AGRONEGÓCIO

Agritech Apresenta Nova Tecnologia para Modernizar Lavouras de Café na Expocafé

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A Agritech marca presença na Expocafé, em Três Pontas (MG), entre os dias 4 e 6 de junho, apresentando sua mais recente inovação: a série AGT-25. Reconhecida por sua expertise na fabricação de tratores, microtratores e implementos agrícolas destinados à agricultura familiar, a empresa traz para o evento um equipamento que combina tecnologia avançada, conforto, desempenho e versatilidade, sendo indicado para diversas etapas da produção de café, desde o preparo do solo até o transporte da colheita.

O grande destaque do AGT-25 é o Motor Mitsubishi de 3 cilindros aspirado, com 24cv, que proporciona potência e eficiência para as tarefas no campo. Com nove marchas à frente e três à ré, tomada de força de 540 e 1000 RPM, tração 4×4, câmbio lateral e levante hidráulico, o trator oferece a melhor relação custo-benefício da categoria.

Segundo Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, Coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, o modelo AGT-25 atende perfeitamente às necessidades das pequenas propriedades e culturas que demandam tratores estreitos e compactos, como é o caso das operações em estufas.

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Perspectivas Favoráveis para o Café Brasileiro

A apresentação da série AGT-25 na Expocafé coincide com um momento promissor para o café brasileiro. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção total de café no Brasil em 2024 está estimada em 60,2 milhões de sacas de 60 kg, representando um aumento de 5,6% em relação ao ano anterior. A produtividade média da safra que está sendo colhida também deve crescer 4,2% em comparação com o ciclo de 2023.

Para Oliveira, esses números positivos alimentam o otimismo na Expocafé, especialmente para o AGT-25, que oferece benefícios e tecnologias inovadoras para os produtores de café que buscam aprimorar suas operações. A expectativa é de um aumento nas vendas, impulsionado pelo cenário favorável do mercado cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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