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Saiba como usar as cadeias curtas na sua produção

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A ISLA Sementes, empresa brasileira com o mais diversificado portfólio de sementes de hortaliças, flores, ervas, temperos e microverdes do país, traz mais informações sobre como funcionam as cadeias curtas e seus tipos.

As três tipologias de cadeias curtas ajudam a aproximar o produtor do consumidor final e do distribuidor, o que traz uma relação de ainda mais transparência e confiança que também é refletida na qualidade do produto.

De acordo com estudos voltados ao tema, entre os três tipos de cadeias curtas estão: Face a Face, Proximidade Espacial e Cadeias espacialmente estendidas. Vamos entender o que são cada uma delas:

O primeiro tipo, a “Face a face” é quando os agricultores têm um contato direto com os consumidores e aspectos sociais como confiança, autenticidade e interação pessoal são essenciais ao seu funcionamento.

O segundo tipo é o de proximidade espacial no qual os produtos são produzidos e distribuídos em uma região específica e os consumidores buscam estes alimentos no local de produção ou em locais de comercialização.

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E o terceiro tipo é o de cadeias espacialmente estendidas que são aquelas em que é necessária a transmissão e a tradução de valores e informações em torno dos produtos e do local de produção aos consumidores de fora da região de produção. Pode ser usado efeitos de reputação, via Selos de certificação ou Códigos de produção aproximam consumidores de produtores.

Entre os principais benefícios dessa prática estão a qualidade dos alimentos, menor impacto ambiental, relação mais próxima entre o consumidor e o produtor, ajuda no desenvolvimento econômico local e estimula a diversificação da produção.

Como atuar?

Para atuar com cadeias curtas é importante pesquisar e identificar os mercados locais, como feiras, mercados de agricultores ou programas de alimentos, onde você poderá vender diretamente suas hortaliças, avaliar a demanda e a preferência local.

Além disso, ter parcerias com outros produtores locais, cooperativas ou associações envolvidas no meio é essencial. Isso aumenta sua presença no mercado, contribui no compartilhamento de custos e amplia a variedade de produtos disponíveis, atraindo ainda mais consumidores.

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Conforme a sazonalidade, atente-se à qualidade e diversidade dos seus produtos. Ter canais de comunicação direta com o consumidor pode colaborar na divulgação do seu serviço a criar confiança e a fidelizar os clientes.

Por fim, comparecer a feiras de agricultores, eventos locais e programas de alimentos orgânicos ou de agricultura familiar ajudam a criar oportunidades de comercialização direta, networking com outros produtores e acesso aos consumidores.

Fonte: HochMüller

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil eleva importações de lácteos e acende alerta para impacto do leite em pó da Argentina e Uruguai

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Importação de lácteos cresce e reforça dependência do mercado externo

O Brasil registrou aumento nas importações de produtos lácteos em maio de 2026. O volume total atingiu 220,29 milhões de litros, alta de 3,47% em relação a abril, segundo análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o país já importou 1,02 bilhão de litros, avanço de 96,9 milhões de litros em comparação com o mesmo período de 2025. O movimento reforça a crescente participação do leite importado no abastecimento do mercado interno.

Argentina e Uruguai dominam fornecimento de lácteos ao Brasil

O levantamento do Imea mostra forte concentração das importações brasileiras em dois países do Mercosul.

A Argentina respondeu por 66,34% das compras externas de lácteos do Brasil em 2026, enquanto o Uruguai teve participação de 23,02%. Juntos, os dois países representam 89,37% de todo o volume importado pelo mercado brasileiro.

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Segundo o instituto, esse cenário reforça a dependência regional do Brasil em relação aos fornecedores sul-americanos, especialmente no segmento de leite em pó.

Leite em pó lidera importações e representa mais de 70% do total

Entre os produtos lácteos adquiridos pelo Brasil no mercado externo, o leite em pó segue como o principal item importado, representando 74,11% de todo o volume em 2026.

A predominância do produto evidencia sua importância na composição da oferta interna, sobretudo para indústrias de processamento e recomposição de derivados lácteos.

Caso de dumping leva à adoção de medidas antidumping pela Camex

O cenário ganhou repercussão após a confirmação, pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), da prática de dumping nas exportações de leite em pó da Argentina e do Uruguai destinadas ao Brasil.

Diante disso, foi aprovada a aplicação de direitos antidumping por até cinco anos sobre o leite em pó integral e desnatado não fracionado originado dos dois países.

No entanto, a medida teve sua cobrança temporariamente suspensa, enquanto são avaliados possíveis impactos sobre a economia e o comportamento dos preços internos.

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Mercado segue estável no curto prazo, aponta Imea

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, enquanto as análises da Camex seguem em andamento, o fluxo de importações deve permanecer sem grandes alterações no curto prazo.

Na prática, isso significa que o abastecimento do mercado brasileiro de lácteos continua sustentado nos níveis atuais, mantendo a relevância dos fornecedores externos, especialmente no segmento de leite em pó.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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