AGRONEGÓCIO

Show Rural recebe pela primeira vez distribuidores em inox para aproveitamento de autopropelidos

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Na agricultura, todos os detalhes fazem a diferença e são eles que se convertem em maior produtividade e consequentemente mais lucro no final da safra. Sabendo disso, a MP Agro, com sede em Ibaté, interior de SP, participa pela primeira vez da Show Rural Coopavel 2024. Para a feira, que acontece de 5 a 9 de fevereiro, em Cascavel-PR, a empresa levará todo seu portfólio, incluindo uma linha, batizada de Z, exclusiva de transformação de pulverizador antigo em novo distribuidor de fertilizantes autopropelido altamente eficiente e sustentável.

Durante o evento, quem passar pelo estande da empresa, poderá saber mais detalhes de como funciona essa transformação que traz ao produtor grande economia financeira. Isso porque ao invés de ter que se desfazer da máquina e perder dinheiro, ele terá o equipamento transformado, economizando até 80% do valor em relação à aquisição de um novo. Outra importante vantagem da solução da MP Agro é a de poder fazer aplicações em culturas mais altas ou em etapas mais avançadas.

“Com a linha Z é possível utilizar o mesmo rastro do pulverizador na distribuição de fertilizantes, ou seja, com isso pode-se obter um ganho em sacas por hectare de milho apenas evitando o amassamento nas linhas”, explica, Abner Santos, gerente comercial da MP Agro.

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Qualidade e sustentabilidade

A transformação do autopropelido na fazenda além da economia como já destacado, também proporciona ganhos em sustentabilidade, afinal o produtor está reaproveitando um equipamento que na maioria das vezes é descartado e segue poluindo o meio ambiente. Justamente com essa preocupação e foco na maior durabilidade na utilização dos equipamentos em campo, que a linha Z da MP Agro é produzida em inox, material resistente ao efeito da abrasão e corrosão sendo de fácil limpeza por conta da baixa rugosidade e assepsia.

Outros destaques

Na feira também estará exposto o Taurus Robust, distribuidor que entrega um rendimento operacional na aplicação superior a 30% a mais em relação a uma máquina de menor porte, além da economia no consumo de combustível. “Para garantir mais agilidade e precisão no uso do equipamento, os modelos têm agricultura de precisão embarcada, permitindo realizar aplicações através de taxa variável e desligamento de seção”, reforça o especialista da empresa.

Além disso, há um sistema de esteira removível fabricado também 100% em aço inox. Pois, seguindo as outras linhas da marca, tudo é projetado e confeccionado com este material. Dessa forma, elevando a vida útil do equipamento em pelo menos cinco vezes mais, comparado às máquinas oferecidas pelo mercado. Um diferencial que garante a durabilidade sem a necessidade de reparos causados por corrosão.

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Outros produtos que poderão ser conferidos de perto são o já consagrado Taurus 12.000 e a novidade, Nidus 12.000, um distribuidor de acionamento mecânico para quem busca um equipamento robusto, porém mais simplificado para operações em taxa fixa.

A região em que acontece o evento é de extrema relevância para o agronegócio nacional. “Esta é a primeira vez que participamos e entendemos a importância de estar e levar nossas tecnologias ao público cooperativista e principalmente do Paraná. Convidamos a todos para fazer uma visita e conhecer as soluções que a marca tem para facilitar o dia a dia no campo”, finaliza, Karen Moralles, coordenadora de Marketing.

Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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