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Cuiabá realiza ‘Dia D’ e intensifica combate ao Aedes aegypti no Dom Aquino

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado (08) o mutirão ‘Dia D’ de combate ao Aedes aegypti no bairro Dom Aquino. A ação contará com a participação de 70 agentes comunitários de endemias, que percorrerão 5.178 imóveis, além de realizarem vistorias em oito praças e quatro terrenos baldios previamente notificados.

A concentração da mobilização acontecerá na praça do bairro Dom Aquino, localizada ao lado do Posto de Saúde, que estará aberto nesta data para atender a população em geral. Durante o mutirão, serão realizadas orientações sobre prevenção e eliminação de criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, além da aplicação de larvicidas e remoção de possíveis focos do vetor.

O mutirão ‘Dia D’ faz parte de um cronograma de ações emergenciais para conter o avanço das arboviroses na capital, que registrou um aumento alarmante nos casos de dengue e chikungunya nas primeiras semanas de 2025. A iniciativa envolve diversas secretarias municipais, reforçando a importância da união de esforços para proteger a saúde da população.

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A Prefeitura de Cuiabá convida toda a comunidade a participar do mutirão e reforça a importância da colaboração dos moradores na eliminação de criadouros do mosquito. Pequenas atitudes, como evitar o acúmulo de água em recipientes e manter quintais limpos, fazem toda a diferença no combate às arboviroses.

📍 Serviço:
📅 Data: Sábado, 08 de fevereiro de 2025
⏰ Horário: A partir das 07h30
📌 Local de Concentração: Praça do bairro Dom Aquino (ao lado do Posto de Saúde)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produção de feijão no Rio Grande do Sul deve recuar mais de 37% em 2026, aponta Emater

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A produção de feijão no Rio Grande do Sul deverá registrar forte retração na safra 2026. Dados divulgados pela Emater/RS-Ascar indicam redução expressiva na área plantada, na produtividade e no volume colhido, tanto na primeira quanto na segunda safra da cultura.

A primeira safra já foi concluída no Estado e confirmou desempenho inferior ao ciclo anterior. Segundo o Informativo Conjuntural da entidade, a produtividade média foi revisada para 1.726 quilos por hectare, resultado 3% abaixo da estimativa inicial de 1.779 quilos por hectare.

A área cultivada também apresentou retração significativa, totalizando 23.942 hectares, redução de 22,3% em comparação aos 30.797 hectares registrados na safra 2024/2025. Como consequência, a produção foi estimada em 41.320 toneladas, volume 26,3% menor que as 56.098 toneladas colhidas no ciclo anterior e 11% inferior à previsão inicial.

Segunda safra avança, mas produção segue comprometida

Enquanto a primeira safra foi encerrada, a colheita da segunda safra alcançou 85% da área cultivada no Rio Grande do Sul. Os 15% restantes das lavouras estão em fase de maturação e aguardam condições favoráveis para a conclusão dos trabalhos.

Apesar da melhora recente do clima, com maior incidência de radiação solar e temperaturas amenas, fatores climáticos adversos registrados ao longo do ciclo afetaram o potencial produtivo das lavouras.

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De acordo com a Emater/RS-Ascar, as geadas ocorridas anteriormente e os períodos prolongados de elevada umidade relativa do ar causaram perdas de produtividade e prejudicaram a qualidade dos grãos em diversas regiões produtoras.

A área cultivada na segunda safra foi reestimada em 9.818 hectares, representando queda de 45,7% em relação aos 18.070 hectares cultivados no ano anterior. A produtividade média foi ajustada para 1.414 quilos por hectare, ligeiramente acima da projeção inicial de 1.401 quilos por hectare.

Mesmo com esse pequeno avanço no rendimento, a produção esperada é de apenas 13.880 toneladas, volume 37,2% inferior às 22.111 toneladas colhidas na safra passada.

Geadas reduziram potencial produtivo na região de Ijuí

Na região administrativa de Ijuí, a colheita da segunda safra atingiu aproximadamente 75% da área cultivada. As lavouras remanescentes já estão maduras, e os produtores aguardam melhores condições para finalizar as operações.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as geadas registradas durante as fases vegetativa e reprodutiva da cultura provocaram perdas pontuais e reduziram o potencial produtivo inicialmente projetado.

Até o momento, as áreas colhidas apresentam rendimento médio de 1.805 quilos por hectare. A expectativa é de que a colheita seja concluída na primeira quinzena de junho.

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Umidade afeta qualidade dos grãos em Soledade

Na região de Soledade, os trabalhos de colheita já alcançaram 90% da área cultivada. As condições climáticas mais favoráveis nas últimas semanas contribuíram para acelerar o avanço das operações e o desenvolvimento final das lavouras.

ntretanto, a elevada umidade relativa do ar observada anteriormente trouxe impactos negativos para a qualidade dos grãos colhidos, fator que preocupa produtores e compradores.

Oferta menor pode influenciar mercado do feijão

Com a redução da produção nas duas safras, o Rio Grande do Sul deverá disponibilizar um volume significativamente menor de feijão ao mercado em 2026. A combinação entre diminuição da área plantada e adversidades climáticas reforça o cenário de menor oferta estadual, elemento que poderá influenciar a dinâmica de preços e abastecimento nos próximos meses.

O desempenho final da segunda safra será determinante para consolidar os números da produção gaúcha e avaliar os impactos sobre o mercado nacional do feijão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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