consolida à medida que há aumento da produção de leite pelos associados. As indústrias, buscando eficiência comercial, tornam-se mais estratégicas, gerando retorno e suporte financeiro para que o produtor continue crescendo”, explica Wolf.

Expansão industrial acompanha aumento da produção

Nos últimos anos, a Unium investiu na ampliação da capacidade industrial para acompanhar o crescimento dos associados. Entre os projetos, destacam-se:

  • Implantação de uma torre de secagem com capacidade para 600 mil litros de leite por dia.
  • Construção de uma queijaria com processamento de 800 mil litros diários.
  • Aprovação em andamento de uma nova torre de secagem, ampliando ainda mais o potencial de processamento.
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Segundo Wolf, a estrutura industrial permite flexibilidade diante das oscilações de mercado, direcionando esforços conforme a demanda de produtos específicos.

Adaptação em cenário desafiador

O setor lácteo enfrenta desafios variados: enquanto o mercado de queijos apresentou estabilidade, o leite em pó registrou maior volatilidade. A capacidade de adaptação da Unium torna-se diferencial estratégico, garantindo versatilidade operacional e resiliência frente às mudanças do mercado.

Produção no campo com foco em qualidade e sustentabilidade

No campo, o crescimento dos produtores é equilibrado e sustentável, combinando aumento de volume com padrões de qualidade, bem-estar animal, nutrição e sanidade. Wolf destaca:

“Não se trata apenas de volume, mas de qualidade, genética, sanidade e conforto animal. Esse crescimento sustentável garante produtividade e evita perdas.”

O ingresso de novos produtores segue critérios rigorosos, garantindo alinhamento técnico e organizacional e fortalecendo a base produtiva da cooperativa.

Estratégia de intercooperação e foco em eficiência

Com uma estratégia baseada na intercooperação, investimentos contínuos e eficiência industrial, a Unium consolida sua atuação entre as maiores indústrias lácteas do Brasil, reforçando seu papel no desenvolvimento do setor e na geração de valor para milhares de produtores.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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