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GDM Inicia Integração dos Ativos de Milho da KWS na América do Sul

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A GDM deu início ao processo formal de integração dos ativos de milho da KWS na América do Sul, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) no Brasil. Esta etapa representa um importante marco para a consolidação da liderança global da empresa no setor de genética de cultivos extensivos.

Fundada na Argentina há 42 anos, a GDM tem se destacado por sua atuação em pesquisa e desenvolvimento, expandindo sua presença para mais de 15 países. A empresa é reconhecida pela inovação no melhoramento genético de culturas extensivas, consolidando sua posição no mercado global.

Ignacio Bartolomé, CEO da GDM, ressaltou que “esta expansão não só fortalece nossa capacidade operacional, mas também nosso compromisso com a excelência e a inovação na agricultura.” A GDM já é líder global na cultura da soja e, em 2023, ampliou sua atuação no trigo com a aquisição da empresa brasileira Biotrigo. Agora, com a integração dos ativos de milho da KWS, a GDM está posicionada para acelerar seu crescimento e se tornar um dos principais players em genética de milho na América do Sul.

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“O processo de integração será conduzido de forma gradual e criteriosa. Estamos confiantes de que a transição será fluida e benéfica para nossos colaboradores, clientes e parceiros. Combinando nossos pontos fortes, construiremos uma plataforma mais robusta que permitirá alcançar novos patamares e contribuir de maneira sustentável para a produtividade das culturas extensivas,” afirmou Bartolomé.

A incorporação dos ativos da KWS na GDM também reafirma o compromisso da empresa com os agricultores, prevendo um aumento nos investimentos em programas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). A GDM utilizará as mais modernas ferramentas tecnológicas para evoluir a genética de milho, atendendo melhor às necessidades dos produtores e da cadeia agroindustrial.

A integração trará também a adição de 700 novos funcionários à equipe da GDM, ampliando o talento, a visão e o conhecimento em genética de plantas da empresa, e contribuindo para enfrentar os desafios agrícolas da América do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Paraná enfrenta desafios climáticos, mas mantém potencial para produção recorde

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O início da colheita do milho safrinha no Paraná tem sido marcado por desafios climáticos e pela necessidade de monitoramento constante das lavouras. Apesar das adversidades registradas ao longo do ciclo, a expectativa segue positiva para a produção estadual, que pode alcançar 17,5 milhões de toneladas na safra 2025/26, segundo estimativas do Departamento de Economia Rural (Deral).

O Paraná registra nesta temporada uma área histórica destinada ao milho de segunda safra, com aproximadamente 2,9 milhões de hectares cultivados. De acordo com o boletim mais recente do Deral, cerca de 14 mil hectares já foram colhidos, volume que representa menos de 1% da área total plantada.

Desenvolvimento das primeiras lavouras ficou abaixo do esperado

As áreas semeadas logo na abertura da janela de plantio foram as mais impactadas pelas condições adversas enfrentadas durante o estabelecimento da cultura. Problemas climáticos e a elevada incidência de pragas, especialmente pulgões, afetaram o desenvolvimento inicial das plantas em algumas regiões produtoras.

Segundo especialistas do setor, as primeiras produtividades observadas estão ligeiramente abaixo da média esperada em determinadas áreas. No entanto, até o momento, não há registros de perdas significativas que comprometam o potencial produtivo estadual.

A tendência é de recuperação gradual nas lavouras que ainda se encontram em desenvolvimento, favorecidas pela melhora das condições climáticas observada nas últimas semanas.

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Atualmente, mais de 24% da área cultivada no estado já se encontra em fase final de maturação, enquanto o restante das lavouras segue em etapas de enchimento de grãos e desenvolvimento vegetativo.

Chuvas e possível influência do El Niño preocupam produtores

O principal fator de atenção neste momento é o comportamento do clima durante a reta final da safra. O registro frequente de chuvas em diversas regiões produtoras acendeu o alerta para possíveis impactos na qualidade dos grãos e na operação de colheita.

Além disso, a consolidação do fenômeno El Niño pode reduzir os níveis de luminosidade necessários para o pleno desenvolvimento das lavouras, aumentando os riscos de perdas qualitativas e exigindo maior agilidade dos produtores para aproveitar as janelas de tempo firme.

Diante desse cenário, o acompanhamento técnico das áreas tem sido intensificado, especialmente nas regiões Norte, Oeste e Sudoeste do Paraná, consideradas os principais polos produtores de milho safrinha do estado.

Tecnologia ajuda a preservar a produtividade

Mesmo diante das oscilações climáticas, especialistas destacam que o elevado nível tecnológico empregado pelos produtores paranaenses tem sido fundamental para preservar o potencial produtivo das lavouras.

O uso de híbridos de alto desempenho, aliado ao manejo fitossanitário adequado e ao acompanhamento técnico constante, tem contribuído para reduzir os impactos provocados por pragas e estresses climáticos.

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Segundo o diretor de Agronomia da divisão de sementes da Syngenta, Fabricio Passini, os investimentos realizados pelos agricultores em genética e manejo já começam a apresentar resultados positivos, mesmo em uma safra marcada por desafios.

De acordo com ele, produtores que adotaram tecnologias mais avançadas conseguiram proteger melhor o potencial produtivo das lavouras e minimizar os efeitos das condições adversas registradas no início do ciclo.

Circuito técnico acompanha situação das lavouras

A evolução da safra também vem sendo acompanhada por equipes técnicas que percorrem as principais regiões agrícolas do país. No Paraná, o roteiro teve início na região de Maringá e seguiu para o Oeste e Sudoeste do estado, reunindo especialistas, franqueados e produtores ligados às marcas NK e Nidera.

Após passar pelo Mato Grosso e pelo Paraná, o circuito técnico continuará nas próximas semanas por importantes estados produtores, incluindo Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com foco na avaliação do desempenho das lavouras e das perspectivas para a colheita.

Apesar dos desafios climáticos enfrentados ao longo do ciclo, o Paraná mantém perspectivas favoráveis para a segunda safra de milho, reforçando sua posição entre os maiores produtores do cereal no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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