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Tapa-buraco atende Residencial Belita Costa Marques e São Mateus

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, segue intensificando os trabalhos da operação tapa-buraco em diversos pontos da cidade. Nesta terça-feira (11), as equipes concentraram esforços na rua 38 do bairro Residencial Belita Costa Marques, na região sul da capital, e em trechos críticos do bairro Residencial São Mateus.

A execução dos reparos segue um padrão técnico para garantir mais durabilidade ao asfalto. O serviço começa com a remoção da umidade acumulada nos buracos, feita com o auxílio de um caminhão-pipa. Quando necessário, retroescavadeiras são utilizadas para limpar e retirar resíduos da pista. Em seguida, é aplicada uma camada de brita fina antes do preenchimento com asfalto quente, que passa por compactação e nivelamento para assegurar um acabamento de qualidade.

Para evitar transtornos no trânsito e garantir a segurança dos trabalhadores, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) acompanha as frentes de serviço, realizando a sinalização e coordenando os desvios necessários.

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da ação para a mobilidade urbana.

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“Nosso objetivo é manter as vias em condições adequadas para o tráfego, garantindo mais segurança e conforto para quem circula pela cidade. A operação tapa-buraco segue um planejamento técnico, priorizando os pontos mais críticos e os locais de maior fluxo de veículos. Sabemos que as chuvas dificultam o andamento dos serviços, mas seguimos atuando de forma constante para atender às demandas da população”, afirmou o secretário.

A programação da operação tapa-buraco é definida conforme as demandas mais urgentes recebidas pelo canal de atendimento ZapObras, via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484.

Além do Residencial Belita Costa Marques e Residencial São Mateus, os trabalhos também estão em andamento no Jardim Aroeira e Primeiro de Março.

#PraCegoVer
A imagem mostra um trecho da Rua 38, no Residencial Belita Costa Marques, sendo atendido pelas equipes de tapa-buraco da Prefeitura de Cuiabá. No centro da foto, trabalhadores atuam nivelando o cascalho recém-aplicado. Ao fundo, há uma máquina compactadora e um caminhão basculante.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do trigo no Brasil fecha primeiro semestre de 2026 em alta, mas junho registra desaceleração nas negociações

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O mercado brasileiro de trigo encerrou o primeiro semestre de 2026 com tendência de valorização nos preços, apesar da desaceleração observada nas negociações em junho. O cenário foi sustentado principalmente pela baixa disponibilidade de produto da safra velha, estoques internos apertados e maior necessidade de importação para suprir a demanda doméstica.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o comportamento dos preços reflete um equilíbrio ainda frágil entre oferta e demanda.

“O primeiro semestre foi marcado pela recomposição dos preços. A menor disponibilidade de trigo no mercado interno e a necessidade de importação deram sustentação às cotações, mesmo em um ambiente de liquidez bastante limitada”, destacou.

Mercado do trigo acumula altas expressivas no semestre

Apesar da pressão de baixa registrada em junho, o desempenho acumulado do semestre foi positivo nas principais praças do país.

No Paraná, a média dos preços FOB interior encerrou junho em R$ 1.407 por tonelada, com alta acumulada de 19,9% em relação ao fechamento de 2025. No entanto, o mês registrou recuo de 1,6%, influenciado pela menor demanda dos moinhos e pelo enfraquecimento das referências internacionais.

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No Rio Grande do Sul, o movimento de valorização foi ainda mais intenso no semestre, com avanço de 24,9%. Em junho, porém, houve queda de 5,1%, levando a média para R$ 1.290 por tonelada FOB. Mesmo com a correção, o estado segue sustentado pela escassez de trigo remanescente da safra anterior e pelo forte ritmo de exportações ao longo do período.

Ajuste em junho não muda tendência de alta, diz analista

De acordo com Elcio Bento, a retração observada em junho não representa mudança estrutural no mercado, mas sim um ajuste técnico após meses de valorização.

“O que vimos em junho foi muito mais um ajuste técnico do que uma mudança de tendência. A oferta continua limitada, os estoques seguem apertados e isso impede uma queda mais acentuada dos preços”, analisou.

O ambiente de baixa liquidez continua sendo uma característica marcante do mercado físico brasileiro de trigo. Produtores seguem retendo parte do produto, aguardando melhores condições de preços na entressafra, enquanto os moinhos realizam compras pontuais devido à dificuldade de repasse dos custos ao preço da farinha.

Esse desalinhamento entre oferta e demanda mantém o mercado travado e com negociações limitadas.

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Mercado internacional sustenta cenário de preços no Brasil

No mercado externo, o trigo negociado em Kansas acumulou valorização de 15,5% no primeiro semestre de 2026, mesmo com correções pontuais registradas em junho. Já o trigo argentino, referência importante para a paridade de importação brasileira, avançou 6,7% no período.

Por outro lado, a valorização do real frente ao dólar ao longo do semestre contribuiu para reduzir parte da pressão altista que poderia ter sido transmitida ao mercado doméstico.

Perspectivas para o segundo semestre seguem atreladas ao clima e ao câmbio

Para os próximos meses, o mercado brasileiro de trigo deve permanecer sensível a fatores externos e internos. Entre os principais vetores de atenção estão o desenvolvimento da safra nacional, as condições climáticas na Argentina, o comportamento das bolsas internacionais e as oscilações cambiais.

Segundo o analista, esse conjunto de variáveis continuará sendo determinante para a formação de preços no mercado.

“Esse conjunto de fatores continua oferecendo sustentação estrutural aos preços”, concluiu Elcio Bento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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