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FAESC incentiva produtores catarinenses a conhecerem propostas do Sistema CNA para o Plano Safra 2025/2026

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FAESC orienta sobre participação no Plano Safra

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) está orientando os produtores rurais catarinenses a consultarem as propostas apresentadas pelo Sistema CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) ao governo federal para o Plano Agrícola e Pecuário 2025/2026. O conjunto de sugestões foi construído de forma colaborativa com a participação das federações estaduais, sindicatos rurais, produtores e entidades representativas do setor, reunidos em encontros realizados nas regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Conteúdo do documento entregue ao governo

O documento reúne, além das propostas prioritárias, oito capítulos temáticos que detalham os principais desafios e sugestões para o próximo ciclo do Plano Safra. São eles: Introdução, Prioridades no Plano Agrícola e Pecuário, Ampliação do Funding de Recursos, Crédito Rural, Agricultura Familiar, Gestão de Riscos da Atividade Agropecuária, Comercialização e Mercado de Capitais.

Reunião da região Sul foi realizada em Florianópolis

A primeira das reuniões regionais foi realizada em Santa Catarina, no mês de março, na sede do Sistema Faesc/Senar, em Florianópolis. O encontro reuniu representantes das federações dos três estados do Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), sindicatos rurais, produtores, associações e entidades setoriais.

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Durante a reunião, foram apresentadas reivindicações importantes da região, como a necessidade de aprimorar os programas de financiamento voltados aos pequenos e médios produtores, reduzir a burocracia nas instituições financeiras e diminuir os custos acessórios das operações. Também foi enfatizada a importância de garantir recursos para instrumentos de gestão de riscos.

Impactos das enchentes no RS foram destacados

Representantes dos sindicatos rurais e produtores do Rio Grande do Sul também chamaram atenção para os prejuízos causados pelas enchentes ocorridas em maio do ano passado. Conforme relataram, as lavouras de grãos ainda sofrem com baixa produtividade, e muitos agricultores enfrentam dificuldades para obter crédito devido à impossibilidade de renegociar seus financiamentos.

Seguro rural é prioridade, afirma presidente da FAESC

Para o presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, o debate regional foi fundamental para ouvir as demandas dos produtores e formular propostas realistas que assegurem o mínimo de estabilidade para o financiamento da produção agropecuária. Segundo ele, a contratação de seguro rural deve estar entre as prioridades do Plano Safra 2025/2026.

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“O seguro rural é uma preocupação comum a todos os estados do Sul. Embora não seja uma questão de solução imediata, é fundamental avançarmos nesse tema para garantir a segurança dos produtores”, enfatizou Pedrozo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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