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Estacionamento no Parque das Águas é gratuito e cobrança por flanelinhas é proibida

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, usou suas redes sociais nesta terça-feira (7) para esclarecer a população sobre a proibição de cobrança de estacionamento no Parque das Águas por flanelinhas. O parque será palco de quatro dias de eventos em comemoração aos 307 anos de Cuiabá.

Brunini enfatizou que as áreas ao redor do parque, especialmente próximas ao lago de eventos públicos, são de uso público e não podem ser cobradas. “Se alguém estiver cobrando para estacionar, não pague. Não é permitido cobrar estacionamento em área pública, principalmente em eventos feitos com recursos do município”, afirmou o prefeito.

Ele reforçou que flanelinhas ou qualquer pessoa que tente cobrar pelo estacionamento poderá ser acionada pela polícia e levada à delegacia para prestar esclarecimentos sobre a cobrança indevida. “Então, a área no entorno do evento é gratuita. Tudo aqui em volta é público, feito com dinheiro público, não pode pagar”, reiterou.

A programação de aniversário desta terça-feira contará com shows do cantor Dilsinho e da dupla César Menotti & Fabiano, ampliando a diversidade musical do evento. Ao longo de quatro dias, o Parque das Águas receberá mais de 50 atrações nacionais e regionais, todas gratuitas e abertas ao público, oferecendo um espaço de celebração, convivência e valorização da cultura cuiabana.

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Além dos shows, o espaço também sediará a Feira de Artesanato Herança Cuiabana e o Festival do Baguncinha, garantindo atividades para diferentes públicos e faixas etárias durante as comemorações.

Serviço
O cidadão que sofrer cobrança ilegal de estacionamento pode acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. A prática configura crime, podendo ser classificada como ameaça ou extorsão. Para garantir a segurança, o evento contará com policiamento reforçado em todo o entorno do Parque das Águas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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