AGRONEGÓCIO

IPCA de março registra variação de 0,16%: Alimentos e transportes influenciam resultado

Publicado em

No acumulado do ano, o IPCA registra uma alta de 1,42%, enquanto nos últimos 12 meses, a elevação foi de 3,93%, abaixo dos 4,50% observados no período anterior. Em março de 2023, a variação havia sido de 0,71%.

Análise dos Principais Grupos

Dos nove grupos de produtos e serviços analisados, seis registraram aumento em março. O destaque ficou para Alimentação e Bebidas, com uma variação de 0,53% e um impacto de 0,11 ponto percentual. Em seguida, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais apresentou uma alta de 0,43%, contribuindo com 0,06 ponto percentual. Por outro lado, o grupo Transportes teve uma queda de 0,33%, com um impacto negativo de 0,07 ponto percentual.

Destaques e Influências

Na categoria Alimentação e Bebidas, o destaque foi para o aumento nos preços da cebola (14,34%), tomate (9,85%), ovos de galinha (4,59%), frutas (3,75%) e leite longa vida (2,63%). Já na categoria Saúde e Cuidados Pessoais, os maiores aumentos foram observados nos planos de saúde (0,77%) e nos produtos farmacêuticos (0,52%), com destaques para anti-infecciosos e antibióticos (1,27%) e analgésicos e antitérmicos (0,55%).

Leia Também:  Startup Revoluciona Controle Biológico na Agricultura com Tecnologia Inovadora
Variação nos Transportes

No grupo Transportes, a queda nos preços das passagens aéreas (-9,14%) foi um dos principais fatores. Por outro lado, o etanol (0,55%) e a gasolina (0,21%) registraram aumentos, enquanto o gás veicular (-2,21%) e o óleo diesel (-0,73%) tiveram redução nos preços.

Considerações Finais

Apesar das variações nos diversos grupos, o IPCA se manteve estável, refletindo um cenário de equilíbrio nos preços ao consumidor. Essas informações são cruciais para entender a dinâmica econômica do país e auxiliar na tomada de decisões financeiras tanto por parte dos consumidores quanto das empresas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Resultado do processo de escolha de membros do Conselho Tutelar será divulgado no dia 07 de julho

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Confira o resultado do sorteio que levará autistas para o jogo entre Cuiabá e Fluminense neste sábado (30)

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA