AGRONEGÓCIO

Santa Catarina destina mais de R$ 20,5 milhões à agricultura familiar para impulsionar produção e permanência no campo

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Os recursos começaram a ser liberados em abril e são administrados pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR), com a colaboração da Epagri e da Cidasc. As iniciativas contemplam desde o incentivo à produção leiteira até ações de sanidade animal, promovendo desenvolvimento econômico e segurança sanitária no estado.

Investimentos diretos em programas de apoio rural

Do valor total, cerca de R$ 15,7 milhões foram destinados a programas do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR) e ações emergenciais, beneficiando 3.463 produtores. Esses recursos têm possibilitado melhorias diretas nas propriedades rurais por meio de programas como:

  • Água no Campo SC
  • Financia Leite SC
  • Financia Agro SC
  • Jovens e Mulheres
  • Reconstrói SC

Além disso, o Pronampe Agro SC garante a subvenção de juros, facilitando o acesso ao crédito com condições mais vantajosas para os produtores.

Apoio à sanidade animal garante continuidade da produção

Outra parcela significativa dos recursos, no valor de R$ 4,8 milhões, foi repassada pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Esses valores permitiram indenizar 193 produtores pela perda de 1.155 animais, em ações voltadas ao abate sanitário. O objetivo é preservar a sanidade dos rebanhos, proteger a saúde pública e garantir a produção de carne e leite em Santa Catarina.

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Governo reafirma compromisso com o campo

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, destacou que os aportes demonstram a prioridade dada ao setor:

“Com esses investimentos, o Governo do Estado reafirma seu compromisso com o fortalecimento da agricultura catarinense, promovendo desenvolvimento econômico, geração de renda e inovação para permanência no campo, como orienta o governador Jorginho Mello.”

Como acessar os recursos

Os produtores interessados devem procurar a Epagri, nos casos de programas vinculados ao FDR, ou a Cidasc, para demandas relacionadas ao Fundesa. O processo começa com a elaboração de um projeto técnico, que é então analisado pela SAR para posterior liberação dos recursos.

Exemplo de transformação no campo

A produtora Angela Bauer Schlosser, de Águas Mornas, é um dos exemplos de como os recursos têm impulsionado a agricultura familiar. Com apoio técnico da Epagri, ela utilizou os recursos do programa Financia Leite SC para melhorar a estrutura da propriedade.

Angela conta que sua ligação com o campo começou ainda na infância:

“Ganhei uma novilha da minha avó quando tinha 12 anos, e desde então me dedico à produção de leite. Agora já estamos na terceira geração cuidando dessa terra.”

Com os investimentos, ela conseguiu instalar cercas, melhorar o galpão e adaptar as porteiras para o trânsito do caminhão de leite.

“Esse programa me ajudou bastante. Gostei muito e aproveitei cada oportunidade. Já estou planejando novos investimentos”, afirma.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

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Fonte: Pensar Agro

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