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Analistas apontam possível manobra do BTG Pactual para obter vantagem em negociação de ativos

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BTG Pactual, banco de investimentos liderado por André Esteves, se viu novamente no centro de um furacão midiático após rumores de que teria feito uma proposta simbólica de R$1 pela compra do Banco Master. A alegação, que circulou com força nos bastidores do mercado e na imprensa, foi desmentida oficialmente em comunicado à CVM. Mas os efeitos desse boato ecoaram além do desmentido.

BTG nega proposta, mas mantém interesse em ativos do Banco Master

No documento assinado pelo diretor de Relações com Investidores, Renato Cohn, o BTG Pactual afirma que “nunca fez proposta para aquisição de ativos ou de participação no capital social do Banco Master”. A instituição destaca ainda que monitora constantemente oportunidades de consolidação que gerem valor aos seus acionistas — reforçando seu protagonismo no mercado. Contudo, após o anúncio oficial da compra do Banco Master pelo BRB por R$ 3,5 bi, a narrativa da suposta oferta de R$1 levantou suspeitas no mercado. Afinal, como justificar uma diferença tão gritante entre valores? Especialistas apontam que essa sequência de fatos pode ter sido uma estratégia clássica: espalhar rumores para desvalorizar o ativo e criar vantagem em negociações paralelas.

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A estratégia do R$ 1: negada, mas eficaz?

De acordo com análise presente no documento “BTG e a Estratégia do R$1 que Nunca Existiu”, trata-se de uma jogada digna de Wall Street: criar ruído para influenciar percepções e, com isso, os preços. O texto sugere que, mesmo negando a proposta, o BTG teria interesse em partes do Master que não foram incluídas na transação com o BRB — como a carteira de precatórios. Além disso, há questionamentos sobre o papel da mídia. Colunas como a de Lauro Jardim, que deram voz ao boato do R$1, levantam dúvidas sobre quem se beneficia com a propagação dessas informações. Seriam jornalistas fontes confiáveis ou peças no xadrez estratégico de grandes bancos?

André Esteves e o controle da narrativa

André Esteves, chairman do BTG Pactual, é conhecido por sua habilidade estratégica e influência nos bastidores do mercado financeiro. Esse episódio reforça a tese de que, mais do que ativos, quem controla a narrativa pode controlar o preço. Enquanto o banco nega a existência de qualquer proposta pelo Banco Master, o caso ilustra como o mercado pode ser manipulado por percepções e rumores — e como gigantes como o BTG sabem operar nesse terreno com maestria.

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Fonte: E&F Assessoria

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Fersul conecta agricultura familiar a novos mercados e tecnologia

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Começa nesta quarta-feira (12.08), em Rio do Sul (190 km da capital, Florianópolis), em Santa Catarina, a 15ª Feira Multissetorial do Alto Vale do Itajaí (Fersul). Embora reúna diferentes setores da economia, a edição deste ano terá pela primeira vez uma área exclusiva para o agronegócio, com 42 expositores da região.

O espaço terá 300 metros quadrados e funcionará como uma vitrine para produtos da agricultura familiar. Entre os participantes estão 32 agroindústrias que trabalham com alimentos processados e produtos de maior valor agregado, além de produtores de plantas ornamentais e empreendimentos de turismo rural.

A proposta é aproximar os produtores diretamente dos consumidores, comerciantes, distribuidores e possíveis parceiros. Para as pequenas agroindústrias, a participação pode abrir canais de venda fora dos municípios de origem e aumentar a visibilidade de marcas ainda pouco conhecidas no mercado regional.

Antes da feira, os produtores passaram por um ciclo de preparação promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os treinamentos abordaram atendimento ao público, técnicas de venda e apresentação dos produtos e das marcas.

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A capacitação busca resolver uma dificuldade comum entre pequenos empreendimentos rurais. Mesmo quando possuem alimentos de qualidade e produção regular, muitas agroindústrias encontram obstáculos para definir preços, apresentar seus diferenciais e alcançar compradores além da venda direta na propriedade.

O turismo rural também terá espaço na feira. Os empreendimentos participantes apresentarão experiências ligadas à produção agrícola, à gastronomia e ao modo de vida das comunidades do Alto Vale do Itajaí. A atividade permite que as famílias rurais complementem a renda com hospedagem, alimentação, visitas às propriedades e comercialização de produtos locais.

A estrutura dedicada ao agro conta com a participação da Cresol, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Cooperfavi e do Sebrae.

Além da área rural, a Fersul terá ambientes voltados à inovação, à tecnologia e ao empreendedorismo feminino. Parte das soluções apresentadas nesses espaços poderá ser aproveitada pelas agroindústrias em atividades como gestão, vendas digitais, divulgação das marcas e organização dos processos produtivos.

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Realizada pela Associação Empresarial de Rio do Sul (Acirs), a Fersul chega à 15ª edição como a principal feira de negócios do Alto Vale. A programação segue até sexta-feira (14.08), com exposição multissetorial, palestras, atividades técnicas e um congresso empresarial.

Serviço

Evento: 15ª Feira Multissetorial do Alto Vale do Itajaí
Data: 12 a 14 de agosto de 2026
Abertura: quarta-feira, às 16 horas
Local: Centro de Eventos Hermann Purnhagen

Fonte: Pensar Agro

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