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Fungicida Fezan® Gold Ganha Mercado com Aumento de Demanda na Safra 2024-25

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O fungicida Fezan® Gold, da Sipcam Nichino Brasil, tornou-se um dos destaques da safra 2023-24 nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, especialmente nos Ensaios de Rede, em que se mostrou uma solução eficaz no combate à ferrugem da soja. Com a escassez de fungicidas “multissítios” para a safra 2024-25, o produto ganhou ainda mais relevância no mercado. Segundo a empresa, a demanda pelo Fezan® Gold está aquecida, impulsionada pela diminuição na oferta de fungicidas protetores e multissítios, ocasionada por problemas logísticos na importação e fornecimento de ativos.

José de Freitas, engenheiro agrônomo da Sipcam Nichino, explica que a escassez de fungicidas protetores é um fator crítico para a cadeia produtiva e destaca a importância de soluções que combinem eficácia agrícola e controle de resistência dos fungos. “O Fezan® Gold já é formulado com protetores e multissítios, o que o torna altamente eficiente no manejo da resistência de fungos”, afirma Freitas.

Nos Ensaios de Rede, o fungicida da Sipcam Nichino se destacou entre os 16 produtos analisados, com resultados positivos frente à ferrugem da soja. Nos testes realizados em Campo Mourão (PR), na fazenda experimental da cooperativa Coamo, o Fezan® Gold apresentou o melhor desempenho, alcançando a primeira posição em eficácia. Em Passo Fundo (RS), os resultados também foram expressivos, com o produto figurando entre os quatro mais eficazes.

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Na prática, o uso de Fezan® Gold em Campo Mourão resultou em uma produtividade de 4.896 quilos de soja por hectare, com 95% de controle da ferrugem da soja, causadora pela Phakopsora pachyrhizi. Em Passo Fundo, o fungicida atingiu 4.474 quilos de soja por hectare, representando uma diferença de quase 2.300 quilos por hectare em relação ao tratamento padrão. Além disso, a eficácia do produto foi de cerca de 60%, mesmo em um cenário de alta severidade da doença, superando o desempenho do tratamento convencional.

Fezan® Gold é um fungicida sistêmico e protetor, com formulação líquida SC à base de água, que não exige o uso de óleo, proporcionando praticidade e facilidade de aplicação. Com um excelente custo-benefício, o produto se mostra uma opção eficiente e acessível para o controle da ferrugem da soja e de outras doenças nas culturas de algodão, milho, feijão e trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custo de produção do leite sobe no Paraná com alta do milho e farelo de soja, aponta Deral

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O custo de produção da atividade leiteira voltou a subir no Paraná, pressionado principalmente pela alta dos insumos utilizados na nutrição do rebanho. A avaliação é do Deral, vinculado à Seab, em boletim conjuntural divulgado na última quinta-feira (30).

Segundo o relatório, o aumento dos custos tem reduzido o poder de compra do produtor de leite em relação a insumos estratégicos como milho e farelo de soja, elevando a pressão sobre a rentabilidade da atividade.

Relação de troca piora e encarece alimentação do rebanho

O Deral utiliza a relação de troca entre o litro de leite e a saca de milho como um dos principais indicadores de custo da produção. Em março de 2025, com o litro do leite cotado a R$ 2,81, eram necessários 27,7 litros para adquirir uma saca de milho, que estava em R$ 77,90.

No período mais recente analisado, essa relação piorou, passando para 29,4 litros por saca, evidenciando perda de poder de compra do produtor.

A pressão também é observada no farelo de soja, outro insumo essencial na alimentação animal. A relação de troca passou de 697 litros por tonelada em março de 2025 para 868 litros por tonelada atualmente, refletindo o aumento expressivo do custo nutricional da atividade.

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Nutrição animal segue como principal fator de custo

De acordo com o boletim, a alimentação do rebanho continua sendo o principal componente do custo de produção leiteira. Com a alta dos insumos, produtores enfrentam margens mais apertadas e maior necessidade de eficiência na gestão nutricional e produtiva.

O cenário reforça a sensibilidade da atividade às oscilações do mercado de grãos, especialmente milho e soja, que têm forte impacto direto na formação do custo do litro de leite.

Importações de lácteos aumentam e pressionam mercado interno

Além dos custos de produção, o mercado de lácteos também é impactado pelo aumento das importações. Segundo o Deral, o volume importado cresceu cerca de 26% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025.

Os queijos representam aproximadamente 40% desse total, indicando forte presença de produtos importados no consumo interno.

Leite em pó registra alta mesmo com restrições

O boletim também destaca o avanço das importações de leite em pó, mesmo após medidas adotadas para tentar conter a entrada do produto no país. Em março de 2026, as compras externas registraram aumento de 71% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Esse movimento amplia a concorrência no mercado interno e adiciona pressão sobre os preços pagos ao produtor, em um cenário já marcado por custos elevados de produção.

Setor leiteiro enfrenta desafio de equilíbrio entre custos e competitividade

Com insumos em alta e aumento das importações, a cadeia do leite enfrenta um ambiente de maior pressão competitiva. O desafio do setor passa a ser manter a viabilidade econômica da produção diante de margens mais estreitas e maior volatilidade de mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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