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Dólar abre em leve alta com mercado atento a fala de Galípolo e cenário externo instável

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O dólar iniciou a semana em valorização frente ao real, refletindo movimentos globais e a expectativa local por posicionamentos do Banco Central. As atenções do mercado se dividem entre fatores internacionais — como oscilação de moedas europeias e do iene — e eventos domésticos decisivos, como a participação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, em evento público em São Paulo.

Dólar acompanha cenário global

Nas primeiras negociações desta segunda-feira, o dólar à vista registrou alta de aproximadamente 0,15%, cotado em torno de R$ 5,3427 na venda. No mesmo horário, o contrato futuro de dólar com vencimento mais próximo operava com leve queda de 0,03%, negociado a R$ 5,3795, na B3.

No exterior, o índice dólar, que compara a moeda americana a uma cesta de seis divisas fortes, subia cerca de 0,25%. O euro e o iene são penalizados por instabilidades políticas recentes, incluindo mudanças nos primeiros-ministros de algumas economias, o que reforça a procura por dólar como ativo de refúgio.

Mercado brasileiro atento a Galípolo e dados econômicos

Investidores acompanham com atenção o pronunciamento de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, em palestra organizada pela Fundação FHC em São Paulo. Espera-se que ele aborde desafios da conjuntura econômica brasileira e o direcionamento das políticas monetária e cambial em meio a um contexto internacional instável.

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A agenda econômica do país também atrai atenção. Nesta semana, serão divulgados indicadores importantes, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro, o boletim Focus com projeções macroeconômicas e os dados da balança comercial do mês. Esses indicadores podem influenciar expectativas sobre inflação e juros.

Cenário internacional influencia decisões

Nos Estados Unidos, o governo enfrenta o sexto dia de paralisação parcial (“shutdown”), provocando incerteza na agenda econômica. Além disso, a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) detalhará os motivos por trás da redução recente de juros, trazendo pistas sobre o futuro da política monetária americana e os fluxos globais de capital.

Nos mercados globais, os índices americanos apresentaram desempenho misto, com alta do Dow Jones, estabilidade do S&P 500 e queda do Nasdaq. Na Europa, o índice pan-europeu STOXX 600 avançou impulsionado por setores de saúde e mineração, com a expectativa de cortes de juros nos EUA. Na Ásia, os resultados foram heterogêneos: bolsas de Japão, Coreia do Sul e Taiwan subiram, enquanto Hong Kong recuou após realização de lucros.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de milho 2025/26 no Centro-Sul atinge 97,6%, aponta Safras & Mercado

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A colheita da safra de milho de verão 2025/26 no Centro-Sul do Brasil alcançou 97,6% da área estimada de 3,608 milhões de hectares até a última sexta-feira (29), conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado. O ritmo confirma o avanço praticamente concluído da temporada nas principais regiões produtoras do país.

Colheita de milho já foi concluída em vários estados

O levantamento aponta que a colheita já foi finalizada em importantes estados do Sul e Centro-Oeste. No Rio Grande do Sul, os trabalhos atingiram 100% da área estimada de 946 mil hectares, mesmo patamar registrado em Santa Catarina, que também concluiu a colheita em 607 mil hectares.

No Paraná, a safra foi totalmente colhida em uma área de 547 mil hectares, enquanto São Paulo também encerrou os trabalhos em 295 mil hectares cultivados.

Em Goiás e no Distrito Federal, a colheita igualmente atingiu 100% dos 287 mil hectares plantados, reforçando o avanço acelerado da safra na região.

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Avanço ainda em andamento em alguns estados

Entre as áreas ainda em finalização, Mato Grosso do Sul registra 96,7% de colheita em uma área de 30 mil hectares. Em Minas Gerais, o avanço chega a 93,5% sobre uma área cultivada de 854 mil hectares.

Já no Mato Grosso, a colheita foi concluída em 100% da área de 11 mil hectares, indicando encerramento total também no estado.

Comparativo com safras anteriores

No mesmo período do ano passado, a colheita da safra de verão de milho no Centro-Sul estava em 97,3% da área estimada de 3,499 milhões de hectares. Já a média dos últimos cinco anos para o período é de 96,5%, o que mostra que a atual temporada apresenta leve avanço em relação ao histórico recente.

Com o ciclo praticamente encerrado, o mercado agora volta as atenções para o desempenho da segunda safra e para as condições climáticas que poderão influenciar a produtividade das próximas etapas do calendário agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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