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Dia de Campo apresenta as últimas tendências em horticultura para a América do Sul

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O Sakata Field Day encerrou sua mais recente edição, se consolidando como o mais completo evento de horticultura da América do Sul. Durante cinco dias, mais de dois mil participantes, vindos de todas as regiões do Brasil e de países vizinhos, puderam conhecer a campo as últimas novidades em cultivares, tecnologias e práticas agrícolas, desenvolvidas especificamente para as condições tropicais de cultivo. O evento foi realizado entre os dias 27 de novembro e 01 de dezembro, na Estação Experimental da Sakata, localizada na cidade de Bragança Paulista (SP).

A estrutura foi montada em uma área de 10 mil m², dentro da Estação Experimental da empresa, que foi transformada em uma grande exposição técnica, exibindo 135 variedades de hortaliças em ambientes de campo aberto cultivo protegido e hidroponia, abrangendo 25 espécies distintas – Abóbora, Abobrinha, Alface, Berinjela, Beterraba, Cebola, Cebolinha, Cenoura, Chicória, Couve-Chinesa, Couve-Flor, Couve-Manteiga, Espinafre, Feijão-Vagem, Pepino, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Repolho, Rúcula, Salsa, Tomate, Porta-Enxerto para Pepino, Porta-Enxerto para Pimentão, Porta-Enxerto para Tomate. Na ocasião, a empresa apresentou também 15 lançamentos para o mercado, que representam avanços significativos, tanto no segmento de hortaliças quanto de flores. São eles: Alface crespa Ivy, Alface crespa Peony, Cebola Prada, Cenoura Alanna, Couve-chinesa Yukari, Couve-flor Pamela, Pimentão Marielle, Repolho Hoopoe, Rúcula Lorena, Tomate Caliper, Tomate Da Vinci, Tomate Leblon, Tomate Patriota, Tomate Sweet Vita e Begônia Viking.

Na ocasião, viveiristas, produtores, distribuidores, pesquisadores, influenciadores do agronegócio e profissionais da imprensa puderam não apenas obter conhecimentos, como também realizar networking e se atualizar sobre as últimas novidades e tecnologias do universo da horticultura. O evento atraiu profissionais brasileiros e visitantes internacionais de países como Chile, Bolívia, Paraguai, Colômbia, Peru e Argentina, reforçando a grande importância do Sakata Field Day enquanto uma excelente oportunidade de negócios em todo o mercado sul-americano.

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O evento também manteve a abordagem de visitação livre pelos participantes, na qual a equipe técnica da Sakata esteve estrategicamente distribuída em todas as estações. Essa disposição permitiu a prestação de atendimento personalizado, com a transmissão de informações detalhadas sobre cada variedade apresentada. Além disso, a equipe esteve pronta para esclarecer dúvidas e oferecer orientações práticas de manejo e diferenciais comerciais, visando extrair o máximo potencial de cada cultivar.

EXPOSIÇÃO TÉCNICA

O Sakata Field Day 2023 também trouxe uma Exposição Técnica, com 15 empresas expositoras do segmento hortícola, que ocuparam uma área de 640 m² do evento. Corteva, Ihara, Isla, Sumitomo, Syngenta, Tropical Estufas, Yara, Agroplás, Ballagro, Biotrop, Ginegar, Green Has, Incotec, Netafim e Vita Fertilizantes, que apresentaram produtos e serviços relacionados às mais recentes tecnologias de cultivo, oferecendo um pacote de informações completo aos visitantes. A Exposição Técnica foi um espaço dinâmico e interativo, onde os especialistas dessas renomadas empresas estiveram à disposição para compartilhar conhecimentos e insights sobre as tendências que estão moldando o futuro da horticultura.

NOVIDADE: ISLA SEMENTES NO SAKATA FIELD DAY

Esta edição do Sakata Field Day contou ainda com uma grande novidade: a participação da Isla Sementes como uma das expositoras do evento. Isto porque, neste ano em que celebra 55 anos de história, a Sakata Seed Sudamerica realizou, por intermédio da Sakata Seed Corporation, a aquisição integral da Isla Sementes, consolidada no mês de outubro.

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Essa união estratégica entre Sakata e Isla, duas renomadas empresas que são reconhecidas pela excelência de suas sementes e pela sólida reputação no mercado, trará grandes benefícios para a agricultura nacional e para o setor em toda a América do Sul, oferecendo mais produtos, maior capilaridade e serviços, beneficiando todos os elos da cadeia produtiva.

AÇÃO SOLIDÁRIA

Mantendo a tradição solidária que já é uma marca das últimas edições do Sakata Field Day, o evento trouxe novamente a iniciativa da “Loja do Bem”, na qual os participantes tiveram a oportunidade de adquirir diversos produtos e souvenirs, incluindo vasos de flores das variedades Begônia Viking e SunPatiens® da empresa, além de chapéus australianos e copos térmicos. O montante integral arrecadado com a venda desses itens foi destinado ao Projeto Horta do Bem, conduzido pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Espaço Comunitário de Aprendizagem (ECOA), com sede em Bragança Paulista (SP). Este projeto concentra seus esforços na educação e formação de jovens com idades entre 14 e 17 anos, proporcionando aprendizado prático em atividades agrícolas através do cultivo de flores e hortaliças.

PRÓXIMA EDIÇÃO

Diante do sucesso alcançado em mais uma edição, a equipe responsável pelo Sakata Field Day está empenhada em superar as expectativas para o próximo evento, programado para 2025. Nesse sentido, a empresa já começará em breve a elaborar um novo planejamento e estabelecer parcerias estratégicas, visando contribuir para o constante avanço da horticultura na América do Sul.

Fonte: MyPress & Co.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do algodão começa em MT e BA com desafios climáticos e reforça necessidade de manejo integrado para próxima safra

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A colheita do algodão teve início em junho nos estados de Mato Grosso e Bahia, principais polos produtores da cultura no Brasil, responsáveis por aproximadamente 90% da produção nacional de pluma. O avanço das máquinas marca uma fase decisiva da safra 2025/26, ao mesmo tempo em que produtores já voltam a atenção para os desafios do próximo ciclo produtivo.

Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de algodão em pluma deve alcançar 3,97 milhões de toneladas na safra atual. Mato Grosso lidera com projeção de 2,75 milhões de toneladas, enquanto a Bahia deve colher cerca de 830 mil toneladas.

Condições climáticas impactam manejo no Mato Grosso

Em Mato Grosso, o desempenho das lavouras foi, em geral, favorecido por condições climáticas adequadas ao desenvolvimento do algodoeiro. No entanto, a segunda safra na região Sudeste do estado enfrenta dificuldades operacionais relacionadas ao excesso de umidade.

A persistência das chuvas tem dificultado a entrada de máquinas em campo, comprometendo práticas de manejo fitossanitário preventivo e elevando o risco de perdas pontuais, incluindo registros de replantio em áreas específicas.

O cenário mantém o alerta para pragas como o bicudo-do-algodoeiro, que exige monitoramento constante e ações integradas de controle para evitar impactos na produtividade e na qualidade da fibra.

Bahia apresenta boas condições, mas mantém vigilância fitossanitária

Na Bahia, o quadro climático é considerado mais favorável. As chuvas foram bem distribuídas ao longo do ciclo, garantindo boa disponibilidade hídrica no solo e contribuindo para o desenvolvimento adequado das lavouras.

De acordo com a Conab, não há registros relevantes de prejuízos causados por pragas ou doenças até o momento. Ainda assim, os produtores seguem atentos à ocorrência de mosca-branca e do próprio bicudo-do-algodoeiro, principais ameaças à cultura no estado.

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Manejo integrado ganha importância na reta final da safra

Com o início da colheita e a proximidade do encerramento do ciclo produtivo, especialistas reforçam a importância do manejo integrado como estratégia essencial para garantir produtividade e qualidade da fibra.

Segundo o diretor executivo de Algodão da Bayer, Fernando Prudente, o planejamento técnico ao longo de todas as etapas da cultura é decisivo para o desempenho da cotonicultura brasileira.

“O manejo integrado, aliado à escolha adequada de tecnologias e variedades, é fundamental para enfrentar desafios como pragas, doenças e plantas daninhas, além de contribuir diretamente para a qualidade da fibra”, destaca o executivo.

Soluções auxiliam colheita e qualidade da pluma

Entre as soluções utilizadas na fase de colheita, destacam-se tecnologias voltadas à uniformização do ciclo e à preservação da qualidade da fibra.

O Dropp Ultra atua como desfolhante, acelerando a queda de folhas verdes e evitando que resíduos comprometam a pluma, resultando em uma fibra mais limpa e com melhor padrão comercial.

Já o Finish é utilizado como maturador, auxiliando na abertura uniforme dos capulhos e permitindo maior padronização da entrada das colheitadeiras em campo, o que contribui para ganhos de eficiência operacional.

Pós-colheita exige atenção ao controle de pragas

Após a colheita, o manejo fitossanitário se torna ainda mais estratégico. A destruição de soqueiras e o cumprimento do vazio sanitário são práticas essenciais para reduzir a sobrevivência do bicudo-do-algodoeiro e diminuir a pressão da praga na safra seguinte.

Esse período também é decisivo para o planejamento do novo ciclo produtivo, com foco na redução de riscos e no fortalecimento da sanidade das lavouras.

Biotecnologia e herbicidas ampliam ferramentas de controle

Para apoiar o manejo ao longo do ciclo, a Bayer oferece um portfólio voltado ao controle de nematoides, doenças e pragas, com destaque para soluções específicas contra o bicudo-do-algodoeiro.

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No manejo de plantas daninhas, a companhia prevê o lançamento de novas tecnologias para o ciclo 2026/27, incluindo o herbicida Mateno, indicado para pré-emergência no controle de espécies como caruru e capim-pé-de-galinha, e o XtendiMax 2, nova geração de dicamba desenvolvida para reduzir riscos de volatilidade e deriva.

A biotecnologia Bollgard 3 XtendFlex (B3XF), presente em variedades como Deltapine, também integra esse sistema de manejo. A tecnologia oferece proteção contra principais lagartas da cultura e amplia a flexibilidade no controle de plantas daninhas, permitindo uso de diferentes mecanismos de ação, além da tolerância a herbicidas como glifosato e glufosinato de amônio.

Algodão reforça importância da sustentabilidade no campo

Além dos ganhos produtivos, a cotonicultura brasileira também se destaca em discussões sobre sustentabilidade.

Mais de 90% da produção nacional é realizada em sistema de sequeiro, dependente exclusivamente das chuvas, o que contribui para o uso mais eficiente dos recursos hídricos.

Ferramentas de monitoramento ambiental, como a plataforma PRO Carbono, auxiliam produtores na identificação de emissões de carbono nas lavouras e na adoção de práticas de manejo mais eficientes, alinhadas às exigências de sustentabilidade da cadeia global do algodão.

Planejamento é decisivo para o próximo ciclo

Com a colheita em andamento e os desafios climáticos ainda presentes em algumas regiões, o setor reforça a importância do planejamento antecipado da próxima safra.

A combinação entre tecnologia, manejo integrado e decisões técnicas bem estruturadas segue como fator-chave para garantir produtividade, qualidade da fibra e competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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