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Sakata lança variedades de hortaliças inovadoras para impulsionar rentabilidade e sustentabilidade no campo

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As mudanças climáticas têm representado um desafio significativo para os produtores de hortaliças, afetando diretamente a qualidade e a produtividade das safras. Em resposta a esses desafios, a Sakata, multinacional japonesa de sementes, está lançando no mercado uma série de variedades que prometem revolucionar o manejo agrícola, proporcionando maior resistência a doenças e plantas mais vigorosas, que exigem menos insumos e ocupam menos espaço, resultando em cultivos mais sustentáveis e rentáveis.

Durante a 29ª edição da Hortitec, a maior feira de horticultura da América Latina, que ocorrerá em Holambra (SP) de 19 a 21 de junho, e também na Hortinov, uma experiência prática em inovação agrícola em parceria com a Biotrop, os visitantes terão a oportunidade de conhecer de perto essas novas soluções da Sakata.

Foco em resistência genética e sustentabilidade

Paulo Koch, Diretor de Marketing da Sakata, destaca a importância da resistência genética como uma ferramenta crucial para tornar a agricultura mais sustentável e eficiente. “Nossas pesquisas têm se concentrado especialmente na resistência a doenças, um campo onde temos feito avanços significativos. Por exemplo, desenvolvemos variedades de pimentão que reduzem até 80% o uso de defensivos agrícolas, resultando em custos mais baixos de produção e menor impacto ambiental”, explica Koch.

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Além da resistência genética, a Sakata também está aprimorando o vigor das plantas para enfrentar os desafios climáticos crescentes. Variedades com raízes mais robustas e eficientes na absorção de nutrientes não apenas reduzem a necessidade de fertilizantes, mas também preservam os recursos naturais ao evitar a contaminação do solo e da água.

Compromisso com a sustentabilidade e eficiência

A Sakata também está focada em melhorar a longevidade pós-colheita de seus produtos, minimizando o desperdício de alimentos e otimizando a eficiência da cadeia produtiva. “Menos desperdício significa uma produção mais eficiente, beneficiando tanto os produtores quanto os consumidores e contribuindo para o uso responsável dos recursos naturais”, ressalta Koch.

Inovação e experiência na Hortitec 2024

No estande da Sakata, sob o conceito “Semente a semente, plantamos paixão”, os visitantes poderão explorar variedades de hortaliças lançadas recentemente, como o tomate Leblon, o pimentão Monalisa, a abobrinha Alexa, a cenoura Alanna e o repolho Hoopoe, cada um com características específicas que atendem às demandas do mercado e promovem cultivos mais sustentáveis.

Além das hortaliças, a Sakata também apresentará novidades em flores, incluindo variedades como Begônia Viking, Aster Bonita Top e Lisianthus, proporcionando opções versáteis para decoração e paisagismo.

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A participação da Sakata na Hortitec 2024 não se limitará apenas ao estande, pois os visitantes terão a oportunidade única de participar da Hortinov, um evento de campo que demonstrará na prática o desempenho e os benefícios das novas variedades desenvolvidas pela empresa em parceria com a Biotrop.

Essas iniciativas refletem o compromisso contínuo da Sakata em promover práticas agrícolas sustentáveis e inovadoras, contribuindo para um futuro mais verde e produtivo na agricultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Portos brasileiros avançam em sustentabilidade com foco na redução de emissões e eficiência logística

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O setor portuário global, responsável pela maior parte do comércio internacional e por mais de 95% das exportações brasileiras, intensifica a adoção de práticas sustentáveis diante da pressão para reduzir emissões de gases de efeito estufa. Atualmente, o transporte marítimo responde por cerca de 3% das emissões globais relacionadas à energia, com projeções que indicam possível aumento significativo até 2030 caso não haja mudanças estruturais.

No Brasil, o desafio é ampliado pela combinação entre a movimentação intensa de navios, caminhões e trens nas áreas portuárias, além de limitações históricas de infraestrutura logística terrestre. Diante desse cenário, o governo federal e o setor privado têm ampliado investimentos em soluções voltadas à descarbonização e à eficiência operacional.

Governo amplia políticas de descarbonização no setor portuário

O Ministério de Portos e Aeroportos vem liderando iniciativas para acelerar a transição energética no setor. Entre as ações estão eletrificação de equipamentos, uso de energia em terra para navios atracados (Onshore Power Supply – OPS), monitoramento de emissões e incentivo ao uso de combustíveis de baixo carbono e hidrogênio verde.

O ministro da pasta, Tomé Franca, destaca que a agenda sustentável está no centro da estratégia de modernização logística do país.

“Nosso compromisso é com a construção democrática de políticas públicas que estimulam a sociedade a aderir práticas sustentáveis que estão na agenda dos debates sobre o futuro do Brasil e do nosso planeta”, afirmou.

Política de Sustentabilidade redefine padrões do setor de transportes

Em 2025, foi lançada a Política de Sustentabilidade do modal de transporte, que orienta os setores portuário, aeroportuário e hidroviário com base em critérios ambientais, sociais e de governança (ESG).

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A iniciativa estabelece diretrizes para gestão pública e privada, buscando integrar eficiência operacional, transparência e responsabilidade socioambiental em toda a cadeia logística brasileira.

Segundo o secretário nacional de Portos do MPor, Alex Ávila, os portos assumem papel estratégico na transição energética global.

“Mais do que pontos de passagem e comércio, os portos são estruturas estratégicas para viabilizar novas soluções energéticas e apoiar a descarbonização da navegação”, destacou.

A política também está alinhada aos compromissos climáticos do Brasil no Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Portos brasileiros adotam soluções tecnológicas e energia limpa

Diversos complexos portuários já avançam na implementação de tecnologias voltadas à sustentabilidade e à redução de emissões:

  • Porto de Santos (SP)
    • O maior porto da América Latina implantou sistema de energia elétrica em terra (OPS) para rebocadores atracados. A energia limpa, proveniente da usina hidrelétrica de Itatinga, reduz o uso de diesel e as emissões de CO₂ desde 2024.
  • Porto de Paranaguá (PR)
    • O terminal investe em expansão ferroviária e energia solar. O projeto Moegão, em fase final, ampliará a capacidade logística, enquanto sistemas fotovoltaicos já contribuem para reduzir emissões desde 2023.
  • Porto de Suape (PE)
    • O complexo será o primeiro terminal de contêineres 100% eletrificado da América Latina, com automação e infraestrutura digital integrada. A operação deve iniciar até o fim do ano.
  • Complexo do Pecém (CE)
    • O porto avança na consolidação de um hub de hidrogênio verde, com foco na produção de amônia verde e expansão da infraestrutura energética até 2030.
  • Porto do Açu (RJ)
    • O terminal aposta em um corredor verde para combustíveis de baixo carbono e projetos ligados ao hidrogênio, além de iniciativas para descarbonização da indústria siderúrgica.
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Infraestrutura portuária acelera transição energética no Brasil

O Ministério de Portos e Aeroportos também coordena programas estratégicos para modernizar o setor e reduzir emissões de gases de efeito estufa.

Entre eles está o Índice de Desempenho Ambiental da Navegação (IDA-Navegação), desenvolvido em parceria com a Infra S.A., que avalia embarcações com base em 39 indicadores ambientais, sociais e operacionais.

Outro destaque é o Programa de Descarbonização de Portos (PND-Portos), que estabelece metas para eficiência energética, modernização da infraestrutura e redução progressiva das emissões no setor.

O ministro Tomé Franca reforça que os programas são essenciais para a transformação do modal logístico brasileiro.

“O PND-Portos e o PND-Navegação são instrumentos que vão guiar a transição energética dos setores portuário e aquaviário, alinhando o Brasil às melhores práticas globais”, afirmou.

Na interface com o setor privado, o Pacto pela Sustentabilidade já reconheceu empresas comprometidas com práticas ESG, incluindo iniciativas apresentadas durante conferências internacionais como a COP30, em Belém (PA).

Setor portuário reforça protagonismo na agenda climática global

Com a adoção de novas tecnologias, políticas públicas e investimentos privados, os portos brasileiros se consolidam como peças-chave na estratégia nacional de descarbonização.

A tendência é que a combinação entre energia limpa, digitalização e eficiência logística transforme o setor em um dos principais vetores da transição energética do país nas próximas décadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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