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Bataticultura Brasileira: Perspectivas Promissoras Apesar dos Desafios

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A bataticultura brasileira tem mostrado um desempenho promissor nos últimos anos, com previsões otimistas para 2024, segundo dados divulgados pela equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da ESALQ/USP. Com quase duas décadas de acompanhamento dos custos de produção de batata, o Cepea observa que, mesmo enfrentando dificuldades na produção e aumento nos custos unitários, o ano de 2024 pode ser um dos melhores para o setor bataticultor nacional.

O cenário favorável, que começou a se delinear em 2019, continua a se firmar em 2024. Embora a produção tenha enfrentado desafios em várias regiões, a oferta de batata foi mantida sob controle, e os preços atingiram níveis recordes na série histórica do Cepea, iniciada em 2001. Um dos fatores que ajudou a manter os preços elevados foi o aumento da área dedicada à produção de batata para a indústria de pré-frita, o que limitou a expansão da oferta destinada ao mercado de mesa. Muitos produtores com maior capital concentraram seus investimentos no setor industrial, priorizando essa área em detrimento do mercado in natura.

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Perspectivas para 2025 e Desafios à Vista

Apesar de 2024 se desenhar como um ano de boas perspectivas para a bataticultura, 2025 também promete ser favorável, com a continuidade dos investimentos voltados para a indústria. No entanto, o próximo ano pode trazer desafios, especialmente em relação à disponibilidade de sementes, o que pode restringir a produção e, consequentemente, a produtividade.

O Especial Batata 2024, publicado pela Hortifruti Brasil, apresenta os principais itens que compõem a planilha de custos de uma propriedade típica produtora de batata, tanto para o mercado in natura quanto para a indústria. O estudo também analisa o comportamento desses itens em diferentes modelos de produção, oferecendo uma visão detalhada do cenário atual e das tendências para os próximos anos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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São Paulo lidera ranking nacional com 564 Selos Arte e impulsiona produção artesanal de alimentos de origem animal

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São Paulo se torna referência nacional na certificação de produtos artesanais

O Estado de São Paulo alcançou a liderança nacional no número de Selos Arte concedidos a estabelecimentos produtores de alimentos de origem animal. Ao todo, são 564 selos emitidos, consolidando o estado como principal polo de certificação no país.

Os dados acompanham o crescimento do registro de estabelecimentos artesanais no Serviço de Inspeção de São Paulo (SISP), vinculado à Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Atualmente, os produtos certificados estão distribuídos entre 298 estabelecimentos registrados no SISP e outros 266 vinculados a Serviços de Inspeção Municipais (SIMs).

Selo Arte permite comercialização interestadual de produtos artesanais

O Selo Arte é uma certificação do Governo Federal que autoriza a comercialização interestadual de alimentos artesanais de origem animal, como queijos, embutidos, mel e outros produtos típicos.

A iniciativa beneficia pequenos e médios produtores ao permitir a ampliação de mercado, mantendo a identificação de produtos com características tradicionais e regionais.

De acordo com a legislação, são considerados artesanais os produtos elaborados em pequena escala, com processos tradicionais e identidade regional.

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Crescimento do setor reflete expansão da agroindústria artesanal paulista

Além dos 564 Selos Arte concedidos, São Paulo conta atualmente com 299 estabelecimentos artesanais registrados no SISP e aptos a solicitar a certificação.

O setor é distribuído em diferentes cadeias produtivas:

  • 130 estabelecimentos de carnes
  • 114 de leite
  • 20 de ovos
  • 27 de mel
  • 13 de pescados

O avanço reflete a expansão da agroindústria artesanal no estado e o fortalecimento da formalização da produção.

Simplificação de regras impulsionou crescimento acelerado dos registros

O crescimento do setor ganhou força a partir de 2023, após a publicação da Resolução SAA nº 63, que simplificou os processos de registro, reforma e ampliação de estabelecimentos artesanais vinculados ao SISP.

Desde então, o número de registros apresentou forte evolução:

  • 47 estabelecimentos registrados em 2023
  • 106 em 2024
  • 115 em 2025
  • 51 já em 2026

Segundo a Coordenadoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (CIPOAV), o ritmo de formalização aumentou significativamente.

“Até 2023, tínhamos uma média de 2,2 registros de artesanal por ano e hoje o SISP registra um estabelecimento artesanal em média a cada 3,15 dias”, destacou o órgão.

Estado lidera expansão e reforça competitividade do setor artesanal

Para a Defesa Agropecuária, a liderança de São Paulo no número de Selos Arte reflete a consolidação de políticas públicas voltadas à formalização e valorização da produção artesanal.

“Queremos, além de nos consolidar nessa posição, que os produtores artesanais com SISP nos submetam ainda mais pedidos de Selo Arte para que continuemos levando o sabor e a qualidade de nossos produtos para todo o Brasil”, afirmou João Gustavo Loureiro, responsável pela CIPOAV.

Registro garante acesso ao mercado e valorização do produto artesanal

Para obter o registro como estabelecimento artesanal no SISP, o produtor deve procurar a unidade regional da Defesa Agropecuária correspondente à sua região.

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A certificação se tornou um instrumento estratégico para ampliar a competitividade, garantir segurança alimentar e permitir que produtos artesanais alcancem novos mercados em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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