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Florestas Online 2024: 9ª Edição Reúne Especialistas para Debater as Tendências do Setor

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O Florestas Online, o Primeiro Congresso Florestal Online Brasileiro, chega à sua 9ª edição com uma programação robusta e diversificada. O evento será realizado de 14 a 18 de outubro, transmitido ao vivo pelo Canal do YouTube Florestas Online. A edição deste ano contará com mais de 20 palestras, ministradas por 25 especialistas renomados no setor florestal, abordando temas atuais e inovadores.

Organizado pela Paulo Cardoso Comunicações e com parceria institucional da Embrapa, o Florestas Online tem se consolidado como um evento de referência na área. Paulo Cardoso, CEO da Paulo Cardoso Comunicações e do portal Mais Floresta, explicou: “O Florestas Online surgiu como uma ideia em 2015 e ganhou vida em 2016. O objetivo é oferecer informações privilegiadas a um público amplo, no conforto de suas casas, trabalhos ou salas de aula. Sempre buscamos trazer os melhores palestrantes, com conteúdo exclusivo e inédito. Nossas palestras estão disponíveis no site, já acumulando mais de 314.700 visualizações, o que demonstra a relevância e o impacto do evento.”

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Marcelo Arco Verde, Chefe Geral da Embrapa Florestas, destacou a importância do evento: “Participar do Florestas Online é uma tradição para nós da Embrapa Florestas. É uma oportunidade de apresentar nossos resultados de pesquisa e de conhecer as inovações e trabalhos realizados em todo o país, o que é extremamente enriquecedor para todos os envolvidos.”

Como Participar

O Florestas Online é totalmente online e ao vivo, oferecendo praticidade e flexibilidade para os participantes. A transmissão ocorrerá no canal Florestas Online, proporcionando uma oportunidade única para expandir conhecimentos sobre o setor florestal, que continua a crescer exponencialmente no Brasil e no mundo, impulsionado por novas tecnologias e práticas sustentáveis.

Com mais de mil inscrições já confirmadas para este ano, as inscrições gratuitas estão abertas. Garanta sua vaga e não perca a chance de participar deste evento de destaque.

Seja um Patrocinador

A participação como patrocinador oferece uma excelente oportunidade para divulgar sua marca. Sua empresa será destacada durante as palestras, no site do Florestas Online e nos vídeos do canal do YouTube, que já conta com mais de 7.800 inscritos e mais de 300 mil visualizações totais.

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Para se tornar um patrocinador, entre em contato através dos e-mails [email protected] e [email protected], ou envie uma mensagem pelo WhatsApp (67) 99252-4404. Não perca a chance de posicionar sua empresa entre as principais apoiadoras do setor.

Faça sua inscrição gratuita!

Acesse o site https://florestasonline.com.br e participe desse grande congresso que é um marco nos eventos florestais desde 2016!

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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