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Escolas recebem alunos nos finais de semana para prática de esportes

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No período de recesso escolar que dura de 7 a 21 de julho, a Prefeitura de Cuiabá oferece atividades esportivas gratuitas aos estudantes da rede municipal. As escolas são abertas aos sábados no período das 8h às 12h para receber alunos e pais dispostos a praticar atividades esportivas como natação, vôlei e futsal. As atividades esportivas também nas terças e quintas-feiras, das 18h às 22h.

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, compareceu na manhã deste sábado (12) na Escola Municipal de Educação Professora Maria Dimpina Lobo Duarte, localizada no bairro Chacará dos Pinheiros, na Avenida Fernando Corrêa da Costa. Ele destacou a importância social de manter as escolas abertas no período de férias para oportunizar integração social nas comunidades das quais as unidades estão inseridas. “

“Em muitos bairros, as escolas são o único bem público direcionado para este fim. A comunidade precisa de um espaço de lazer. E, mesmo neste período de férias, nós estamos dispostos a oferecer atividades em conjunto por meio de práticas esportivas que são, acima de tuda, saudáveis”, destaca.

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As atividades esportivas foram acompanhadas pelo professor de Educação Física, Adriano Maurício da Silva, elogiou a iniciativa da atual gestão da Prefeitura de Cuiabá em oportunizar aos estudantes acesso às práticas esportivas. “As famílias interessadas estão comparecendo, com os pais acompanhando as crianças. Costumo dizer que é esporte é vida, é sinônimo de integração e saúde. Por isso, é sempre um orgulho trabalhar com a educação infantil”, comenta.

Confira abaixo as unidades que estão abertas aos estudantes para práticas esportivas aos finais de semana:

– EMEB Professora Maria Dimpina Lobo Duarte

– EMEB Madre Marta Cerutti

– EMEB Professor Firmo José Rodrigues

– EMEB Professor Zeferino Leite de Oliveira

– EMEB Doutor Orlando Nigro

– EMEB Professor Francisval de Brito

– EMEB Agostinho Simplício de Figueiredo

– EMEB Professora Tereza Lobo

– EMEB Professor Ranulpho Paes de Barros

– EMEB Tereza Benguela

– EMEB Senador Gastão de Matos Muller

– EMEB Jean Carlos Pinho Santos

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– EMEB Silva Freire

– EMEB Antônia Tita Maciel de Campos

– EMEB Professor Lenine de Campos Póvoas

– EMEB Deputado Ulisses Silveira Guimarães

– EMEB Professora Gracildes Melo Dantas

– EMEB Professora Maria Ambrósio Pommont

– EMEB Tenente Octacílio Sebastião da Cruz

– EMEB Coronel Octayde Jorge da Silva

#PraCegoVer

A foto ilustra três crianças e um adulto praticando atividades com uma bola de vôlei numa quadra esportiva.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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