AGRONEGÓCIO

Tratores da LS Tractor impulsionam eficiência na pecuária leiteira durante 25ª edição do Agroleite

Publicado em

A cidade de Castro (PR), reconhecida como a Capital Nacional do Leite, se prepara para sediar a 25ª edição do Agroleite, feira que é referência em tecnologia para a cadeia leiteira na América Latina. O evento, que acontece de 5 a 8 de agosto, reunirá mais de 360 marcas e apresentará as principais inovações do setor.

LS Tractor apresenta soluções modernas para produtores leiteiros

Entre as empresas que marcarão presença, a LS Tractor, fabricante sul-coreana com forte atuação no Brasil, destaca-se por trazer tecnologia avançada para produtores de diferentes perfis. A empresa lançará dois modelos recentes: o MT4.70 e o MT2.27E.

MT4.70: o “SUV dos tratores” com alta eficiência

O modelo MT4.70, lançado no Brasil em maio deste ano, é apontado como o “SUV dos tratores”. Fabricado nacionalmente, ele combina versatilidade e alta eficiência operacional, com um dos menores consumos de combustível da categoria. Equipado com motor LS Diesel de 4 cilindros e 62 cv, o trator oferece excelente torque, com 11% a mais de reserva em relação aos concorrentes.

Disponível com cabine original ou na versão plataformada (Rops), o MT4.70 conta com transmissão de 32 marchas à frente e 16 à ré, reversor sincronizado e sistema hidráulico com válvula de vazão variável de até 35 litros/minuto. Segundo Astor Kilpp, consultor de produto da LS Tractor:

“Esse equipamento proporciona até 50% mais eficiência operacional que concorrentes, redução de custos e maior conforto para o operador.”

MT2.27E: robustez e praticidade para produtores familiares

Para propriedades menores, a LS Tractor oferece o MT2.27E, um trator compacto e resistente, ideal para mecanização intensiva. O modelo possui motor LS Diesel de 3 cilindros com 25 cv, transmissão de 12 marchas à frente e 12 à ré, além de reversor sincronizado.

Leia Também:  Pressionado, governo suspende a lista de espécies invasoras e adia debate sobre tilápia

Kilpp destaca:

“O conjunto tecnológico oferece ótimo desempenho, conforto operacional e baixo consumo de combustível, mesmo em uso contínuo.”

Versatilidade para o dia a dia da pecuária leiteira

Fernando Tadeu Aleixo, coordenador de vendas da concessionária Korea (Ponta Grossa, PR), ressalta que o MT2.27E será apresentado em uma versão demonstrativa no Agroleite, equipada com raspa frontal, ferramenta bastante utilizada na pecuária leiteira. Ele explica:

“Os visitantes poderão conferir a aplicação prática do trator nas operações diárias do setor.”

O MT2.27E também possui TDP independente com acionamento eletro-hidráulico e sistema hidráulico de três pontos com capacidade de levante de 820 kg, o maior da categoria, garantindo desempenho superior em diversas tarefas.

Financiamento e perspectivas para o evento

Aleixo acrescenta que toda a linha LS Tractor com até 80 cv, que inclui 11 modelos entre 25 e 80 cavalos, é elegível para financiamento pelo programa Mais Alimentos, que oferece juros atrativos para produtores rurais.

Com a retomada do crédito rural, a expectativa para o Agroleite é positiva. Segundo Aleixo:

“O público da região, em sua maioria descendente de holandeses e alemães, tem perfil inovador. O Agroleite é o principal evento do setor no estado, e com a liberação de crédito, esperamos um volume expressivo de negócios durante a feira.”

O Agroleite 2024 promete ser uma oportunidade importante para os produtores da pecuária leiteira conhecerem tecnologias que podem elevar a produtividade e a eficiência no campo.

Leia Também:  Obras de reforma do Mercado do Porto avançam para fase final

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agronegócio prioriza eficiência e retorno rápido em meio a juros altos e desaceleração do setor

Published

on

Agro adota postura mais conservadora diante de cenário de juros elevados e crédito restrito

O agronegócio brasileiro vive um momento de maior cautela na tomada de decisões de investimento. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrição de crédito e maior incerteza econômica, empresas do setor têm priorizado projetos com retorno financeiro mais rápido e previsibilidade de resultados.

A mudança ocorre após um ciclo de forte desempenho em 2025, quando o agro teve papel relevante na expansão da economia. Para 2026, no entanto, a expectativa é de desaceleração, com impacto direto sobre margens e ritmo de investimentos.

Esse novo cenário reforça uma tendência de maior disciplina na alocação de capital, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade financeira no longo prazo.

Plano Safra revela retração em linhas de investimento e mudança no perfil do crédito rural

Dados do Plano Safra 2025/2026, divulgados pelo Ministério da Agricultura com base em informações do Banco Central, mostram que o crédito rural mantém crescimento no volume total, mas com forte retração nas linhas de investimento.

Entre os principais recuos estão:

  • Moderfrota: queda de 49%
  • Proirriga: redução de 48%
  • Inovagro: retração de 33%
  • Pronamp: queda de 34%

O movimento indica uma mudança de comportamento no campo: produtores estão priorizando o custeio da operação imediata e adiando decisões relacionadas à modernização e expansão das atividades.

Leia Também:  Safra de milho 2024/25 na Bahia surpreende com alta produtividade e reforça otimismo para próximos ciclos

Na prática, o setor passa por uma reorganização de prioridades, com maior foco na manutenção da liquidez e menor apetite por projetos de longo prazo.

Juros altos e incerteza reduzem apetite por investimentos de longo prazo no agro

Para o economista Alexandre Schwartsman, o ambiente atual combina custo elevado de capital e menor previsibilidade, fatores que influenciam diretamente a estratégia de investimento das empresas.

“Com crédito mais caro e maior incerteza, as empresas passam a priorizar caixa e previsibilidade, reduzindo o apetite por projetos com retorno mais longo”, avalia.

Esse movimento tem levado companhias do agronegócio a revisar portfólios de projetos, elevar critérios de aprovação e reforçar análises de retorno financeiro, especialmente em iniciativas ligadas à expansão e modernização.

Eficiência operacional e tecnologia ganham protagonismo nas decisões do setor

Com maior pressão sobre resultados, cresce a prioridade por projetos voltados à eficiência operacional, redução de custos e ganho de produtividade. A lógica é clara: em um cenário de margens mais apertadas, apenas iniciativas com impacto direto no resultado ganham espaço.

Empresas que atuam na modernização de sistemas e processos, como a MIGNOW, observam aumento na participação de áreas financeiras — especialmente CFOs — na avaliação de investimentos, com foco em previsibilidade e retorno mais rápido.

Segundo o CEO da companhia, Paulo Secco, há uma mudança clara no perfil de aprovação de projetos no setor.

“O que vemos na prática é uma mudança clara de comportamento. Empresas que antes aprovavam projetos com mais flexibilidade hoje exigem retorno muito mais rápido e previsível”, afirma.

De acordo com ele, iniciativas são cada vez mais reavaliadas não pela falta de necessidade, mas pela exigência de maior visibilidade sobre impacto financeiro.

Leia Também:  Sem ação contra mudanças do clima, cadeia da soja terá perdas de até 60%
Automação e controle de riscos se tornam estratégicos no agronegócio moderno

Além da revisão de prioridades, cresce a demanda por maior controle de prazos, custos e execução em projetos de transformação digital e operacional.

A adoção de abordagens mais estruturadas e automatizadas tem sido apontada como fator de redução de riscos e aumento de eficiência. Em projetos de atualização e conversão de sistemas, por exemplo, há casos de automação que chegam a até 97%, contribuindo para menor incidência de falhas e maior previsibilidade de resultados.

Nesse contexto, o agronegócio passa a incorporar práticas mais rigorosas de governança e gestão de projetos, alinhadas ao ambiente de maior pressão financeira.

Eficiência se torna fator central de competitividade no agro

O atual cenário reforça uma mudança estrutural no comportamento do agronegócio brasileiro. Com crédito mais caro e menor espaço para erro, a eficiência operacional, a disciplina financeira e a priorização de investimentos com retorno claro passam a ser determinantes para a competitividade do setor nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA