AGRONEGÓCIO

Prefeito lidera mudanças para valorização dos profissionais TDIs

Publicado em

O prefeito Abilio Brunini recebeu uma comitiva de integrantes do Sindicato de Técnicos em Desenvolvimento Infantil (SINDITDI) e tratou sobre a valorização profissional almejada pela categoria.

Durante o encontro, no salão nobre do Palácio Alencastro, o gestor afirmou que tratará do assunto visando a mudança de Técnico de Desenvolvimento Infantil (TDI) para Professores de Desenvolvimento Infantil (PDI), assim que se encerrar o prazo do Decreto de Calamidade Financeira finalizar, previsto para o final de junho.

A alteração contempla o Plano de Cargos e Carreiras, sendo um desejo pessoal do prefeito valorizar os profissionais da educação, pois são deles o contato direto com o desenvolvimento das crianças cuiabanas.

“Eu quero valorizar a educação, e o grupo aqui presente integra esse contexto. Não por uma questão eleitoral, que fique claro isso. Eu quero fazer isso porque eu gosto e coloquei no meu plano de governo independente de grupo político”, pontuou o prefeito.

O prefeito lembrou que não é apenas uma mudança de sigla (TDI para PDI). “A gente precisa mexer na descrição e definição da atividade e no plano de carreira. Não é só mandar um projeto para que os vereadores votem. E sei que vocês querem a valorização profissional e essa mudança contempla isso, é um reconhecimento de atividade. Mas, para isso existem etapas. Primeiro o equilíbrio financeiro, precisamos colocar as coisas em ordem, porque vai impactar na Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas, vamos concentrar esforços para tratar disso”, frisou Abilio.

Leia Também:  Espetáculo de balé e canto marcam atividades do Siminina

As mudanças precisam passar pela aprovação do Conselho Municipal de Educação, após verificação dos impactos para a administração e seguir para aprovação dos vereadores.

“Vocês precisam buscar apoio do Conselho Municipal de Educação. Quanto a mim, vocês podem contar comigo, eu vou mandar esse projeto e precisamos da aprovação do Conselho”, frisou o gestor.

Em 2019, quando era vereador, juntamente com o vereador Joelson, Abilio já batalhava pelo projeto. “A reunião com as TDIs foi ótima, chegamos ao consenso que já existia anteriormente com o prefeito, que é a valorização de todas as TDIs, e a gente vai fazer, como o nosso prefeito disse, ao longo desse ano, construir as condições necessárias para fazer essa transposição”, disse o secretário municipal de Educação, Amauri Monge.

Rosilene Soares, presidente do Sindicato das Técnicas de Desenvolvimento Infantil, também saiu satisfeita. “Isso que a gente esperava ouvir, ter o compromisso selado. Então, nós estávamos ansiosas por esse momento, encontrar com ele (Abilio) pessoalmente, agora prefeito. E ele provou que não é só a promessa de campanha, que realmente ele vai cumprir com a fala dele. Então nós saímos daqui com o coração, transbordando de alegria, de que realmente o nosso projeto vai acontecer, que esse sonho vai ser realmente realizado, que é o nosso reconhecimento profissional. Vamos fazer o movimento para isso aconteça”, disse Rosilene.

Leia Também:  Incertezas climáticas e adiamento de legislação impactam mercado de café com cotações mistas

#PraCegoVer

A imagem mostra o prefeito Abilio Brunini liderando a reunião com uma comitiva das Técnicas de Desenvolvimento Infantil, no Salão Nobre do Palácio Paiaguás. Uma mesa grande compõe o cenário, onde dezenas de profissionais da educação estão sentadas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Safra de café do Brasil pode bater recorde histórico em 2026 com produção estimada em 66,7 milhões de sacas

Published

on

A safra brasileira de café 2026 deverá alcançar um novo recorde histórico, segundo estimativa divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A produção nacional está projetada em 66,7 milhões de sacas de 60 quilos, volume 18% superior ao registrado no ciclo anterior.

Se confirmada ao final da colheita, esta será a maior produção já registrada pela série histórica da estatal, superando inclusive o recorde anterior obtido em 2020, quando o país colheu 63,08 milhões de sacas.

O avanço da produção é sustentado principalmente pelo ciclo de bienalidade positiva do café arábica, pela entrada de novas áreas em produção e pelas condições climáticas mais favoráveis observadas durante o desenvolvimento das lavouras.

Os dados fazem parte do 2º Levantamento da Safra de Café 2026, divulgado nesta quinta-feira pela Conab.

Área plantada e produtividade também avançam

Além da recuperação produtiva, a cafeicultura brasileira deverá registrar expansão de área e melhora no rendimento das lavouras.

A área total destinada ao café foi estimada em 2,34 milhões de hectares, crescimento de 3,9% frente à temporada passada. Desse total, cerca de 1,94 milhão de hectares estão em produção, enquanto outros 401,7 mil hectares seguem em formação.

A produtividade média nacional também deve avançar de forma significativa, com expectativa de atingir 34,4 sacas por hectare, alta de 13% na comparação anual.

Produção de café arábica dispara em 2026

Principal variedade cultivada no país, o café arábica deverá alcançar produção de 45,8 milhões de sacas, crescimento expressivo de 28% em relação à safra anterior.

Segundo a Conab, o desempenho reflete os efeitos positivos do atual ciclo de bienalidade, aliado à maior área produtiva e às boas condições climáticas registradas nas principais regiões produtoras.

Caso a projeção se confirme, será a terceira maior safra de arábica da série histórica brasileira, atrás apenas dos resultados obtidos em 2020 e 2018.

Leia Também:  Florestas Online 2024: 9ª Edição Reúne Especialistas para Debater as Tendências do Setor
Produção de conilon mantém estabilidade

Para o café conilon, a expectativa é de uma produção mais estável. A safra está estimada em 20,9 milhões de sacas, leve avanço de 0,8% frente ao ciclo passado.

O aumento da área em produção, prevista em 388,2 mil hectares, ajuda a compensar a redução de 3,5% na produtividade média nacional das lavouras de conilon, projetada em 53,9 sacas por hectare.

Minas Gerais lidera recuperação da safra

Maior produtor de café do Brasil, Minas Gerais deverá colher 33,4 milhões de sacas em 2026, considerando arábica e conilon. O volume representa crescimento de 29,8% sobre a safra anterior.

A recuperação é atribuída principalmente ao ciclo de bienalidade positiva e à melhor distribuição das chuvas nos períodos que antecederam a florada. O clima favorável até março também contribuiu para boa granação e desenvolvimento das lavouras.

Espírito Santo mantém força no conilon

No Espírito Santo, segundo maior produtor nacional de café, a produção total está estimada em 18 milhões de sacas, alta de 3%.

O arábica capixaba deve apresentar forte recuperação, com crescimento de 27,9% na produtividade e produção estimada em 4,4 milhões de sacas.

Já o conilon deverá registrar colheita de 13,6 milhões de sacas, queda de 4,2% em relação ao ciclo anterior. Segundo a Conab, o recuo é consequência do elevado desempenho obtido em 2025, além das temperaturas abaixo da média registradas durante o desenvolvimento das lavouras.

Mesmo assim, a produtividade do conilon no estado permanece entre as maiores já registradas na série histórica.

Bahia, São Paulo e Rondônia também ampliam produção

Na Bahia, a combinação entre regularidade climática, investimentos em manejo e novas áreas produtivas deverá elevar a safra em 5,9%, com produção estimada em 4,7 milhões de sacas.

Leia Também:  Analistas apontam possível manobra do BTG Pactual para obter vantagem em negociação de ativos

Desse total, cerca de 1,2 milhão de sacas serão de arábica e 3,5 milhões de sacas de conilon.

Em São Paulo, onde o cultivo é exclusivamente de arábica, a produção deverá atingir 5,9 milhões de sacas, avanço de 24,6% frente à temporada anterior.

Já Rondônia, referência nacional na produção de conilon, poderá colher 2,8 milhões de sacas, crescimento de 19,4%. O resultado é impulsionado pela renovação dos cafezais com materiais clonais mais produtivos e pelas condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo.

Exportações recuam com estoques apertados

Apesar da perspectiva positiva para a safra 2026, as exportações brasileiras de café acumulam retração no início do ano.

De janeiro a abril, o Brasil embarcou 11,5 milhões de sacas de 60 quilos, queda de 22,5% na comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A redução reflete principalmente os baixos estoques internos, consequência da limitação produtiva observada nas últimas safras e da forte demanda internacional pelo café brasileiro.

A expectativa do setor, no entanto, é de recuperação dos embarques no segundo semestre, sustentada pelo aumento da oferta nacional.

Mercado global segue atento à demanda

No cenário internacional, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta crescimento de 2% na produção mundial de café no ciclo 2025/26, estimada em 178,8 milhões de sacas.

Mesmo com a maior oferta global, o mercado não espera quedas acentuadas nas cotações internacionais, já que os estoques globais seguem apertados e o consumo mundial continua avançando.

Segundo o USDA, a demanda global de café deve crescer 1,3%, alcançando 173,9 milhões de sacas no período.

Boletim completo da Safra Brasileira de Café

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA