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Prefeito se reúne com moradores e anuncia medidas para garantir regularização de condomínios no Lavras do Sutil e Minas

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, se reuniu na manhã deste sábado (25) com moradores dos condomínios Lavras do Sutil I e II, no bairro Rodoviária Parque, e do Condomínio Minas (Minas Cuiabá), na região do bairro Porto, para tratar do processo de regularização fundiária das áreas. O encontro contou com a presença da secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Michelle Dreher, do procurador-geral do município, Dr. Luiz Antônio, e dos vereadores Rafael Ranalli e Maysa Leão.

Cerca de 700 famílias que residem nos conjuntos habitacionais vivem atualmente situação de insegurança jurídica, após o início de uma disputa judicial que ameaça a posse dos imóveis. Moradores relataram à Prefeitura estarem sendo pressionados a pagar novamente por propriedades que já haviam quitado.

Durante a reunião, o prefeito Abilio Brunini garantiu que a Prefeitura vai atuar de forma firme e responsável para impedir que as famílias sejam prejudicadas e para assegurar o direito à moradia.

“Essas famílias construíram suas vidas nesses locais, pagaram por suas casas e vivem de forma pacífica há décadas. O poder público não vai se omitir diante dessa injustiça. Estamos trabalhando para garantir segurança jurídica e o direito à moradia de cada uma dessas pessoas. A Prefeitura está do lado do povo e vai agir com todos os instrumentos legais disponíveis para resolver essa situação de forma definitiva”, afirmou o prefeito Abilio Brunini.

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Após receber as demandas, a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária realizou visita técnica e social aos condomínios para verificar a situação documental e social das famílias. Com base nesse levantamento, foi instaurada uma portaria de Reurb (Regularização Fundiária Urbana), dando início formal ao processo de regularização das áreas.

Segundo a secretária Michelle Dreher, a ação é fundamental para garantir o direito à moradia e a segurança jurídica dos moradores.

“Essas pessoas compraram seus imóveis de boa-fé, vivem no local há décadas e não podem ser penalizadas por falhas administrativas ou empresariais do passado. A Prefeitura está agindo dentro da lei, com base na Reurb, para assegurar que essas famílias tenham o título de propriedade e a tranquilidade de permanecer onde sempre viveram”, disse Michelle Dreher.

O caso do Minas Cuiabá, na região do Porto, é de longa data: há mais de 20 anos uma construtora iniciou o empreendimento e comercializou os apartamentos, mas faliu antes de concluir a entrega dos títulos de propriedade. Posteriormente, outra empresa adquiriu os direitos da massa falida e passou a reivindicar novamente os imóveis, tentando revendê-los ou solicitar a desocupação dos atuais moradores.

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A Prefeitura reforça que a situação não se caracteriza como invasão ou ocupação irregular, mas como aquisição legítima por parte de famílias que efetuaram pagamento e ocupação pacífica ao longo dos anos. Nesse sentido, o Município, por meio da Secretaria de Habitação, entrou no caso para impedir despejos e garantir a permanência das famílias.

Como alternativa para resolver o impasse, a gestão estuda a aquisição da área pela Prefeitura, com base no valor pago pela empresa que arrematou a massa falida em leilão. Em seguida, será realizado um levantamento social detalhado para definir a melhor forma de regularização em nome dos moradores, seja por concessão social ou por contrapartidas acessíveis.

A Prefeitura lembra que o processo de Reurb é previsto em lei e não depende da concordância da empresa privada envolvida, sendo um instrumento jurídico similar à usucapião urbana para corrigir distorções históricas. A medida visa promover justiça social e evitar o desalojamento de famílias que constroem suas vidas nesses condomínios há mais de duas décadas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Açúcar mantém alta nas bolsas internacionais e mercado interno recua em início de maio com avanço da safra

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Mercado internacional do açúcar segue em trajetória positiva

O mercado global do açúcar manteve viés de alta nesta terça-feira (5), prolongando o movimento positivo observado no início da semana nas principais bolsas internacionais.

Em Nova York, os contratos do açúcar bruto encerraram o pregão em valorização. O contrato julho/26 avançou para 15,37 cents de dólar por libra-peso, enquanto outubro/26 atingiu 15,83 cents/lbp. Já o vencimento março/27 também apresentou ganho, fechando a 16,63 cents/lbp. Os demais contratos acompanharam o movimento, reforçando a percepção de sustentação nas cotações.

Açúcar branco também sobe na ICE Europe

Na ICE Europe, o açúcar branco registrou valorização consistente em toda a curva futura.

O contrato agosto/26 foi negociado a US$ 452,20 por tonelada, enquanto outubro/26 subiu para US$ 452,50. Já o vencimento dezembro/26 avançou para US$ 456,00 por tonelada. Os demais prazos também apresentaram altas, indicando continuidade do movimento de recuperação no mercado internacional.

Mercado interno recua com avanço da safra no Brasil

No mercado físico brasileiro, o açúcar cristal branco apresentou leve queda. O indicador CEPEA/ESALQ, referência para São Paulo, registrou recuo de 0,41% nesta terça-feira (5), com a saca de 50 kg cotada a R$ 97,43.

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No acumulado de maio, o indicador já apresenta baixa de 0,49%, refletindo o início de mês pressionado pela maior disponibilidade do produto com o avanço da safra e ritmo mais intenso de moagem.

Etanol também registra ajuste negativo em São Paulo

O mercado de etanol hidratado também seguiu em leve retração no estado de São Paulo. O Indicador Diário Paulínia apontou o combustível negociado a R$ 2.400,00 por metro cúbico, com queda de 0,33% no dia.

No acumulado de maio, o recuo é de 0,25%, mantendo o cenário de ajustes graduais após as perdas mais expressivas registradas em abril.

Câmbio, gasolina e mix de produção influenciam mercado

Segundo análise de mercado, a recente valorização da gasolina tem contribuído para sustentar o etanol, ao melhorar sua competitividade e incentivar o direcionamento da cana para o biocombustível.

Outro fator relevante é a valorização do real frente ao dólar, que reduz a competitividade das exportações brasileiras de açúcar, pressionando o mercado interno.

Além disso, revisões nas projeções globais indicam expectativa de menor oferta futura, com aumento da destinação da cana para produção de etanol em detrimento do açúcar. No Brasil, dados recentes reforçam essa tendência, com redução do mix açucareiro e queda na produção no início da safra 2026/27.

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Cenário segue equilibrado entre alta externa e ajustes internos

O comportamento divergente entre mercado internacional e interno reflete um cenário de transição, em que fundamentos globais de oferta e demanda sustentam os preços no exterior, enquanto o Brasil ajusta sua dinâmica de produção diante da evolução da safra e das condições econômicas e cambiais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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