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Ponsse Demonstra o PONSSE Mammoth em Florestas Brasileiras

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A Ponsse Brasil deu início, em outubro, a uma série de eventos dinâmicos com o objetivo de promover a experiência do seu maior forwarder, o PONSSE Mammoth. Desde seu lançamento em 2022, o equipamento tem apresentado resultados positivos tanto no Brasil quanto em outros mercados. O Road Show do PONSSE Mammoth contará com dois desses robustos forwarders operando nas principais empresas florestais do país.

Visando atender à demanda dos clientes interessados em conhecer a fundo o PONSSE Mammoth, os eventos oferecerão uma oportunidade única para testar e validar a performance do forwarder de 25 toneladas em operações típicas de baldeio de cada empresa. Rodrigo Marangoni, Gerente de Vendas da Ponsse Brasil, ressalta: “Dessa forma, será possível fornecer uma análise personalizada do desempenho, identificar benefícios específicos para cada operação e permitir que as empresas tomem decisões de compra mais embasadas.” Essa experiência prática busca aumentar a confiança dos clientes em seus investimentos, possibilitando ajustes personalizados para otimização, a fim de garantir que o PONSSE Mammoth atenda às expectativas e necessidades de cada usuário.

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Durante o período de teste, que se estenderá por algumas semanas, a Ponsse oferecerá suporte técnico abrangente, incluindo treinamentos e serviços de manutenção, além de uma gestão completa de dados. Ao final do período, será realizado um dia de campo em cada cliente, onde serão compartilhados os resultados obtidos e oferecidas análises detalhadas e insights sobre o desempenho do PONSSE Mammoth.

A primeira empresa a testar o forwarder foi a Veracel, nas operações da companhia na Bahia. Ao todo, seis empresas de diferentes estados foram selecionadas para validar o equipamento. Marangoni acrescenta: “Ao passarmos por diferentes realidades, cada uma com demandas específicas de baldeio e de terreno, vamos colocar o PONSSE Mammoth à prova e demonstrar os excelentes resultados possíveis de se conquistar em termos de eficiência energética, isto é, alta produtividade e baixo consumo de combustível.”

Éllen Bianchi, Gerente de Marketing e Comunicação da América do Sul da Ponsse, destaca: “Essa dinâmica permitirá que nossos clientes e potenciais clientes tenham uma visão mais concreta dos resultados e potenciais ganhos com o nosso maior forwarder. Acreditamos que essa solução Ponsse seja ideal para atender o mercado brasileiro, com operações intensas, de 24 horas, sete dias por semana, grandes volumes de colheita, longas distâncias de baldeio, além dos quesitos de sustentabilidade e tecnologia.”

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conservação do solo ganha força na safra e se torna estratégia-chave para produtividade no agro

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Em um cenário de margens mais apertadas e maior instabilidade climática, a conservação do solo assume protagonismo nas decisões do produtor rural brasileiro. Antes vista como prática complementar, a gestão adequada do solo passa a ser tratada como um ativo estratégico, diretamente ligado à produtividade, à redução de custos e à sustentabilidade no campo.

Solo como ativo estratégico no agro

A crescente variabilidade do clima e a pressão por rentabilidade têm levado produtores a priorizar práticas que garantam maior resiliência das lavouras. Nesse contexto, o solo deixa de ser apenas suporte físico e passa a ser considerado elemento central no planejamento agrícola de médio e longo prazo.

A adoção de técnicas conservacionistas contribui para manter a fertilidade, melhorar a estrutura e aumentar a capacidade produtiva ao longo das safras, reduzindo impactos de estiagens e chuvas intensas.

Plantio direto e rotação lideram práticas sustentáveis

Entre as principais estratégias utilizadas no campo, o sistema de plantio direto se destaca. A técnica reduz o revolvimento do solo e mantém a cobertura vegetal, formando uma camada de palhada que protege contra erosão, conserva a umidade e favorece a atividade biológica.

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A rotação de culturas também ganha espaço como ferramenta essencial. A alternância entre culturas como soja e milho, combinada com plantas de cobertura — como braquiária e crotalária — contribui para melhorar a estrutura do solo, aumentar a matéria orgânica e equilibrar nutrientes.

Outras práticas complementares incluem:

  • Controle do tráfego de máquinas
  • Adubação equilibrada
  • Integração lavoura-pecuária

Essas ações, quando combinadas, promovem maior estabilidade produtiva e eficiência no uso dos recursos naturais.

Desafios ainda limitam adoção em larga escala

Apesar dos avanços, a adoção plena dessas práticas ainda enfrenta obstáculos. Entre os principais desafios estão os custos iniciais de implementação, a necessidade de conhecimento técnico e a pressão por resultados imediatos.

Segundo especialistas do setor, problemas como compactação do solo, manejo inadequado do plantio direto e baixa adesão à rotação de culturas ainda persistem em algumas regiões produtoras.

A falta de planejamento de longo prazo também é apontada como um fator limitante, especialmente em propriedades que priorizam ganhos rápidos em detrimento da sustentabilidade produtiva.

Tecnologia impulsiona conservação e eficiência

A inovação tem papel decisivo na evolução das práticas conservacionistas. Ferramentas de agricultura de precisão permitem diagnósticos mais detalhados do solo, possibilitando aplicações mais eficientes de insumos.

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Entre os principais avanços estão:

  • Uso de bioinsumos
  • Monitoramento por satélite e drones
  • Sistemas integrados de produção
  • Máquinas agrícolas com menor impacto na compactação

Essas tecnologias contribuem para otimizar o uso de recursos, reduzir desperdícios e melhorar a qualidade do solo ao longo do tempo.

Tendência para as próximas safras

Com a safra em andamento e o planejamento dos próximos ciclos já em curso, a conservação do solo se consolida como uma decisão estratégica no agronegócio brasileiro.

A tendência é de ampliação dessas práticas, impulsionada pela necessidade de maior eficiência produtiva e adaptação às mudanças climáticas. Mais do que uma questão ambiental, o manejo adequado do solo se firma como fator determinante para a competitividade e a sustentabilidade do produtor rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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