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Secretaria da Mulher abre inscrições para curso gratuito de panificação

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A Secretaria Municipal da Mulher (SMM) está com inscrições abertas para o curso gratuito de panificação, em parceria com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). A iniciativa promove a capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade, oferecendo formação profissional e suporte para o desenvolvimento de habilidades empreendedoras.

O curso será realizado no Campus Cuiabá – Bela Vista, de segunda a sexta-feira, das 18h às 22h. Durante as aulas, as participantes terão acesso a conteúdos teóricos e práticos que as prepararão para atuar no mercado de panificação. Ao todo, estão disponíveis 40 vagas gratuitas. As inscrições, iniciadas no dia 14, seguem abertas até 24 de agosto.

A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destacou que, além de incentivar o empreendedorismo, a proposta oferece qualificação profissional, vale-transporte e uma bolsa no valor de R$ 500 para as participantes. Hadassah também esclareceu que o recebimento da bolsa está diretamente vinculado à frequência nas aulas. “É fundamental que apenas mulheres realmente interessadas e com disponibilidade se inscrevam. O interessante é que essa qualificação oferece vale-transporte e uma bolsa de R$ 500 para auxiliar nos estudos”, afirmou.

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As interessadas podem se inscrever por meio do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfSh-kdPVp4L6dKvpOM2KYF2eNx1OmxqNs7nnmnMWUb0i4B8A/viewform. É necessário anexar os documentos exigidos para a inscrição. As vagas são destinadas a mulheres a partir de 16 anos, sem limite máximo de idade. O curso terá início em 8 de setembro.

Veja a lista de documentos exigidos:

  1. Fotografia 3×4, colorida, de frente e recente (pode ser digital);

  2. Certidão de Nascimento, Casamento ou União Estável;

  3. Documento de identidade oficial com foto (frente e verso);

  4. CPF – Cadastro de Pessoa Física;

  5. Título de Eleitor ou comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral (pode ser emitido em www.tse.jus.br/eleitor/servicos/certidoes);

  6. Histórico escolar do Ensino Fundamental completo ou certificado de conclusão equivalente (comprovante de escolaridade ou declaração emitida pela instituição de ensino que ateste a exigência mínima para o curso);

  7. Comprovante de endereço atualizado, emitido há no máximo 60 dias (conta de luz, água, telefone ou cartão de crédito);

  8. Em caso de candidata com deficiência (PcD), laudo médico ou documento que ateste a condição;

  9. Comprovante de inscrição no CadÚnico, caso a candidata seja cadastrada;

  10. Termo de autorização de uso da imagem (Anexo I);

  11. Termo de autorização do responsável legal (apenas para candidatas menores de 18 anos – Anexo II).

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#PraCegoVer

Na imagem principal, mulheres participam de uma aula prática de produção de pães.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Colheita da safra de verão avança com desafios de preços e clima; especialistas alertam para seguro e gestão de perdas

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O avanço da colheita das lavouras de verão no Brasil ocorre em um cenário de produtividade variável e preços pressionados, exigindo atenção redobrada dos produtores rurais. Diante das incertezas climáticas e financeiras, especialistas reforçam a importância de documentar perdas e adotar medidas para resguardar direitos.

Produtividade varia entre culturas e regiões

No caso do arroz, a produtividade tem sido considerada satisfatória em diversas regiões produtoras. No entanto, os preços permanecem abaixo do custo de produção, comprometendo a rentabilidade.

Já a soja apresenta bom potencial produtivo na maior parte do país, embora enfrente impactos pontuais causados pela irregularidade das chuvas, especialmente em áreas afetadas por estiagens.

Riscos climáticos e oscilações afetam atividade rural

Segundo o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, a atividade rural está sujeita a uma série de riscos, como variações climáticas, oscilações de mercado e mudanças cambiais.

Em estados como o Rio Grande do Sul, eventos climáticos extremos, como estiagens e excesso de chuvas, têm provocado perdas expressivas nas últimas safras, especialmente em culturas como soja e milho.

Documentação é essencial para comprovar perdas

Um dos principais desafios enfrentados pelos produtores é a dificuldade para renegociar ou prorrogar contratos de crédito devido à ausência de documentação adequada que comprove os prejuízos.

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De acordo com Buss, em casos de redução de produtividade causada por fatores climáticos, é fundamental a elaboração de um laudo técnico por profissional habilitado, com anotação de responsabilidade técnica, que permita quantificar e justificar as perdas.

Vistorias realizadas por instituições financeiras também podem ser utilizadas como comprovação. No entanto, decretos municipais de emergência ou calamidade não substituem a necessidade de comprovação individual.

Seguro agrícola exige comunicação imediata

Outro ponto de atenção é o acionamento do seguro agrícola. Em caso de sinistro, o produtor deve comunicar imediatamente a seguradora, preferencialmente antes do início da colheita, e aguardar autorização para dar continuidade aos trabalhos.

Durante as vistorias, a recomendação é contar com acompanhamento técnico. Além disso, o produtor deve ler atentamente o laudo antes de assiná-lo e, em caso de discordância, registrar formalmente sua posição.

Mesmo quando há cobertura securitária, a elaboração de laudo agronômico próprio e a organização de documentos que comprovem os investimentos na lavoura continuam sendo medidas essenciais.

Registros podem garantir direitos e facilitar renegociação

A organização de documentos pode ser decisiva em disputas administrativas ou judiciais. Com base nesses registros, o produtor pode avaliar a viabilidade de renegociar ou prorrogar compromissos financeiros.

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O Manual de Crédito Rural prevê a possibilidade de prorrogação de dívidas em casos de perdas comprovadas, sem incidência de juros ou multas, desde que a solicitação seja formalizada antes do vencimento.

Orientação jurídica é recomendada em contratos fora do crédito rural

Para contratos que não fazem parte do sistema de crédito rural, a recomendação segue a mesma linha. Em situações de dificuldade de pagamento, o produtor deve buscar orientação jurídica e iniciar negociações de forma preventiva, antes que o caso evolua para disputas judiciais.

Diante de um cenário desafiador, a adoção de boas práticas de gestão, documentação e planejamento financeiro se torna fundamental para minimizar riscos e garantir a sustentabilidade da atividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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