AGRONEGÓCIO

Prefeitura tem novos secretários adjuntos na Cultura e Educação

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou nesta quarta-feira (19) alterações e remanejamentos em seu staff, com foco na otimização da gestão da Educação e da Cultura na capital mato-grossense. As alterações foram definidas durante reunião no gabinete do chefe do Executivo municipal.

Na Secretaria Municipal de Educação (SME), o prefeito nomeou o ex-secretário de Estado, Amauri Monge Fernandes, como novo secretário-adjunto da pasta. Ele assume o cargo no lugar de Vilmara Vidica, conhecida como Bombom, que foi transferida para a Secretaria Municipal de Cultura. Agora, Vilmara será adjunta de Jhonny Everson, responsável pela pasta.

Além de Amauri Monge Fernandes, a SME também contará com uma nova adjunta de gestão. A contadora Jéssika Nayara foi nomeada para reforçar a administração da secretaria, trazendo sua experiência para melhorar os processos internos e administrativos.

Abilio Brunini destacou que as mudanças fazem parte de um esforço para aperfeiçoar a gestão das duas áreas. “Nosso objetivo é dar mais eficiência à administração municipal, fortalecendo as políticas públicas para que Cuiabá avance na Educação e na Cultura”, afirmou o prefeito.

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Ao assumir o novo cargo, Amauri Monge Fernandes ressaltou sua missão de elevar a qualidade do ensino em Cuiabá. “Junto com a professora Solange, vamos trabalhar para colocar a cidade entre as primeiras em educação no país. Determinaremos políticas públicas que levem a educação de Cuiabá a um novo patamar”, afirmou.

Formado em Direito, Amauri Monge tem pós-graduação em Direito Administrativo, mestrado em Administração e Gestão Pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e atualmente é doutorando em Gestão Pública pela Universidade de Lisboa.

Com as mudanças, a gestão Abilio Brunini reforça sua aposta em uma equipe técnica para modernizar e qualificar os serviços prestados à população.

# PraCegoVer
A imagem principal retrata os integrantes da equipe liderado pelo prefeito Abilio Brunini. Ao centro está o prefeito com sua tradicional camiseta cinza e o punho cerrado, uma de suas poses tipicas. Junto dele estão os integrantes da equipe que passaram pelas mudanças citadas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Soja ganha força no mercado brasileiro, enquanto milho enfrenta pressão com safra recorde e concorrência internacional

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Relatório do Rabobank aponta alta nos preços da soja impulsionada por exportações e processamento doméstico, enquanto milho sofre impacto da ampla oferta global e avanço da segunda safra brasileira.

Mercado de grãos apresenta movimentos distintos em junho

O mercado brasileiro de grãos iniciou junho com comportamentos opostos para soja e milho. Enquanto a oleaginosa registrou valorização sustentada pela forte demanda externa e pela indústria de esmagamento, o milho enfrentou pressão nos preços diante da expectativa de uma safra robusta e da concorrência crescente de exportadores como Estados Unidos e Argentina.

De acordo com levantamento divulgado pelo Rabobank em seu relatório mensal sobre grãos e oleaginosas, os preços da soja pagos ao produtor avançaram cerca de 2% em junho na comparação com o mês anterior. Já o milho registrou retração de aproximadamente 4%, refletindo o cenário de maior oferta e menor competitividade no mercado internacional.

Exportações de soja batem ritmo forte em 2026

O desempenho das exportações continua sendo um dos principais fatores de sustentação para o mercado da soja brasileira. Em maio, o Brasil embarcou 14,8 milhões de toneladas da commodity, volume 5% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques atingiram 55 milhões de toneladas, crescimento de 7% em relação ao ano passado.

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Segundo o Rabobank, a combinação entre safra recorde e elevada competitividade da soja brasileira no mercado global tem favorecido o desempenho exportador, consolidando o país como principal fornecedor mundial da oleaginosa.

Além das exportações, a demanda interna para processamento segue aquecida, contribuindo para a sustentação dos preços pagos aos produtores nas principais regiões agrícolas.

Milho enfrenta cenário mais desafiador

Diferentemente da soja, o milho encontra um ambiente de mercado mais pressionado. As exportações brasileiras do cereal somaram apenas 250 mil toneladas em maio, volume 47% inferior ao registrado no mês anterior. O Rabobank projeta que os embarques de milho em 2026 deverão ficar abaixo dos volumes observados em 2025.

A forte concorrência dos Estados Unidos e da Argentina, associada à ampla disponibilidade interna do grão, tem reduzido o poder de reação dos preços no mercado doméstico.

Safrinha avança e reforça perspectiva de grande oferta

A colheita da segunda safra de milho, principal responsável pela produção nacional do cereal, alcançou aproximadamente 7% da área cultivada, índice superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

As condições das lavouras permanecem favoráveis em importantes regiões produtoras, especialmente em Mato Grosso. Entretanto, o banco alerta para possíveis perdas localizadas em estados como Goiás, Tocantins e Minas Gerais devido às condições climáticas observadas ao longo do ciclo.

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Mesmo com esses desafios pontuais, a instituição mantém projeção de uma safra expressiva, estimando a produção brasileira de milho em 138 milhões de toneladas na temporada 2025/26.

Comercialização segue cautelosa

O relatório também aponta que produtores continuam adotando postura seletiva na comercialização, acompanhando a evolução dos preços e as condições de mercado. No caso da soja, a valorização recente tem favorecido novos negócios. Já no milho, a expectativa de ampla oferta mantém vendedores mais cautelosos em relação aos volumes a serem negociados.

Perspectivas para o segundo semestre

A tendência para os próximos meses indica manutenção da firmeza no mercado da soja, sustentada pelo forte ritmo exportador e pela demanda industrial. Para o milho, o cenário permanece mais desafiador, com preços dependentes do comportamento das exportações, da competitividade brasileira frente aos concorrentes globais e da consolidação da safra recorde projetada para esta temporada.

Com a colheita da safrinha avançando e a oferta aumentando gradativamente, o mercado seguirá atento aos fluxos internacionais de comércio e às condições climáticas nas principais regiões produtoras do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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