AGRONEGÓCIO

John Fulton, presidente da International Society of Precision Agriculture, abre a programação do ConBAP 2024

Publicado em

A programação do 10º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP) apresenta especialistas renomados, internacionais e nacionais, para debater o tema “Tecnologias para uma agricultura sustentável e de alta performance”. A abertura traz o Dr. John Fulton, da Ohio State University (EUA) e presidente da International Society of Precision Agriculture, que vai abordar a evolução e o futuro da agricultura de precisão no mundo. O Congresso será realizado de 02 a 04 de julho, em Porto Alegre (RS) e é organizado pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP).

No primeiro dia de evento, também estarão presentes o Prof. Telmo Amado, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o Eng. Agr. Pedro Basso, da Sementes com Vigor, para falar sobre a interface entre agricultura de precisão e agricultura regenerativa.

Palestrantes de renome internacional, como o Dr. Luke Gatiboni, da North Carolina State University (EUA), Dr. Leonardo Mendes Bastos, do Institute for Integrative Precision Agriculture – University of Georgia (EUA), M.Sc. Fernando Scaramuzzo, do Instituto Nacional de Tecnología Agropecuária, INTA Manfredi, (Argentina) e a Dra. Joana Colussi, da University of Illinois Urbana-Champaign (EUA) também compõem a programação do evento.

Leia Também:  Prefeito e vice prestigiam promoção de quase mil policiais na Arena Pantanal

Entre os participantes brasileiros estão o Dr. Fabrício Povh, da Fundação ABC, a Eng. Agr. Gabriela Nichel, da Fazenda Boa Vista (RS), Fábio Taira, da Fazenda São Caetano (MT) e o Eng. Agr. Leonardo Kerber, da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial (RS), dando a visão do usuário das ferramentas de agricultura de precisão e digital.

Programação acadêmica

O ConBAP 2024 também conta com a apresentação de trabalhos acadêmicos de forma oral ou pôster, com a submissão aberta até 30 de março. As áreas temáticas dos trabalhos são: agronomia/manejo; aplicação localizada; economia; eletrônica e transformação digital; sensoriamento e amostragem; técnicas de análise de dados e outros.

O Congresso conta ainda com ampla área de exposição de empresas e institutos de pesquisa para apresentação das principais tecnologias e inovações em agricultura de precisão e digital, além da sala de mercado, com apresentações técnicas dos patrocinadores e expositores.

SERVIÇO:
  • 10º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP)
  • Data: 02 a 04 de julho de 2024
  • Local: Centro de Eventos da PUCRS – Av. Ipiranga, 6681 -, Porto Alegre (RS)
  • Informações e inscrições: www.asbraap.org/conbap
Leia Também:  Entidades filantrópicas são indicadas pela primeira-dama de MT e recebem computadores do programa Recytec

Fonte: Assessora de Imprensa ConBAP

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

Published

on

As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

Leia Também:  Isan Rezende entrevista o engenheiro agrônomo da Agroinvest Jeferson Souza
Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

Leia Também:  Várzea Grande é contemplado com mais cursos do Programa SER Família Capacita
Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA