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Feijão: Mercado do Paraná fica sem liquidez após forte retomada da colheita

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O mercado de feijão no Paraná enfrentou uma baixa liquidez após a colheita ter sido retomada com força no final de semana e nesta segunda-feira (06). Com o tempo ensolarado, muitos produtores voltaram a colher, levando cerealistas e cooperativas a suspenderem as cotações devido ao aumento repentino de oferta.

Ainda assim, houve um grande volume de negócios envolvendo feijão-carioca e feijão-preto, destinados a diversos estados consumidores. O feijão-carioca foi negociado entre R$ 130 e R$ 190, variando conforme a qualidade do lote. Já o feijão-preto teve uma ligeira queda de preço, com os melhores lotes sendo vendidos a R$ 190.

Esse movimento de retração nas cotações por parte das cooperativas e cerealistas se deu como uma resposta ao aumento na oferta, que também criou um cenário de instabilidade para os produtores. A dinâmica do mercado é influenciada por vários fatores, incluindo condições climáticas e demanda por parte de estados consumidores, o que pode resultar em volatilidade nas cotações.

Apesar disso, o cenário geral para o feijão no Paraná mostra sinais de recuperação, com os produtores conseguindo escoar parte de sua produção para outros estados, garantindo uma certa fluidez no mercado mesmo em momentos de incerteza. Com o avanço da colheita, a expectativa é que o mercado ganhe mais estabilidade nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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