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Frutas Katira Ruma à Liderança no Mercado de Limão Tahiti e Planeja Expansão Internacional

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A Frutas Katira, uma das principais empresas do Brasil no segmento de limão tahiti, alcançou um marco expressivo em 2023, com uma produção de 19,4 mil toneladas, totalmente voltadas para o mercado interno. Essa estratégia, centrada no atendimento a grandes redes varejistas brasileiras, demonstra a importância do feedback do consumidor para a constante melhoria dos produtos e fortalecimento da marca.

Reconhecida por seu rigoroso processo de seleção e controle de qualidade, a Frutas Katira destina cerca de 15% de sua produção para a elaboração de sucos e óleos essenciais, em parceria com empresas especializadas, como a Louis Dreyfus Company. A inovação é uma prioridade para a empresa, que investe continuamente em tecnologia de ponta. Um exemplo disso é a utilização de uma classificadora eletrônica importada da Nova Zelândia, capaz de detectar defeitos internos e externos com grande precisão. Júlio César Del Grossi, Diretor Comercial da Katira, ressalta: “A qualidade é um dos nossos diferenciais, e utilizamos máquinas modernas, muitas delas importadas, que auxiliam na seleção e classificação das frutas, assegurando a detecção de imperfeições por meio de tecnologia infravermelha.”

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Desde 2017, a empresa tem se concentrado exclusivamente no mercado nacional, mas projeta iniciar suas atividades de exportação até 2026. Essa expansão não apenas visa aumentar a presença da marca no exterior, mas também reafirma o compromisso da Frutas Katira com a qualidade e a sustentabilidade. A empresa adota práticas rigorosas nesse sentido, incluindo o uso de embalagens plásticas reutilizáveis e a destinação adequada dos resíduos de frutas, promovendo um ciclo de produção sustentável e responsável.

Compromisso com a Segurança Alimentar

A segurança alimentar é uma prioridade na Frutas Katira, que implementa práticas rigorosas de rastreabilidade. Isso permite que os consumidores acompanhem a origem dos produtos desde o campo até a gôndola do mercado. A empresa possui certificações importantes, como a Global G.A.P e a GRASP, obtidas após auditorias realizadas em julho e agosto. Além disso, assegura o uso responsável de defensivos agrícolas e realiza análises biológicas e químicas após a colheita, garantindo a integridade e a segurança dos produtos oferecidos.

Com um olhar voltado para o futuro, a Frutas Katira continua a expandir sua presença no mercado nacional enquanto se prepara para a internacionalização, sempre mantendo um firme compromisso com a qualidade, inovação e sustentabilidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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