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Prefeitura conhece ações da Solar Coca-Cola e estuda parceria em projetos

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A Prefeitura de Cuiabá e a empresa Solar Coca-Cola estreitaram laços em uma reunião realizada nesta sexta-feira (21) com secretários municipais, com o objetivo de promover ações conjuntas por meio de parcerias público-privadas.

A primeira reunião integrada entre as secretarias municipais e a Solar Coca-Cola foi convocada pela Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTur).

O secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, destacou que pauta bsucou viabilizar ações em benefício da população de Cuiabá.

“Buscamos realizar essa primeira reunião de aproximação, que resultará em novas reuniões mais técnicas, nas quais a Coca-Cola será uma grande parceira da Prefeitura de Cuiabá em diversas ações sociais, ambientais e econômicas”, destacou o secretário.

Ainda foram discutidas as dificuldades enfrentadas no âmbito ambiental com o secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e Sustentável, José Afonso Portocarrero, e a possibilidade de parcerias na ação do aniversário de Cuiabá, que realizará um grande mutirão de limpeza na cidade com o diretor-geral da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), Reginaldo Teixeira.

Também foram discutidas pautas com a Secretaria Municipal da Mulher (SMM), como a capacitação e disponibilização de empregos. A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, observou que o orçamento da pasta é pequeno e, por isso, considera a parceria com a Coca-Cola como fundamental.

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“A Secretaria da Mulher tem o papel principal de acolher mulheres vítimas de violência, mas a ordem do prefeito é clara: precisamos fazer mais, entregar algo a mais para essas mulheres. Hoje, estamos trabalhando para além do acolhimento, qualificando essas mulheres em diversas áreas e oferecendo oportunidades. Estamos focados na possibilidade de inserção no mercado de trabalho e já temos um bom banco de parceiros, que tem nos ajudado a ofertar vagas. Enxergamos a Coca-Cola como um parceiro importante também no desenvolvimento do empreendedorismo feminino”, afirmou Hadassah Suzannah.

Cidinha Fávero, diretora regional da Solar Coca-Cola, destacou que a empresa já possui diversas iniciativas de parcerias, especialmente nas áreas de sustentabilidade, pauta da mulher e empregabilidade.

“Ficamos muito felizes em estreitar os laços com a prefeitura. Como uma marca empregadora, temos o compromisso de melhorar o nosso entorno. Queremos ampliar bastante as parcerias, especialmente nas áreas de sustentabilidade, pauta da mulher e empregabilidade. Temos algumas iniciativas para avançarmos ainda mais e também para desenvolver as pessoas que hoje buscam um emprego, mas não têm a capacitação necessária. Acredito que, com isso, podemos evoluir cada vez mais nesta parceria”, afirmou Cidinha.

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A visita, que incluiu um tour pelas dependências da empresa, também contou com a participação da equipe técnica da Solar Coca-Cola, que apresentou aos secretários os projetos em andamento e as possíveis áreas de parceria. Participaram da reunião Stefanya Paiva (Secretária-adjunta da Mulher), Gustavo Vandoni (secretário adjunto de Turismo) e a equipe da Solar Coca-Cola: Thiago Goes (gerente comercial), Thiago Rocha (gerente de logística), Karla Campos (gerente de RH), Monique Pinto (gerente de marketing) e Leandro Errante (gerente industrial).

#PraCegoVer

Na imagem principal mostra os secretários municipais, a diretora regional e a equipe técnica da Solar Coca-Cola reunidos durante reunião realizada na empresa. Abaixo tem uma galeria de fotos, que mostra o momento da visita.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de suco de laranja encerram safra 2025/26 com receita 30% menor apesar de volume estável

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As exportações brasileiras de suco de laranja encerraram a safra 2025/26 com volume praticamente estável, mas registraram forte queda na receita em consequência da retração da demanda global e do recuo dos preços internacionais. Os embarques totalizaram 746,9 mil toneladas de FCOJ (Frozen Concentrated Orange Juice) equivalente, alta de apenas 0,2% em relação às 745,7 mil toneladas exportadas na safra anterior.

Em contrapartida, a receita cambial caiu cerca de 30%, passando de US$ 3,42 bilhões na temporada 2024/25 para US$ 2,38 bilhões na safra 2025/26. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), referentes às exportações realizadas pelo Porto de Santos, compilados pela CitrusBR.

Segundo a entidade, o resultado reflete um cenário de ajuste do mercado internacional após o período de preços elevados registrado nas últimas safras.

Demanda enfraquecida reduz receita das exportações

De acordo com o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, os elevados preços praticados nas últimas temporadas levaram muitos consumidores a substituírem o suco de laranja por bebidas mais acessíveis. Além disso, problemas de qualidade provocados pelas condições climáticas adversas e pelo avanço do greening também influenciaram o comportamento da demanda mundial.

Esse conjunto de fatores provocou uma forte correção nas cotações internacionais, reduzindo significativamente o faturamento do setor exportador brasileiro, mesmo com o volume embarcado praticamente inalterado.

Estados Unidos assumem liderança entre os compradores

A principal mudança na geografia das exportações ocorreu no mercado norte-americano.

Os Estados Unidos ultrapassaram a União Europeia e se consolidaram como o maior destino individual do suco de laranja brasileiro durante a safra 2025/26.

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As importações norte-americanas alcançaram 355,8 mil toneladas de FCOJ equivalente, crescimento de 16,3% na comparação com as 305,8 mil toneladas registradas na temporada anterior. Com isso, o país passou a responder por quase 48% de todo o volume exportado pelo Brasil, ante aproximadamente 40% na safra passada.

Apesar do aumento dos embarques, a receita obtida com as vendas aos Estados Unidos recuou 20,6%, totalizando cerca de US$ 1,08 bilhão, reflexo direto da queda dos preços internacionais.

União Europeia perde participação nas exportações

Historicamente principal destino do suco brasileiro, a União Europeia registrou retração tanto em volume quanto em receita.

As exportações para o bloco caíram 10,9%, passando de 376,5 mil para 335,2 mil toneladas de FCOJ equivalente. O faturamento recuou aproximadamente 38%, encerrando a safra em cerca de US$ 1,11 bilhão.

Com esse desempenho, a participação da União Europeia no total exportado diminuiu de aproximadamente 50% para cerca de 45%, abrindo espaço para o avanço dos Estados Unidos e de outros mercados internacionais.

China amplia compras

A China apresentou um dos melhores desempenhos entre os principais destinos do suco brasileiro.

As importações cresceram 26% na safra 2025/26, passando de 20,1 mil para 25,5 mil toneladas de FCOJ equivalente.

A receita acompanhou esse avanço de forma mais moderada, registrando alta de 1% e atingindo aproximadamente US$ 70,3 milhões.

O resultado reforça o potencial do mercado chinês como um dos principais vetores de crescimento das exportações brasileiras nos próximos anos.

Japão registra maior queda entre os principais mercados

O mercado japonês apresentou a retração mais significativa da temporada.

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O volume embarcado caiu 28,6%, recuando de 20,1 mil para 14,3 mil toneladas de FCOJ equivalente.

A receita sofreu impacto ainda maior, com queda de 45,9%, totalizando aproximadamente US$ 58,9 milhões. O resultado foi consequência da combinação entre menor demanda e redução dos preços praticados naquele mercado.

Exportações seguem abaixo dos níveis históricos

Os números da safra 2025/26 confirmam que o setor ainda opera abaixo dos volumes registrados na última década.

Entre as safras 2014/15 e 2023/24, o Brasil exportou frequentemente volumes próximos ou superiores a 1 milhão de toneladas de FCOJ equivalente. Nas duas últimas temporadas, porém, os embarques permaneceram abaixo de 750 mil toneladas, refletindo os desafios enfrentados pela citricultura nacional.

Apesar disso, o país mantém a liderança global nas exportações de suco de laranja, abastecendo os principais mercados consumidores do mundo.

Perspectivas para o setor

O desempenho da próxima safra dependerá da recuperação da demanda internacional, da evolução dos preços globais e das condições da produção brasileira.

Além do comportamento do consumo, o setor continuará monitorando os impactos do greening, considerado atualmente o principal desafio fitossanitário da citricultura, e das condições climáticas sobre a produtividade dos pomares.

A expectativa do mercado é que uma combinação entre maior oferta, estabilização dos preços e retomada gradual da demanda internacional contribua para melhorar o desempenho das exportações brasileiras nas próximas temporadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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