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Genética de precisão impulsiona crescimento da ABS e eleva ações da Genus em mais de 80%

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O investimento em genética de precisão e tecnologias reprodutivas tem transformado a pecuária moderna, gerando resultados concretos no campo e atraindo atenção do mercado financeiro. A ABS, referência global em genética bovina, registrou 53% de crescimento no lucro operacional global, impulsionada pela alta demanda por soluções que aumentam produtividade e eficiência.

Esse desempenho contribuiu diretamente para a valorização de mais de 80% nas ações da Genus plc, controladora da ABS, reforçando o reconhecimento do mercado financeiro sobre o potencial da biotecnologia aplicada ao agro.

Inovação e ciência como pilares de desempenho

Segundo Ricardo Campos, Diretor Comercial Global da ABS, a combinação entre investimento contínuo em ciência e validação prática no campo consolidou a empresa como escolha preferida dos pecuaristas que buscam rentabilidade e eficiência. “Os resultados de 2025 mostram que estamos entregando valor real ao produtor e liderando a transformação do setor, como fazemos há mais de 80 anos”, afirma Campos.

A ABS tem registrado recordes de lucro, expansão de market share e avanços concretos em programas de inovação genética, reforçando seu papel de liderança na pecuária de performance.

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América Latina se destaca na adoção de genética avançada

Na América Latina, os resultados também foram expressivos, especialmente no Brasil, um dos mercados mais estratégicos para a ABS. A adoção da genética sexada Sexcel cresceu 11% no volume global de doses vendidas, consolidando a região como um polo de inovação em genética animal.

Programas como GeneAdvance e GeneStart têm oferecido aos pecuaristas ferramentas para melhorar indicadores zootécnicos e econômicos, com suporte técnico e planos genéticos personalizados. Luis Adriano Teixeira, Diretor Comercial da América Latina, reforça: “A genética é um pilar fundamental para produtividade e rentabilidade. Estamos preparados para ser o parceiro oficial do produtor, oferecendo soluções exclusivas, acessíveis e validadas no campo”.

Perspectivas de crescimento e expansão no Brasil

Com uma estratégia global bem definida e portfólio alinhado às demandas reais da pecuária, a ABS projeta manter o ritmo de crescimento no próximo ano fiscal. O Brasil terá papel central nesse novo ciclo, com investimentos em capacitação técnica, expansão da rede comercial e ampliação do portfólio de soluções em genética para leite e corte.

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O foco está em oferecer soluções integradas que aumentem a produtividade, eficiência e sustentabilidade da pecuária nacional, fortalecendo o posicionamento da ABS e da Genus como protagonistas do setor agropecuário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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