AGRONEGÓCIO

Tecnologia em biológico da Corteva Agriscience traz eficácia no controle de nematoides nas principais culturas agrícolas

Publicado em

Os nematoides são pragas que podem causar prejuízos imensos às lavouras brasileiras. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nematologia, os nematoides podem causar prejuízos anuais de até R$ 36 bilhões, com perdas superiores a 50% nas lavouras de soja e de até 35% no milho. Para controlar esta praga, o produtor rural possui diversas ferramentas para tratar as sementes, como o Lumialza™, nematicida biológico da Corteva Agriscience que possui a bactéria Bacillus amyloliquefaciens (cepa PTA-4838). Trata-se de um organismo que coloniza a região da raiz para criar uma barreira biológica contra uma ampla gama de nematoides nocivos, sem interrupção das atividades de organismos benéficos ao solo. Além disso, oferece uma proteção eficiente logo no início do estabelecimento da cultura, podendo estender-se por mais de 80 dias.

A Corteva realizou um estudo, durante a segunda safra de milho em 2023, em mais de 400 áreas comerciais de todas as regiões brasileiras, para comparar o uso de LumialzaTM com o tratamento padrão no controle de nematoides. Segundo o levantamento, houve um incremento médio de 4 sacas por hectare nas áreas onde havia o tratamento com LumialzaTM comparando com as áreas sem o uso do bionematicida. A pesquisa detectou outras melhorias, como vigor de planta, comprimento de raiz, diâmetro de colmo e peso de grão. Vale destacar que os níveis de infestação de nematoides nestas mais de 400 áreas variavam entre alto, médio, baixo e sem a presença da praga, mostrando os benefícios do LumialzaTM mesmo em áreas sem nematoides.

Leia Também:  Agritech Apresenta Nova Tecnologia para Modernizar Lavouras de Café na Expocafé

“O tratamento de sementes é fundamental para que o agricultor tenha sua lavoura protegida contra os nematoides, evitando severas perdas produtivas ocasionadas pela praga. LumialzaTM é uma ferramenta que traz eficiência no controle de nematoides, e esta recente pesquisa desenvolvida pela Corteva atestou isso em todas as regiões brasileiras”, destaca Dante Queiroz, líder do Portfólio de Tratamento de Sementes da Corteva.

Lumialza™ é indicado para controlar as principais raças de nematoides, como os nematoides-das-galhas (como o Meloidogyne incognita), os nematoides-de-cisto (Heterodera glycines) e nematoides-das-lesões-radiculares (Pratylenchus spp), em soja e milho, ativando a produção de hormônios na planta, proporcionando maior desenvolvimento radicular e da parte aérea. Recentemente, o produto recebeu registro para controlar o nematoide-das-galhas (Meloidogyne javanica) em soja, do nematoide-das-lesões (Pratylenchus zeae) em milho e do nematoide reniforme (Rotylenchulus reniformis) em algodão.

Além de ser uma ferramenta eficiente para as estratégias de gerenciamento de nematoides, Lumialza™ ajuda na rápida germinação e contribui para a saúde e restauração do solo de forma sustentável, beneficiando o futuro e a prosperidade do campo.

Portfólio completo de tratamento de sementes é diferencial da Corteva

Além do nematicida biológico LumialzaTM, a Corteva segue fortalecendo a sua atuação no mercado de tratamento de sementes com ampliação de portfólio, serviços e infraestrutura industrial aos parceiros comerciais.

O inseticida Dermacor® oferece controle das principais pragas de solo e foliares iniciais, como Elasmo e Spodoptera frugiperda, trazendo ao produtor ótima manutenção do estande e rápido estabelecimento da cultura, maximizando o potencial produtivo da semente tratada.

Leia Também:  Exportações sustentam alta nos preços do arroz no Sul, mesmo com baixa liquidez

Por fim, Rancona®T é um tratamento fúngico de sementes que protege a lavoura contra as doenças da soja, trazendo formulação que combina um fungicida de contato e sistêmico, com amplo espectro de ação e alta eficácia no controle de fungos de semente e de solo.

Para fortalecer sua atuação em tratamento de sementes, a Corteva conta com o CSAT – Centro de Tecnologia para Tratamento de Sementes, em Formosa (GO), o primeiro da empresa na América Latina e segundo no mundo, que oferece conhecimento e serviços para potencializar a produção e investimento dos multiplicadores, marcas internas e produtores. O CSAT foi projetado com os mais avançados equipamentos do setor, fomentando o desenvolvimento de aplicações alinhadas com as necessidades do produtor rural brasileiro.

Todo o portfólio de tratamento de sementes da Corteva está integrado ao Seed Apply Technologies (SAT), que engloba tecnologias aplicadas que ajudam a maximizar a produtividade e a lucratividade da lavoura, com soluções que proporcionam raízes fortes e saudáveis e melhor desenvolvimento da planta, e profissionais especializados em tratamento de sementes e produtos testados com foco em desempenho, qualidade e germinação, ajudando na obtenção do máximo potencial produtivo.

A Corteva utiliza, dentro de suas marcas de sementes Pioneer® e Brevant® Sementes, o LumiGENTM, conjunto de soluções em tratamento de sementes que genética, produtos, tecnologias e serviços para as culturas de milho, soja e sorgo, atendendo às diversas necessidades dos produtores, como fungicidas, inseticidas, bionematicidas e bioestimulantes.

Fonte: Corteva

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Multas por descumprimento do piso mínimo do frete disparam e somam mais de R$ 127 milhões em 2025

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Uma nova abordagem no controle de doenças de plantas

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA