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Jogos Estudantis Cuiabanos 2026 começam em maio e devem ampliar participação de alunos

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A Prefeitura de Cuiabá realiza, entre os dias 23 de maio e 30 de junho, a 49º edição dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) em 2026, uma das principais iniciativas de incentivo ao esporte escolar no município. A cerimônia de abertura está marcada para o dia 23, às 18h, no Ginásio Dom Aquino, enquanto as competições têm início no dia 26 de maio.

Organizados pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, os jogos devem reunir estudantes de escolas públicas e privadas em disputas que abrangem modalidades coletivas e individuais, como futsal, voleibol, basquetebol, handebol, vôlei de praia, atletismo, natação, judô, ginástica artística, xadrez, badminton, tênis de mesa, taekwondo, karatê e wrestling.

De acordo com o secretário municipal adjunto de Esporte e Lazer, Pablo Queiroz, a proposta da 49º edição dos JECs vai além da competição esportiva. “A principal proposta não é apenas realizar uma competição, mas inaugurar uma nova mentalidade esportiva na cidade. Queremos mostrar que o esporte é um caminho de disciplina, identidade e transformação social”, afirmou.

Ele reforça ainda o papel formativo do projeto: “No incentivo ao estudante-atleta, a proposta vai além da competição, é despertar valores como disciplina, foco, superação, o trabalho em equipe e responsabilidade. O jovem que aprende a treinar, competir e evoluir. O jovem que veste a camisa da escola e de uma equipe aprende a honrar compromissos que perduram para toda a vida”.

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Segundo ele, a expectativa é ampliar o alcance da iniciativa. Em 2025, os jogos reuniram mais de 2 mil atletas, distribuídos em 85 escolas, com a realização de 291 partidas e dezenas de provas individuais. Para este ano, a meta é superar esse número em pelo menos 20%, com participação aberta a todas as unidades de ensino da capital. “Ainda não há um número fechado de participantes, porque todos estão convidados. Esperamos uma adesão maior do que no ano passado, acompanhando o calendário estadual e nacional dos jogos escolares”, destacou o secretário.

Além da ampliação do público, a organização aposta em melhorias estruturais e operacionais. Entre os pontos citados estão o reforço na segurança, a presença de equipe médica, o cumprimento rigoroso dos horários e a preparação dos espaços esportivos. “Nosso maior diferencial será a organização, com foco em oferecer um ambiente seguro e adequado para atletas e público”, explicou.

A inclusão também é apontada como eixo central dos jogos. A proposta é garantir que estudantes de diferentes realidades tenham acesso à competição. “Queremos abrir portas para todos, independentemente de origem ou condição. O talento não escolhe bairro nem classe social, e é papel do poder público criar oportunidades”, afirmou Queiroz.

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Ao longo das edições, os JECs têm servido também como etapa de formação esportiva e seletiva para competições maiores. Em 2025, por exemplo, atletas classificados nas modalidades avançaram para os Jogos Escolares Estaduais, representando Cuiabá em nível regional.

Para o secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, os Jogos Estudantis Cuiabanos representam um investimento estratégico no futuro da cidade. “Estamos fortalecendo uma política pública que valoriza o esporte como ferramenta de inclusão, educação e desenvolvimento humano. Ao ampliar a participação e qualificar a estrutura dos jogos, criamos oportunidades reais para que nossos jovens descubram seu potencial e construam trajetórias positivas dentro e fora das quadras”, destacou.

Para o secretário, o impacto do projeto está diretamente ligado à formação dos jovens. “O objetivo vai além de medalhas. Queremos formar caráter, incentivar a disciplina e oferecer alternativas positivas, contribuindo para afastar os jovens de situações de risco e fortalecer a saúde física e mental”, disse.

Os Jogos Estudantis Cuiabanos são um dos principais eventos do calendário esportivo educacional da capital. Com duração de pouco mais de um mês, o evento mobiliza escolas, famílias e profissionais do esporte em toda Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Programa Colmeia de Minas fortalece cadeia produtiva do mel e aposta em rastreabilidade e sustentabilidade em Minas Gerais

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A cadeia produtiva do mel em Minas Gerais ganhou um novo impulso com o lançamento do programa “Colmeia de Minas”, iniciativa que reúne instituições públicas, pesquisadores e produtores com foco na sustentabilidade, rastreabilidade e fortalecimento da apicultura no estado.

O programa foi lançado na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e conta com articulação da Federação Mineira de Apicultura (Femap), além do apoio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) e de entidades como Emater-MG, Epamig, Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Unimontes e o Instituto Federal de Bambuí.

Apicultura mineira enfrenta desafios de produção, qualidade e rastreabilidade

Entre os principais gargalos identificados na cadeia produtiva estão a mortandade de abelhas, adulterações de produtos apícolas, ausência de dados consolidados do setor e falta de sistemas estruturados de rastreabilidade.

Outro ponto crítico é a necessidade de maior profissionalização dos apicultores e de integração das ações já existentes entre instituições públicas e privadas que atuam no segmento.

O objetivo do programa é centralizar iniciativas, ampliar a eficiência das políticas públicas e promover maior organização da cadeia do mel em Minas Gerais.

Programa Colmeia de Minas busca integrar ações e fortalecer o setor

A proposta do Colmeia de Minas é estruturar um conjunto de ações integradas para desenvolvimento da apicultura, com foco em seis eixos estratégicos: governança, inovação, qualificação produtiva, rastreabilidade, defesa sanitária, bioeconomia e valorização territorial.

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A iniciativa também prevê a criação de um ambiente mais coordenado entre instituições como Senar, Sebrae e Seapa, que já atuavam no setor, mas de forma descentralizada.

Segundo representantes do programa, a unificação das ações deve ampliar o impacto das políticas voltadas à cadeia do mel.

Produção de mel em Minas Gerais tem potencial expressivo

De acordo com dados apresentados pelo setor, Minas Gerais conta com 429 municípios produtores, mais de 9 mil apicultores e centenas de associações organizadas, além de um rebanho expressivo de colmeias voltadas à produção de mel e própolis.

A produção anual ultrapassa milhões de litros de mel, consolidando o estado como uma das referências nacionais na atividade apícola.

A expectativa é que o programa contribua para ampliar produtividade, qualidade e agregação de valor aos produtos.

Indicação Geográfica e rastreabilidade estão entre as primeiras ações

Entre as primeiras medidas previstas está o avanço na Indicação Geográfica (IG) do própolis verde, além da realização de um diagnóstico detalhado da cadeia produtiva do mel em Minas Gerais.

A proposta também inclui o desenvolvimento de um sistema de rastreabilidade, com o objetivo de aumentar a confiabilidade dos produtos e agregar valor ao mercado.

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A inspiração segue modelos já consolidados em outras cadeias agroindustriais, como o Queijo Minas Artesanal.

Governo de Minas reforça apoio e políticas públicas para apicultura

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) ficará responsável pela formulação de políticas públicas, articulação institucional e captação de recursos para o desenvolvimento da cadeia apícola.

O órgão também coordena ações executadas em campo por suas vinculadas, como Emater-MG, Epamig e IMA, incluindo a distribuição de kits apícolas para agricultores familiares.

Defesa sanitária e sustentabilidade ganham protagonismo

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) destacou que o fortalecimento da cadeia do mel está alinhado à busca por maior responsabilidade sanitária e sustentabilidade na produção.

A avaliação é de que o setor avança para um novo nível de organização, com maior integração entre produtores e órgãos de controle, ampliando a segurança e a qualidade dos produtos apícolas.

Colmeia de Minas aposta em desenvolvimento de longo prazo

Com a criação do programa, Minas Gerais busca consolidar um modelo mais estruturado para a apicultura, com foco em inovação, governança e valorização territorial.

A expectativa é que a iniciativa fortaleça a competitividade do mel mineiro, amplie mercados e contribua para o desenvolvimento sustentável de toda a cadeia produtiva no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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