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Setor lácteo repudia campanha da NotCo e defende benefícios do leite para a saúde humana

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Coalizão do setor lácteo reage a campanha da NotCo

Diante da veiculação de uma campanha publicitária considerada difamatória pela empresa NotCo, diversas entidades representativas do setor lácteo brasileiro uniram forças para defender a importância do leite na alimentação humana. A mobilização tem como objetivo esclarecer a população e exigir a retirada do conteúdo, considerado desrespeitoso e desinformativo.

Valor nutricional do leite é amplamente reconhecido

As entidades destacam que o leite é um alimento de origem animal altamente nutritivo, rico em cálcio, vitaminas e proteínas de alto valor biológico. Além de ser acessível economicamente, o leite está presente na dieta de milhões de brasileiros, de diferentes idades e classes sociais.

O setor é composto por mais de 1 milhão de produtores no país, com um rebanho de 15,6 milhões de vacas, que produzem cerca de 35 bilhões de litros de leite por ano, movimentando a economia em todas as regiões do Brasil. O produto é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde como essencial para uma dieta equilibrada e o desenvolvimento humano.

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Campanha é criticada por falta de embasamento e linguagem ofensiva

A campanha da NotCo, assinada pela agência David, é alvo de críticas por associar, de forma generalizada e sem respaldo científico, o consumo de leite a problemas gastrointestinais.

As entidades denunciam o uso de símbolos da memória afetiva brasileira com o intuito de desacreditar o leite, adotando uma abordagem considerada jocosa e irresponsável, que estimula o medo e a desinformação entre os consumidores.

Conar recomenda retirada da campanha do ar

A controvérsia em torno da campanha levou o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) a se manifestar. Em decisão divulgada na última sexta-feira (4/7), o órgão recomendou a retirada das peças publicitárias das plataformas digitais.

Setor cobra responsabilização e medidas contra desinformação

As entidades signatárias do manifesto exigem a suspensão imediata da campanha nas plataformas digitais, com base na orientação de combate à disseminação de fake news. Também pedem providências legais diante dos danos causados ao setor produtivo, ressaltando que o ataque não afeta apenas empresas ou produtores, mas toda a cadeia láctea e os consumidores brasileiros.

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Entidades signatárias da nota:

  • Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite)
  • Viva Lácteos – Associação Brasileira de Laticínios
  • Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios (G-100)
  • Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (ABIQ)
  • Associação Brasileira de Leite Longa Vida (ABLV)

Brasília, 8 de julho de 2025

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Zelensky endurece discurso e alerta Rússia após ataques: “Se a Ucrânia pegar fogo, Moscou também pegará”

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, elevou o tom contra a Rússia nesta quinta-feira (18) ao afirmar que Moscou poderá enfrentar consequências cada vez mais severas caso os ataques russos ao território ucraniano continuem. A declaração foi feita após uma nova onda de ataques com drones atingir a capital russa durante a madrugada.

Segundo Zelensky, a ofensiva ucraniana foi uma resposta direta aos recentes bombardeios promovidos pela Rússia, que resultaram em mortes e danos significativos à infraestrutura civil da Ucrânia, incluindo um ataque que atingiu o histórico Mosteiro de Pechersk Lavra, em Kiev.

“Não queremos essa guerra, nunca quisemos, e todos sabem disso. Mas, se a Ucrânia pegar fogo, a sua Moscou pegará fogo”, declarou o presidente ucraniano em mensagem enviada a jornalistas.

Ataques atingem Moscou e refinaria de petróleo

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades russas, dezenas de drones foram lançados contra Moscou durante a madrugada. Entre os alvos atingidos está uma refinaria de petróleo da capital, que sofreu impactos pela segunda vez na mesma semana.

Os ataques refletem uma intensificação das operações de ambos os lados do conflito, que já ultrapassa quatro anos e segue sem perspectivas concretas de encerramento.

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Analistas avaliam que a ampliação das ofensivas em território russo busca aumentar a pressão sobre o governo do presidente Vladimir Putin, especialmente em um momento de crescente desgaste econômico e militar provocado pela guerra.

Ataque em Kiev deixou mortos e atingiu patrimônio histórico

Na última segunda-feira, uma ofensiva russa com drones e mísseis deixou pelo menos dez mortos em diferentes regiões da Ucrânia. Um dos alvos foi o tradicional Mosteiro de Pechersk Lavra, considerado um dos principais símbolos religiosos e históricos do país.

O episódio provocou forte reação do governo ucraniano e ampliou os pedidos por apoio internacional para reforçar a defesa aérea do país.

Defesa aérea e novas medidas serão debatidas na Otan

Zelensky participa nesta quinta-feira de reuniões com aliados da Ucrânia em Bruxelas, onde a ampliação da assistência militar estará entre os principais temas da agenda.

Entre as propostas em discussão estão o fortalecimento dos sistemas de defesa aérea fornecidos pela OTAN e o desenvolvimento de uma estrutura integrada de defesa contra mísseis balísticos envolvendo Ucrânia e países parceiros.

O presidente ucraniano argumenta que a ampliação dessas capacidades é fundamental para proteger cidades, instalações estratégicas e a população civil dos ataques russos.

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Ucrânia pede novas sanções contra a Rússia

Além do apoio militar, Zelensky voltou a defender o endurecimento das sanções econômicas contra Moscou. O líder ucraniano pediu que Europa, Estados Unidos e demais aliados ampliem as restrições aos setores de energia, defesa e finanças da Rússia.

Segundo ele, o aumento da pressão econômica é uma das principais ferramentas para forçar o Kremlin a rever sua estratégia militar e buscar uma solução para o conflito.

“Todos precisam pressionar Putin: ucranianos, europeus, norte-americanos e também os russos. É hora de encarar a realidade e pressionar seu líder”, afirmou.

Guerra segue sem perspectiva de trégua

O conflito entre Rússia e Ucrânia continua sendo um dos principais focos de instabilidade geopolítica global, com impactos diretos sobre os mercados internacionais, energia, fertilizantes, commodities agrícolas e cadeias de abastecimento.

A escalada dos ataques em ambos os territórios aumenta as preocupações da comunidade internacional sobre uma possível ampliação da guerra e seus reflexos sobre a economia mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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