Mato Grosso

Polícia Civil cumpre prisão de autor de estupro de vulnerável em Matupá

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Um homem suspeito de abusar sexualmente de uma vítima de 11 anos que morava nas proximidades de sua residência teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta terça-feira (2.6), em ação realizada da Delegacia de Matupá.

O suspeito, de 38 anos, teve a ordem de prisão decretada pela Vara Única de Matupá pelo crime de estupro de vulnerável, após investigações conduzidas pela Núcleo de Investigação de Crimes Contra Vulneráveis da Delegacia do município.

As investigações iniciaram no final do mês de maio, quando a mãe da vítima procurou a delegacia para denunciar os abusos. Segundo as informações, o suspeito é vizinho da vítima e além da violência sexual, a ameaçava dizendo que mataria todos da sua família, caso falasse para alguém sobre os abusos.

Durante os trabalhos, também foi apurado que ele responde a ação penal de estupro de vulnerável praticado contra outra vítima adolescente. Com base nos elementos apurados, foi representado pelo mandado de prisão do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido pelos policiais da Delegacia de Matupá.

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Ele foi localizado em seu local de trabalho, onde teve a ordem judicial cumprida. Ele foi conduzido à Delegacia de Matupá para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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