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Aviagen América Latina Expande Operações no Brasil com Aquisição de Granja em Santa Catarina

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A Aviagen® América Latina anunciou a aquisição da granja de avós de Caçador, localizada em Santa Catarina, como parte de sua estratégia de expansão no Brasil. Com capacidade para produzir 4,3 milhões de matrizes por ano, a unidade, anteriormente arrendada, já integrava a estrutura produtiva da empresa, que agora consolida a operação com um investimento superior a R$ 70 milhões.

A aquisição reflete o compromisso da Aviagen em fortalecer sua presença na América Latina, particularmente no Brasil, um dos principais mercados para a avicultura. Segundo Ivan Pupo Lauandos, presidente da Aviagen, a compra destaca a confiança da empresa no potencial da avicultura brasileira e sua importância estratégica na cadeia produtiva. “A unidade está localizada na região Sul do país, permitindo uma logística eficiente para o nosso incubatório em Carambeí, no Paraná, e o fornecimento prioritário de matrizes aos nossos clientes no Sul do Brasil, que concentra cerca de 60% das matrizes no país”, explicou Lauandos.

Além de beneficiar a distribuição de matrizes no Brasil, a aquisição também fortalecerá a presença da empresa em outros mercados da América do Sul. Para Leandro München, diretor de Operações da Aviagen, a aquisição está alinhada à missão da empresa de melhorar a qualidade, eficiência e sustentabilidade na produção. “Nosso compromisso com a qualidade dos produtos e com a sustentabilidade é central em todas as nossas ações, e a granja de Caçador será modernizada com a implementação de tecnologias de ponta e práticas sustentáveis”, acrescentou München.

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A Aviagen já opera em diversos estados brasileiros, oferecendo flexibilidade e segurança no fornecimento de matrizes, com presença significativa no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte do país. “Essa estrutura diversificada nos permite uma resposta ágil e eficaz às demandas do mercado e a desafios sanitários regionais”, afirmou o diretor de Operações.

Essa expansão da Aviagen no Brasil é parte de um compromisso contínuo com a excelência e a pontualidade no fornecimento de genética avícola de alta qualidade, visando ao crescimento e à sustentabilidade da avicultura na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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