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Sala do Empreendedor de Várzea Grande lidera atendimentos pelo segundo mês consecutivo

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A Sala do Empreendedor de Várzea Grande lidera, pelo segundo mês consecutivo, o ranking de atendimentos entre os municípios da Baixada Cuiabana que integram a Rede Parceira de Atendimento Metropolitana do Sebrae. Até 28 de setembro, a unidade registrou 2.674 atendimentos, contra 2.537 realizados por Cuiabá, uma diferença de 137 atendimentos.

O resultado representa avanço em relação ao levantamento anterior. Em 9 de setembro, Várzea Grande contabilizava 2.485 atendimentos, contra 2.428 de Cuiabá, uma vantagem de 57 atendimentos. Em apenas 19 dias, a unidade várzea-grandense realizou mais 189 atendimentos e ampliou a diferença para a capital.

Além de Várzea Grande e Cuiabá, aparecem no levantamento do Sebrae os municípios de Nobres, com 879 atendimentos; Poconé, com 873; Nova Brasilândia, com 826; Nossa Senhora do Livramento, com 554; Cuiabá Prefeitura, com 411; e Santo Antônio do Leverger, com 386.

O desempenho ocorre às vésperas do Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado em 5 de outubro, e reforça a procura por serviços voltados à formalização, regularização e capacitação de pequenos negócios.

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Mantida pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, em parceria com o Sebrae, a Sala do Empreendedor funciona no Várzea Grande Shopping e oferece serviços como abertura, alteração e baixa de empresas; emissão de boletos e certidões; regularização cadastral; orientações tributárias; formalização de Microempreendedores Individuais (MEIs); além de encaminhamento para capacitações e consultorias.

Segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, a ampliação da procura está relacionada à divulgação dos serviços e à realização de cursos e eventos voltados aos empreendedores.

“Estamos aproximando cada vez mais o empreendedor dos serviços que ele precisa para abrir, regularizar e desenvolver o seu negócio. A divulgação das ações, os cursos e os eventos realizados pela Prefeitura têm ampliado esse acesso e despertado o interesse de quem já empreende e também de quem está planejando começar um negócio”, afirmou.

O movimento já havia sido registrado no primeiro semestre. Entre janeiro e junho, a Sala do Empreendedor de Várzea Grande realizou 1.910 atendimentos, ficando entre as unidades mais movimentadas da Rede Parceira de Atendimento Metropolitana.

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Para a prefeita Flávia Moretti, o resultado demonstra a importância de facilitar o acesso dos empreendedores aos serviços públicos e às oportunidades de qualificação.

“Quem empreende precisa de informação, orientação e acesso aos serviços de forma simples e rápida. Várzea Grande está criando esse ambiente para quem quer abrir uma empresa, regularizar seu negócio ou buscar novas oportunidades. Esse resultado mostra que estão procurando e utilizando os serviços que colocamos à disposição”, destacou.

A Sala do Empreendedor de Várzea Grande também recebeu o Selo Sebrae de Referência em Atendimento 2025 – Categoria Bronze, reconhecimento estadual concedido às unidades que se destacam pela qualidade do atendimento, organização dos serviços e apoio aos pequenos negócios. A expectativa da gestão é repetir o reconhecimento na avaliação de 2026.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Capacitação em hanseníase amplia diagnóstico e identifica 42 novos casos em Várzea Grande

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O que poderia ser apenas mais uma consulta de rotina acabou contribuindo para uma avaliação mais detalhada do tratamento de uma paciente com hanseníase em Várzea Grande. Sueli Alves da Rosa já fazia acompanhamento contra a doença e procurou a unidade de saúde durante uma capacitação realizada pela rede municipal para saber se já poderia receber alta da medicação.

Durante a avaliação, os profissionais entenderam que ainda era necessário manter o tratamento e o acompanhamento. A decisão foi tomada a partir da análise do quadro clínico da paciente, que deverá retornar à unidade para uma nova avaliação dentro do período definido pela equipe médica.

A situação de Sueli é um exemplo de como a capacitação aproxima o conhecimento técnico da realidade dos pacientes. Ao longo da atividade, os profissionais puderam avaliar casos reais, discutir condutas e aprofundar a identificação de sinais da doença, alterações neurológicas, reações hansênicas, recidivas e a necessidade de acompanhamento.

Realizada nas Unidades de Saúde da Família (USFs) dos bairros Parque do Lago e Maringá, a capacitação resultou em 108 atendimentos e na identificação de 42 novos casos de hanseníase. Do total, 36 foram registrados em adultos e seis em crianças menores de 15 anos. Também foram identificadas 11 recidivas — retorno da doença — ou outros reingressos.

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O número de casos encontrados mostra a importância da avaliação dermatoneurológica e da busca ativa dentro da Atenção Primária. Entre os pacientes avaliados, também foram identificados casos com diferentes graus de incapacidade física (GIF): 15 pacientes com GIF 0, 23 com GIF 1 e 15 com GIF 2.

Os casos de crianças menores de 15 anos chamam atenção porque exigem uma investigação mais cuidadosa dos contatos e do histórico epidemiológico, além do acompanhamento pela equipe de saúde.

Conhecimento compartilhado entre municípios

Além dos profissionais de Várzea Grande, participaram da capacitação trabalhadores dos municípios de Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Poconé e Nova Brasilândia, ampliando a troca de experiências entre as equipes que atuam no enfrentamento da hanseníase.

Ao todo, 23 profissionais de Várzea Grande participaram diretamente da capacitação: 10 enfermeiros, 12 médicos e um dentista. A atividade foi conduzida pela enfermeira especialista Adriana de Oliveira Matos, responsável técnica pela Linha de Cuidado da Hanseníase e pelas equipes do Ambulatório de Atenção Especializada e Regionalizado em Hanseníase (AAER), localizado no Centro de Especialidade em Saúde, conhecido como Postão.

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Mais do que atualizar conhecimentos, a proposta foi levar os profissionais para dentro da realidade do atendimento. A partir dos casos encontrados nas próprias unidades, foi possível discutir diagnóstico, tratamento, avaliação dos nervos periféricos, prevenção de incapacidades e acompanhamento dos pacientes.

A orientação dos profissionais é que os pacientes em tratamento mantenham o acompanhamento e retornem às consultas mesmo quando percebem melhora. A hanseníase pode provocar alterações nos nervos e incapacidades físicas, e a avaliação regular permite identificar essas mudanças e agir antes que os danos se agravem.

A experiência reforça o papel das unidades de saúde como porta de entrada para o diagnóstico e o acompanhamento da hanseníase e mostra que, muitas vezes, uma avaliação cuidadosa pode fazer a diferença na condução do tratamento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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