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Tapa-buraco atende Residencial Belita Costa Marques e São Mateus

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, segue intensificando os trabalhos da operação tapa-buraco em diversos pontos da cidade. Nesta terça-feira (11), as equipes concentraram esforços na rua 38 do bairro Residencial Belita Costa Marques, na região sul da capital, e em trechos críticos do bairro Residencial São Mateus.

A execução dos reparos segue um padrão técnico para garantir mais durabilidade ao asfalto. O serviço começa com a remoção da umidade acumulada nos buracos, feita com o auxílio de um caminhão-pipa. Quando necessário, retroescavadeiras são utilizadas para limpar e retirar resíduos da pista. Em seguida, é aplicada uma camada de brita fina antes do preenchimento com asfalto quente, que passa por compactação e nivelamento para assegurar um acabamento de qualidade.

Para evitar transtornos no trânsito e garantir a segurança dos trabalhadores, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) acompanha as frentes de serviço, realizando a sinalização e coordenando os desvios necessários.

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da ação para a mobilidade urbana.

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“Nosso objetivo é manter as vias em condições adequadas para o tráfego, garantindo mais segurança e conforto para quem circula pela cidade. A operação tapa-buraco segue um planejamento técnico, priorizando os pontos mais críticos e os locais de maior fluxo de veículos. Sabemos que as chuvas dificultam o andamento dos serviços, mas seguimos atuando de forma constante para atender às demandas da população”, afirmou o secretário.

A programação da operação tapa-buraco é definida conforme as demandas mais urgentes recebidas pelo canal de atendimento ZapObras, via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484.

Além do Residencial Belita Costa Marques e Residencial São Mateus, os trabalhos também estão em andamento no Jardim Aroeira e Primeiro de Março.

#PraCegoVer
A imagem mostra um trecho da Rua 38, no Residencial Belita Costa Marques, sendo atendido pelas equipes de tapa-buraco da Prefeitura de Cuiabá. No centro da foto, trabalhadores atuam nivelando o cascalho recém-aplicado. Ao fundo, há uma máquina compactadora e um caminhão basculante.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Decreto limita pagamento ambiental a ações além da obrigação legal

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A regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA) oficializou o reconhecimento de práticas conservacionistas no campo, mas impôs uma barreira importante para o setor: o governo federal restringiu os benefícios financeiros apenas a ações que excedam as obrigações legais de preservação.

Embora a norma reconheça o valor de práticas como o plantio direto, sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e conservação de solo, o acesso aos benefícios é condicionado ao que o produtor faz “a mais” do que a lei exige. O pagamento não se restringe a valores em espécie; a norma prevê compensações em forma de melhorias de infraestrutura, bens, serviços e até instrumentos financeiros, como os green bonds.

O impacto na prática

A nova regra altera a percepção da conservação dentro da propriedade. A partir de agora, o produtor passa a enxergar a preservação que excede a cota obrigatória não apenas como um custo ou dever ambiental, mas como uma atividade com potencial de geração de receita. Ao proteger uma área de vegetação nativa excedente ou adotar métodos avançados contra a erosão, o proprietário presta um serviço ambiental que passa a ter rito oficial para ser remunerado.

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Contudo, o caminho para o acesso aos recursos ainda é incerto. O decreto estabelece diretrizes gerais, mas o detalhamento sobre quem pagará, quais os critérios de seleção e os valores de remuneração depende de normas complementares. A política está em fase de implementação e o produtor deve monitorar o lançamento de subprogramas específicos para entender como a teoria se aplicará à rotina da fazenda.

O desafio da clareza

O setor agropecuário mantém cautela quanto à aplicação prática da norma. A demanda das entidades representativas, como o Sistema FAEP, foca na simplificação do acesso e na clareza sobre como os benefícios chegarão à ponta. O receio é que a burocracia estatal transforme a oportunidade em um processo inacessível, repetindo os gargalos de modelos estaduais que, hoje, apresentam adesão limitada e remunerações pouco atrativas.

O ponto de maior divergência técnica permanece no foco da política. O decreto prioriza atividades que excedem as exigências legais, excluindo a manutenção de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente (APPs). Para o produtor, o cumprimento estrito do Código Florestal já constitui um serviço ambiental prestado à coletividade. Entidades do setor seguem em articulação para que, no futuro, esses mecanismos alcancem também o reconhecimento financeiro pelo cumprimento da legislação vigente.

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O que o produtor deve observar

A PNPSA funciona como um marco de longo prazo. O produtor deve acompanhar a regulamentação do Cadastro Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (CNPSA) e os incentivos tributários previstos para os próximos meses. A estratégia recomendada é organizar o registro documental das práticas conservacionistas da propriedade, mantendo os dados de manejo atualizados, uma vez que a comprovação desses serviços será o requisito fundamental para qualquer futura solicitação de pagamento.

Fonte: Pensar Agro

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