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Conselheiros aprovam projetos de Lei do Marco Zero e da zona de urbanização em Cuiabá

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O Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE) aprovou, em reunião extraordinária realizada nesta terça-feira (9), dois importantes Projetos de Lei que representam avanços significativos para o desenvolvimento urbano e sustentável de Cuiabá. Ambos serão enviados pelo Executivo Municipal para aprovação na Câmara Municipal, com o objetivo de que entrem em pauta para serem apreciados ainda neste ano.

O primeiro projeto institui o Marco Zero de Regularização Imobiliária, medida que permitirá que grande parte da população com imóveis em situação irregular possa, finalmente, regularizar suas propriedades. Com a nova legislação, todos os imóveis concluídos e em conformidade com as normas municipais até 17 de setembro de 2025 poderão solicitar a regularização junto à Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O procedimento contará com condições facilitadas de pagamento do ISS, com possibilidade de parcelamento em até 24 vezes, conforme solicitado pelo prefeito Abilio Brunini. A iniciativa reforça o compromisso do município em promover segurança jurídica, organização urbana e inclusão social.

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O segundo projeto aprovado disciplina a possibilidade de criação de uma Zona de Urbanização Específica com Característica Privada (ZUEP), localizada fora da zona urbana. Trata-se de empreendimentos que poderão desenvolver estruturas comerciais próprias e fomentar novas áreas de crescimento econômico e habitacional, respeitando princípios de sustentabilidade e planejamento territorial. Além disso, a infraestrutura mínima básica (transporte, coleta de lixo etc.) ficará, exclusivamente, por conta do empreendedor, e não do poder público.

A proposta representa uma estratégia moderna de ocupação, ampliando oportunidades e fortalecendo o desenvolvimento integrado da cidade.

Na oportunidade, o secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano e presidente do CMDE, José Afonso Botura Portocarrero, ressaltou que “as aprovações refletirão importantes inovações no planejamento da cidade e deverão ser acompanhadas de um eficiente monitoramento, visando impedir o crescimento desordenado da cidade”.

Também foram aprovados o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) e o Relatório de Impacto de Vizinhança (RIV) de outros dois empreendimentos que serão construídos em Cuiabá — um residencial, na região do Clube Monte Líbano, e outro comercial, no Jardim das Américas.

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Foram ainda empossados conselheiros suplentes: Eduardo Garcia, representante da Secretaria Municipal de Habitação e Regulação Fundiária; Gustavo Vandoni da Silva, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura; Patrícia Albuquerque Cavalcanti, da Procuradoria-Geral do Município; e Geissiane Thalita, da Secretaria de Governo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cooperativas de Santa Catarina ultrapassam R$ 105 bilhões e reforçam protagonismo na economia em 2025

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O cooperativismo de Santa Catarina segue em forte expansão e consolida sua relevância econômica no estado. De acordo com dados do Sistema OCESC, o faturamento das cooperativas catarinenses alcançou R$ 105,7 bilhões em 2025, resultado que representa crescimento de 15,8% em relação ao ano anterior e confirma a trajetória positiva do setor.

O avanço reforça o papel estratégico das cooperativas na geração de empregos, renda e desenvolvimento regional, além de evidenciar o fortalecimento da gestão, da governança e da capacidade de investimento das organizações catarinenses.

Segundo o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta, o desempenho é reflexo de um modelo de negócios cada vez mais competitivo, estruturado e conectado às necessidades da população.

Ele destaca que o crescimento das cooperativas está diretamente ligado à capacidade de inovação, ao fortalecimento da gestão e à atuação presente nas diferentes regiões do estado, impulsionando cadeias produtivas e promovendo desenvolvimento econômico sustentável.

Série histórica mostra expansão contínua do cooperativismo catarinense

Os números confirmam uma evolução consistente do setor nos últimos anos. Em 2022, o faturamento das cooperativas de Santa Catarina somava R$ 80,82 bilhões. Em 2023, o volume avançou para R$ 84,65 bilhões, enquanto em 2024 atingiu R$ 91,26 bilhões.

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Já em 2025, o crescimento ganhou intensidade, levando o setor a superar a marca histórica de R$ 105 bilhões.

A trajetória de expansão demonstra a capacidade de adaptação das cooperativas diante das mudanças econômicas e dos desafios do mercado. Após o salto de 63,3% registrado em 2022, impulsionado pela recuperação econômica pós-pandemia, o cooperativismo manteve crescimento de 4,7% em 2023 e de 7,8% em 2024, chegando ao resultado mais expressivo em 2025.

Cooperativas ampliam investimentos e fortalecem desenvolvimento regional

O desempenho acima da média nacional também está associado ao fortalecimento da governança, aos investimentos em inovação e à presença estratégica das cooperativas em diferentes segmentos da economia catarinense.

Além da geração de renda e empregos, o modelo cooperativista tem ampliado investimentos em tecnologia, qualificação profissional e desenvolvimento das comunidades onde atua, consolidando-se como um dos principais motores econômicos do estado.

Para o Sistema OCESC, o avanço sustentável do setor demonstra maturidade operacional e capacidade de planejamento de longo prazo, fatores considerados fundamentais para manter o ritmo de crescimento nos próximos anos.

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Projeções indicam cooperativismo ainda mais forte até 2028

As estimativas do setor apontam continuidade da trajetória de expansão em Santa Catarina. A previsão é que o faturamento das cooperativas alcance R$ 115,2 bilhões em 2026, suba para R$ 125,9 bilhões em 2027 e chegue a R$ 137,6 bilhões em 2028.

Na avaliação de Vanir Zanatta, os números projetados reforçam a capacidade do cooperativismo catarinense de seguir crescendo de forma estruturada, sustentado por eficiência operacional, presença territorial e investimentos contínuos em gestão e inovação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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